Uma das coisas que me chamaram a atenção nessa viagem que fiz aos EUA foi a mudança que Obamessias está tentando implementar na vida deles.
A criação de novos termos para definir a guerra ao terror e os terroristas são um sinal claro de que a política externa do governo americano será de complacência com a jihad e o islamo-fascismo.
Chamar a luta ou guerra contra o terror de Overseas Contingency Operation, ou operações de contingenciamento no estrangeiro (ou além mar) é no mínimo ridículo. Chamar atos terroristas de "desastres causados pelo homem" é começar a vivenciar o que Orwell chamou de novilíngua no seu afamado romance "1984" (gosto muito de outro, "1985", de Anthony Burgess, onde ele antecipa uma Inglaterra muçulmana, visão que hoje se consolida com Londres se tornando Londonistão). George Orwell na sua crítica ao comunismo notou muito bem que palavras novas para se definir coisas antigas funcionam para fazer uma lavagem cerebral nas pessoas, o que vemos, por exemplo, com as bobagens "politicamente corretas" que começaram a ganhar muito espaço no governo de outro democrata, o Bill Clinton.
Como por aqui tudo é macaqueado veremos em breve assassinos serem chamados de cidadãos desajustados, ou atos cometidos por desajustamento social, e não custa lembrar que no tempo do Brizolla tínhamos o "cidadão-bandido"...
Não definir as coisas pelo que são é extremamente perigoso para a democracia e a liberdade, e cheguei a ouvir que Obamessias considera o hino nacional norte-americano muito belicoso e pretende mudá-lo!
A perseguição a pessoas da mídia que não compactuam com as mudanças que pretende levar a cabo é outro traço desse início de governo. Um dos auxiliares de Bill Clinton, John Podesta, na chamada war room, foi trazido por Obamessias para desmoralizar pessoas como Bill O'Reilly, âncora da Fox News e que vem denunciando diariamente a tentativa de se socializar a América. Um grande anunciante já cedeu às pressões e retirou a publicidade do programa que é exibido em horário nobre e tem uma enorme audiência, o que levou o canal ao primeiro lugar com mais espectadores do que a CNN e a MSNBC juntos. As críticas estão incomodando o novo presidente, que já chegou a demonstrar o seu desgosto com certas coisas que estão sendo ditas, tal qual por aqui Lula que tem azia quando lê qualquer coisa.
A fama de grande orador de Obamessias parece ter acabado e virado piada com suas recentes entrevistas coletivas à imprensa, pois sem o teleprompter não consegue se expressar muito bem, respondendo sempre com muita indecisão e reticências. As denúncias de uso abusivo de teleprompter ocupam a mídia de lá, o que não acontecia no caso de George Bush sempre ridicularizado por falar de peito aberto, sujeito portanto, a escorregões.
Li que a Veja descarta a ideia de que Obamessias estaria tentando socializar a economia norte-americana. Não concordo muito com a revista. Há muitos sinais preocupantes de que se pretende restringir muitas liberdades, inclusive a de possuir arma de fogo, princípio que mexe com a própria Constituição deles e que está sendo objeto de campanha pela tv e imprensa. Querem desarmar o povo, primeiro passo para se implementar uma ditadura.
E, por fim, Hillary Clinton correu para o México por causa da divulgação de que 7 mil pessoas foram assassinadas no decorrer de um ano na fronteira entre os dois países, em razão de guerras internas do narcotráfico. Ora ora, para quem mora no Brasil esse número é muito, mas muito pequeno mesmo, e sabemos todos que por aqui, neste país maravilhoso e pacífico, com gente de boa índole e cristã, mata-se por ano o equivalente ao mortos de uma guerra daquelas bem brabas. E, no entanto, ninguém fala nisto, ninguém dá uma ideia, uma colaboração concreta para se diminuir a carnificina que grassa no Rio e em outras cidades.
Só neste último fim de semana mais crimes despropositados como o que vitimou uma moça de 25 anos porque pediu de volta o crachá ao bandido...
