Pelo menos 15 deputados jordanianos querem que o governo corte as relações diplomáticas com Israel, em protesto contra o debate acontecido no Knesset - parlamento israelense - a respeito de se considerar a Jordania como lar dos chamados palestinos.
"A votação da proposta pelo parlamento israelense prova que a mentalidade sionista dos políticos que governam Israel não crê na paz e não tem respeito pelos tratados de paz e resoluções da ONU," estabeleceu um comunicado do bloco nacional democrático, partido que apoia o governo jordaniano.
O grupo, que inclui 15 deputados, considera que a discussão da semana passada em Israel constitui uma violação ao tratado de paz assinado entre os dois países em 1994, acrescentando que a resposta da Jordania deveria ser mandar o embaixador de Israel de volta a seu país.
Sim, caro leitor, caso você ainda não saiba, há uma discussão tomando corpo não só em Israel mas entre muitos analistas que sustentam a posição de que uma vez que a população da Jordania é composta de uma minoria hashemita (inclusive a família real) e de uma maioria da mesma etnia dos chamados palestinos, o lar natural destes seria aquele país que deveria, assim, absorvê-los.
É a chamada "solução de dois estados nos dois lados do Rio Jordão", ou seja, Israel de um lado e Jordania de outro, como era, aliás, até a guerra de 1967, quando Israel conquistou a Cisjordania e o rei Hussein, pai do atual monarca da Jordania, alguns anos depois, declarou oficialmente que abria mão da área, deixando Israel com o problema de controlar e gerir a vida dos árabes do local, sem, no entanto, anexar de vez todo o pedaço conquistado.
É claro que a minoria dominante na Jordania não quer esse abacaxi, e isto vem de longa data, pois o famigerado "Setembro Negro" ainda está presente na memória de todos os chamados palestinos que foram massacrados pelo rei Hussein quando justamente tentavam se estabelecer politicamente ali.
"A votação da proposta pelo parlamento israelense prova que a mentalidade sionista dos políticos que governam Israel não crê na paz e não tem respeito pelos tratados de paz e resoluções da ONU," estabeleceu um comunicado do bloco nacional democrático, partido que apoia o governo jordaniano.
O grupo, que inclui 15 deputados, considera que a discussão da semana passada em Israel constitui uma violação ao tratado de paz assinado entre os dois países em 1994, acrescentando que a resposta da Jordania deveria ser mandar o embaixador de Israel de volta a seu país.
Sim, caro leitor, caso você ainda não saiba, há uma discussão tomando corpo não só em Israel mas entre muitos analistas que sustentam a posição de que uma vez que a população da Jordania é composta de uma minoria hashemita (inclusive a família real) e de uma maioria da mesma etnia dos chamados palestinos, o lar natural destes seria aquele país que deveria, assim, absorvê-los.
É a chamada "solução de dois estados nos dois lados do Rio Jordão", ou seja, Israel de um lado e Jordania de outro, como era, aliás, até a guerra de 1967, quando Israel conquistou a Cisjordania e o rei Hussein, pai do atual monarca da Jordania, alguns anos depois, declarou oficialmente que abria mão da área, deixando Israel com o problema de controlar e gerir a vida dos árabes do local, sem, no entanto, anexar de vez todo o pedaço conquistado.
É claro que a minoria dominante na Jordania não quer esse abacaxi, e isto vem de longa data, pois o famigerado "Setembro Negro" ainda está presente na memória de todos os chamados palestinos que foram massacrados pelo rei Hussein quando justamente tentavam se estabelecer politicamente ali.





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