DO IG via MondoPost um artigo sobre Gilad Shalit, preso há mais de 2 anos por terroristas.
O noticiário é sobre os grandes fatos e promessas. Obama diz que vai ajudar a África a sair da sua miséria. O grande não emociona.
Quando se pergunta a um soldado israelense o que ele mais teme, a resposta é surpreendente. Diz cair prisioneiro de forças ilegais.
É da tradição das forças armadas tudo fazer para trazer de volta a tropa com seus mortos e feridos. Empenhar tudo para a libertação de prisioneiros. Existem convenções sobre o tratamento ao preso. A Cruz Vermelha tem acesso e traz notícias. Nas guerras nada lembra o homem civilizado. Mas sempre sobra um mínimo de humanidade. Mas os grupos terroristas não teem limites.
A guerra do Iraque é modelo das guerras atuais entre tropas representando estados e os grupos ilegais, a chamada guerra assimétrica. Os terroristas refinaram a crueldade. Degolam prisioneiros e videografam para mostrar ao mundo. Ataques por homens-bomba matam indiferentemente crianças, mulheres, velhos. O objetivo do terrorismo é aterrorizar. Vale tudo. A imaginação do homem não tem limites quando tem como justificar o pior. Jihad é guerra supostamente abençoada por Deus. Não cria problema de consciência.
A guerra do Líbano de 2006 foi precitada pelos indícios de que o Hizbolá, o partido de Deus, tinha atravessado a linha da fronteira, destruído um carro de combate e capturado dois soldados.
A fronteira é linha imaginaria. Pequena tropa israelense foi lançada em perseguição dos raptores. Não foram alcançados. E acabou escalando para guerra. E longo processo de negociação com intermediação internacional para se chegar a um preço pela liberdade dos detidos. Centenas de presos em Israel em troca dois soldados. Até o ultimo instante as famílias acreditavam que estavam vivos. Vieram dois corpos.
No momento há o caso do soldado Gilad. Foi raptado numa armadilha a um carro de combate há três anos nas proximidades de Gaza. Havia um companheiro que foi morto na hora. Há três anos que o governo de Israel com a ajuda de intermediários, inclusive Mubarak, presidente do Egito, tenta negociar o preço da libertação. Enquanto isto, nem a família, nem diplomatas estrangeiros, nem mesmo o expresidente Carter dos Estados Unidos (que esteve em Gaza há poucos dias), ninguém consegue acesso. Vê-lo para saber se está vivo.
Em meados da semana passada o presidente Mubarak disse que o jovem estava bem, em plena saúde, e logo terminariam os entendimentos. O Hamas, Movimento de Resistência Islâmica, o grupo palestino que domina Gaza, desmentiu Mubarak. “Apenas um pequeno circulo dentro do setor militar do Hamas é mantido informado sobre a condição do soldado. A liderança do Hamas não é mantida informada”.
E al Muzeini, responsável por Shalid em nome do Hamas, ainda acrescentou: ”Não sabemos se está ferido, doente ou morto. É a verdade”. Três anos. O pai do soldado, incansável no esforço de libertá-lo, já rodou o mundo. A família vive na angustia da incerteza e esperança. O País inteiro como que assumiu a paternidade do prisioneiro.
O drama de um só individuo é mais tocante do que de grandes números. Um tem cara, centenas são abstração. Se algo de definitivo aconteceu ao soldado será incontrolável o sentimento de vingança…
Por Nahum Sirotsky, correspondente iG em Israel.
É da tradição das forças armadas tudo fazer para trazer de volta a tropa com seus mortos e feridos. Empenhar tudo para a libertação de prisioneiros. Existem convenções sobre o tratamento ao preso. A Cruz Vermelha tem acesso e traz notícias. Nas guerras nada lembra o homem civilizado. Mas sempre sobra um mínimo de humanidade. Mas os grupos terroristas não teem limites.
A guerra do Iraque é modelo das guerras atuais entre tropas representando estados e os grupos ilegais, a chamada guerra assimétrica. Os terroristas refinaram a crueldade. Degolam prisioneiros e videografam para mostrar ao mundo. Ataques por homens-bomba matam indiferentemente crianças, mulheres, velhos. O objetivo do terrorismo é aterrorizar. Vale tudo. A imaginação do homem não tem limites quando tem como justificar o pior. Jihad é guerra supostamente abençoada por Deus. Não cria problema de consciência.
A guerra do Líbano de 2006 foi precitada pelos indícios de que o Hizbolá, o partido de Deus, tinha atravessado a linha da fronteira, destruído um carro de combate e capturado dois soldados.
A fronteira é linha imaginaria. Pequena tropa israelense foi lançada em perseguição dos raptores. Não foram alcançados. E acabou escalando para guerra. E longo processo de negociação com intermediação internacional para se chegar a um preço pela liberdade dos detidos. Centenas de presos em Israel em troca dois soldados. Até o ultimo instante as famílias acreditavam que estavam vivos. Vieram dois corpos.
No momento há o caso do soldado Gilad. Foi raptado numa armadilha a um carro de combate há três anos nas proximidades de Gaza. Havia um companheiro que foi morto na hora. Há três anos que o governo de Israel com a ajuda de intermediários, inclusive Mubarak, presidente do Egito, tenta negociar o preço da libertação. Enquanto isto, nem a família, nem diplomatas estrangeiros, nem mesmo o expresidente Carter dos Estados Unidos (que esteve em Gaza há poucos dias), ninguém consegue acesso. Vê-lo para saber se está vivo.
Em meados da semana passada o presidente Mubarak disse que o jovem estava bem, em plena saúde, e logo terminariam os entendimentos. O Hamas, Movimento de Resistência Islâmica, o grupo palestino que domina Gaza, desmentiu Mubarak. “Apenas um pequeno circulo dentro do setor militar do Hamas é mantido informado sobre a condição do soldado. A liderança do Hamas não é mantida informada”.
E al Muzeini, responsável por Shalid em nome do Hamas, ainda acrescentou: ”Não sabemos se está ferido, doente ou morto. É a verdade”. Três anos. O pai do soldado, incansável no esforço de libertá-lo, já rodou o mundo. A família vive na angustia da incerteza e esperança. O País inteiro como que assumiu a paternidade do prisioneiro.
O drama de um só individuo é mais tocante do que de grandes números. Um tem cara, centenas são abstração. Se algo de definitivo aconteceu ao soldado será incontrolável o sentimento de vingança…
Por Nahum Sirotsky, correspondente iG em Israel.





2 comentários:
Os fanatalizados que se deixam explodir em nome de uma causa, deveriam se perguntar antes por que seus líderes não se explodem primeiro para darem o exemplo. Se tornar-se mártir é uma honra, por que os mulás, clérigos, comandantes militares não colhem para si tal honra? Além de matarem os supostos inimigos, sacrificam seus próprios jovens e suas famílias.
A cultura da morte se espalha pelo mundo nas camadas de pessoas menos favorecidas estimuladas pelos seus líderes.Não observam que esses mesmos líderes são os responsáveis pela sua condição de pobreza.Países ditatoriais com líderes milionários,narcotraficantes .....
O mundo livre não se manifesta, não age, a mídia estimula essas ações por sua parcialidade e impregnação ideológica.O politicamnete correto é uma armadilha usada por ela para deturpar a realidade que vivemos.
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