
O ex-presidente dos EUA, Jimmy Carter, cujas posições anti-Israel são conhecidas há muito tempo, disse ontem, numa entrevista exclusiva para o jornal Haaretz, que o governo israelense de Bibi Netanyahu está numa rota de colisão com Hussein Obama, e que este não vai mudar sua posição em relação aos assentamentos na Cisjordânia.
Carter, que teve conversas com líderes do Hezbollah e do Hamas na semana que acabou, acrescentou, ainda, que ainda durante o seu período à frente dos Estados Unidos, Israel se comprometeu a não aumentar as colonias, e que os EUA veem como obstáculo à paz tal política.
Hoje, domingo, espera-se um pronunciamento do primeiro-ministro de Israel que vai traçar os
rumos da política do país, mas o ministro da defesa Ehud Barak já minimizou o impacto do discurso.
Estamos a poucas horas do mesmo que se torna mais importante ainda pelo resultado da "eleição" no Irã.
Carter, que teve conversas com líderes do Hezbollah e do Hamas na semana que acabou, acrescentou, ainda, que ainda durante o seu período à frente dos Estados Unidos, Israel se comprometeu a não aumentar as colonias, e que os EUA veem como obstáculo à paz tal política.
Hoje, domingo, espera-se um pronunciamento do primeiro-ministro de Israel que vai traçar os
rumos da política do país, mas o ministro da defesa Ehud Barak já minimizou o impacto do discurso.
Estamos a poucas horas do mesmo que se torna mais importante ainda pelo resultado da "eleição" no Irã.





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