A criação de novos termos para definir a guerra ao terror e os terroristas são um sinal claro de que a política externa do governo americano será de complacência com a jihad e o islamo-fascismo.
Chamar a luta ou guerra contra o terror de Overseas Contingency Operation, ou operações de contingenciamento no estrangeiro (ou além mar) é no mínimo ridículo. Chamar atos terroristas de "desastres causados pelo homem" é começar a vivenciar o que Orwell chamou de novilíngua no seu afamado romance "1984" (gosto muito de outro, "1985", de Anthony Burgess, onde ele antecipa uma Inglaterra muçulmana, visão que hoje se consolida com Londres se tornando Londonistão). George Orwell na sua crítica ao comunismo notou muito bem que palavras novas para se definir coisas antigas funcionam para fazer uma lavagem cerebral nas pessoas, o que vemos, por exemplo, com as bobagens "politicamente corretas" que começaram a ganhar muito espaço no governo de outro democrata, o Bill Clinton.
Como por aqui tudo é macaqueado veremos em breve assassinos serem chamados de cidadãos desajustados, ou atos cometidos por desajustamento social, e não custa lembrar que no tempo do Brizolla tínhamos o "cidadão-bandido"...
Não definir as coisas pelo que são é extremamente perigoso para a democracia e a liberdade, e cheguei a ouvir que Obamessias considera o hino nacional norte-americano muito belicoso e pretende mudá-lo!
A perseguição a pessoas da mídia que não compactuam com as mudanças que pretende levar a cabo é outro traço desse início de governo. Um dos auxiliares de Bill Clinton, John Podesta, na chamada war room, foi trazido por Obamessias para desmoralizar pessoas como Bill O'Reilly, âncora da Fox News e que vem denunciando diariamente a tentativa de se socializar a América. Um grande anunciante já cedeu às pressões e retirou a publicidade do programa que é exibido em horário nobre e tem uma enorme audiência, o que levou o canal ao primeiro lugar com mais espectadores do que a CNN e a MSNBC juntos. As críticas estão incomodando o novo presidente, que já chegou a demonstrar o seu desgosto com certas coisas que estão sendo ditas, tal qual por aqui Lula que tem azia quando lê qualquer coisa.
A fama de grande orador de Obamessias parece ter acabado e virado piada com suas recentes entrevistas coletivas à imprensa, pois sem o teleprompter não consegue se expressar muito bem, respondendo sempre com muita indecisão e reticências. As denúncias de uso abusivo de teleprompter ocupam a mídia de lá, o que não acontecia no caso de George Bush sempre ridicularizado por falar de peito aberto, sujeito portanto, a escorregões.
Li que a Veja descarta a ideia de que Obamessias estaria tentando socializar a economia norte-americana. Não concordo muito com a revista. Há muitos sinais preocupantes de que se pretende restringir muitas liberdades, inclusive a de possuir arma de fogo, princípio que mexe com a própria Constituição deles e que está sendo objeto de campanha pela tv e imprensa. Querem desarmar o povo, primeiro passo para se implementar uma ditadura.
E, por fim, Hillary Clinton correu para o México por causa da divulgação de que 7 mil pessoas foram assassinadas no decorrer de um ano na fronteira entre os dois países, em razão de guerras internas do narcotráfico. Ora ora, para quem mora no Brasil esse número é muito, mas muito pequeno mesmo, e sabemos todos que por aqui, neste país maravilhoso e pacífico, com gente de boa índole e cristã, mata-se por ano o equivalente ao mortos de uma guerra daquelas bem brabas. E, no entanto, ninguém fala nisto, ninguém dá uma ideia, uma colaboração concreta para se diminuir a carnificina que grassa no Rio e em outras cidades.
Só neste último fim de semana mais crimes despropositados como o que vitimou uma moça de 25 anos porque pediu de volta o crachá ao bandido...





1 comentários:
Prezado David trato sobre este crime bárbaro (crachá)através de um post em meu Blog.
http://resistenciaeliberdade.blogspot.com/2009/03/mais-violencia-no-de-janeiro-mas-esta.html
Um forte abraço!
Worf Neto
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