Outra coisa que foi implementada na Colombia, e que foi tentada por aqui e que "não conseguiu nem decolar": todos os motociclistas são obrigados a ter em seus capacetes o número da placa e todos são obrigados a usar um colete com material reflexivo com o número da placa.
Se houver um passageiro (o famoso garupa) ele também terá de usar um capacete com o número da placa e um colete com o número da placa.
O motivo é óbvio. Lá, como cá, havia um enorme número de assaltos e crimes de morte praticados por motoqueiros que protegidos pelo anonimato dos capacetes e pela rápida fuga do veículo conseguiam impor o terror aos cidadãos das cidades colombianas.
Pois pasme, meu caro leitor. Praticamente acabou tal terror!
Aqui continua, é claro.
Eu fui motociclista (cheguei a ter uma daquelas enormes Harleys) durante muitos anos e achei a medida muito interessante. Não atrapalharia em nada o uso dos coletes de couro dos motoclubes, pois os coletes com os números pode ser de material leve e usado por cima da roupa de couro.
Mas sabemos que aqui não há interesse algum em se acabar com o crime que INTERESSA aos poderosos, pois enriquece e ajuda a controlar (vide Foucault). Os primeiros a gritar foram os
próprios motociclistas quando começaram a propor tais medidas em 2007. Eu lembro bem...
Se houver um passageiro (o famoso garupa) ele também terá de usar um capacete com o número da placa e um colete com o número da placa.
O motivo é óbvio. Lá, como cá, havia um enorme número de assaltos e crimes de morte praticados por motoqueiros que protegidos pelo anonimato dos capacetes e pela rápida fuga do veículo conseguiam impor o terror aos cidadãos das cidades colombianas.
Pois pasme, meu caro leitor. Praticamente acabou tal terror!
Aqui continua, é claro.
Eu fui motociclista (cheguei a ter uma daquelas enormes Harleys) durante muitos anos e achei a medida muito interessante. Não atrapalharia em nada o uso dos coletes de couro dos motoclubes, pois os coletes com os números pode ser de material leve e usado por cima da roupa de couro.
Mas sabemos que aqui não há interesse algum em se acabar com o crime que INTERESSA aos poderosos, pois enriquece e ajuda a controlar (vide Foucault). Os primeiros a gritar foram os
próprios motociclistas quando começaram a propor tais medidas em 2007. Eu lembro bem...





1 comentários:
Em algumas cidades do Nordeste a medida tomada foi outra: proibiu-se o uso de capacetes. Para nossos governantes, inocentes podem morrer, desde que não se assaltem outros inocentes, como se fosse apenas o capacete o responsável pela violência galopante.
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