
Ataques contra judeus na Eurábia nos 3 primeiros meses de 2009 já excede o total do ano de 2008.
As comunidades judaicas na Escandinávia estão sob ataque apesar de serem bem poucas, comenta o jornal israelense Haaretz.
As recentes operações de Israel em Gaza, no início do ano, teriam deflagrado os ataques antissemitas na Eurábia. Além disto a crise financeira internacional está trazendo de volta antigos estereótipos sugerindo o "controle judaico do sistema financeiro mundial".
Membros do Conselho Judaico Europeu, de toda a Eurábia, reuniram-se em Bruxelas para uma sessão extraordinária com o propósito de avaliar o significativo aumento de incidentes antissemitas. O líder da comunidade judaica da Finlândia, Rony Smolar, disse que os 25 mil judeus que vivem na Escandinávia estão sujeitos atualmente a agressões devido ao seu apoio a Israel.
Acrescentou ainda que coquetéis Molotov teem sido lançados em sinagogas enquanto cemitérios judaicos na Suécia e na Noruega foram objeto de vândalos. Citou ainda um incidente em que dois israelenses foram feridos a bala por um atirador na Dinamarca nos dias em que o conflito em Gaza acontecia.
Charges comparando a estrela de David com a suástica nazista tornaram-se comuns na Escandinávia, declarou Smolar.
A Europa, tal como a conhecemos ainda, está acabando, e há previsões de que nos próximos 15 anos muitos países terão aderido à sharia (lei islâmica), à comida ritual (halal) e terão governantes ou maioria muçulmana. Já são mais de 50 milhões e crescem muito mais do que as populações autóctones o que torna praticamente certo tais projeções. Cidades como Amsterdam, Marselha e Malmoe já teem 25% de sua população constituída por muçulmanos, e os ataques aos judeus já estão fazendo com que muitos já tenham deixado para trás o velho continente, como franceses que se mudaram em massa para Fort Lauderdale nos EUA (conheci um casal americano que tinha como vizinhos um casal emigrado da França).
As comunidades judaicas na Escandinávia estão sob ataque apesar de serem bem poucas, comenta o jornal israelense Haaretz.
As recentes operações de Israel em Gaza, no início do ano, teriam deflagrado os ataques antissemitas na Eurábia. Além disto a crise financeira internacional está trazendo de volta antigos estereótipos sugerindo o "controle judaico do sistema financeiro mundial".
Membros do Conselho Judaico Europeu, de toda a Eurábia, reuniram-se em Bruxelas para uma sessão extraordinária com o propósito de avaliar o significativo aumento de incidentes antissemitas. O líder da comunidade judaica da Finlândia, Rony Smolar, disse que os 25 mil judeus que vivem na Escandinávia estão sujeitos atualmente a agressões devido ao seu apoio a Israel.
Acrescentou ainda que coquetéis Molotov teem sido lançados em sinagogas enquanto cemitérios judaicos na Suécia e na Noruega foram objeto de vândalos. Citou ainda um incidente em que dois israelenses foram feridos a bala por um atirador na Dinamarca nos dias em que o conflito em Gaza acontecia.
Charges comparando a estrela de David com a suástica nazista tornaram-se comuns na Escandinávia, declarou Smolar.
A Europa, tal como a conhecemos ainda, está acabando, e há previsões de que nos próximos 15 anos muitos países terão aderido à sharia (lei islâmica), à comida ritual (halal) e terão governantes ou maioria muçulmana. Já são mais de 50 milhões e crescem muito mais do que as populações autóctones o que torna praticamente certo tais projeções. Cidades como Amsterdam, Marselha e Malmoe já teem 25% de sua população constituída por muçulmanos, e os ataques aos judeus já estão fazendo com que muitos já tenham deixado para trás o velho continente, como franceses que se mudaram em massa para Fort Lauderdale nos EUA (conheci um casal americano que tinha como vizinhos um casal emigrado da França).





1 comentários:
E olha que a Europa é considerado o continente civilizado.
O crescimento muçulmano na Europa é grande, ainda mais num continente com baixa taxa de natalidade.
Eles vão dominar em algum tempo um territorio que vai da Indonesia até a Europa.
O famoso Califado
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