
Na foto judeus iemenitas chegando a Israel.
Fontes israelenses confirmaram que a maioria dos 250 (!) judeus que ainda vivem no Iêmen expressaram seu desejo de deixar o país, em razão da discriminação e das perseguições a que estão sujeitos.
Aproximadamente 120 dos judeus querem se mudar para Israel, 100 para os EUA e o restante preferem ficar no Iêmen.
Ocorre, no entanto, que os que manifestaram desejo de ir embora estão sendo impedidos pois não conseguem vender suas propriedades.
A agência oficial do Iêmen, Saba, disse que se trataria de um "mini êxodo" dos judeus que querem ir embora por causa de pequenas rusgas e do medo de perseguições.
O artigo cita o rabino Yahya Yaish, Grão Rabino dos distritos de Ridah e Amran que declarou que "os judeus da região se preparam para deixar o país para ir para Israel nos próximos dias. O rabino é irmão de Moshe Yaish al-Nahari, um dos responsáveis pela comunidade e que foi assassinado em dezembro último por um iemenita extremista que exigia sua conversão ao Islã.As três filhas de Moshe foram para Israel logo após a morte do pai, e o assassino foi condenado à morte em junho último.
Segundo a agência de notícias "as perseguições aos judeus se acentuaram em certas regiões do país, com mortes e sequestros,sendo alvos constantes de fanáticos islâmicos.
Lembro ao leitor que a comunidade judaica do Iêmen tem séculos de existência.
A fonte é o J.Post.





0 comentários:
Postar um comentário