A reunião de mais de 100 chefes de Estado na ONU para debater o cada vez mais contestado “aquecimento global” foi uma frustração, comentou o presidente da República Checa, Vaclav Klaus, segundo a agência Reuters.
“Foi um exercício de propaganda em que menininhas de 13 anos de algum país remoto recitaram um poema pré-fabricado. Isto não é dignificante, pura e simplesmente”, acrescentou. O badalado discurso do presidente Obama soou oco e o do presidente chinês Hu Jintao insincero.
Para pior, e isto não é ironia, o clima não está obedecendo aos famigerados “modelos” catastrofistas do alarmismo climático. O “The New York Times” raspou no cômico em matéria intitulada “Pausa térmica atrapalha acordo do clima” em Copenhague.
Mas, os profetas do “aquecimento global” não arredam. Rajendra Pachauri, presidente do IPCC, reagiu aos dados objetivos ‒ porém negativos para sua teoria ‒ dizendo que “a ciência não nos dá espaço para a inércia”.
O “Bulletin of the American Meteorological Society”, saiu em apoio de Pachauri, embora acenando com a possibilidade de uma “pausa climática” ‒ nome para dissimular que a natureza não se guia pelos “modelos” alarmistas e que a temperatura global oscila para baixo.
O fato na sua singeleza é que a população está percebendo que o “aquecimento climático” não bate com a experiência quotidiana. A atual tendência para a baixa nas temperaturas mundiais ‒ bem conhecida pelos cientistas ‒ “torna difícil convencer público sobre a crise”, escreve o jornal citando expoentes do alarmismo.O “New York Times” cita a Mojib Latif, do Instituto Leibniz de Ciências Marinhas da Universidade de Kiel, Alemanha. Latif publicou artigo em que a realidade forçou-o a reconhecer que na próxima década as temperaturas provavelmente continuarão estáveis.
Latif, que torce pela teoria do “aquecimento global”, diz ter sido recebido com confusão e raiva quando falou dessa normalidade no clima. De fato, os crentes do “aquecimento global” ficaram desanimados e lhe responderam: “não acreditamos em nada”.
Robert Brulle, da Universidade Drexel, lamentou que o público em geral achasse que o “aquecimento global” seja uma coisa no ar sem incidência na realidade.
Em sentido oposto, o climatólogo Patrick Michaels (ver coluna de cientistas ao lado), achou que os dados de Latif “respaldam os argumentos dos que se perguntam se há pressa em estabelecer políticas sobre o tema” em Copenhague.
MAIS UMA EXCELENTE POSTAGEM EXTRAÍDA DO BLOG http://ecologia-clima-aquecimento.blogspot.com/ QUE RECOMENTO VIVAMENTE A QUEM SE INTERESSA PELO NOTICIÁRIO SOBRE O TAL AQUECIMENTO GLOBAL. MUITO DO QUE SE DIZ POR AÍ SOBRE O ASSUNTO É BABOSEIRA PURA E SIMPLES, E A LEITURA DE PRÓS E CONTRA É OBRIGATÓRIA PARA QUE SE ENTENDA O QUE ESTÁ POR TRÁS DE TUDO. TER ASSISTIDO AO FILMECO "UMA VERDADE INCONVENIENTE" DE AL GORE (INCONVENIENTE É SER DESMASCARADO) NÃO TORNA NINGUÉM AUTORIDADE SOBRE A MATÉRIA. AOS QUE NÃO SABEM, O PRESIDENTE CHECO É DAQUELES QUE PUSERAM EM DÚVIDA OS RELATÓRIOS CATASTRÓFICOS SOBRE O "FIM DO MUNDO"...
“Foi um exercício de propaganda em que menininhas de 13 anos de algum país remoto recitaram um poema pré-fabricado. Isto não é dignificante, pura e simplesmente”, acrescentou. O badalado discurso do presidente Obama soou oco e o do presidente chinês Hu Jintao insincero.
Para pior, e isto não é ironia, o clima não está obedecendo aos famigerados “modelos” catastrofistas do alarmismo climático. O “The New York Times” raspou no cômico em matéria intitulada “Pausa térmica atrapalha acordo do clima” em Copenhague.
Mas, os profetas do “aquecimento global” não arredam. Rajendra Pachauri, presidente do IPCC, reagiu aos dados objetivos ‒ porém negativos para sua teoria ‒ dizendo que “a ciência não nos dá espaço para a inércia”.
O “Bulletin of the American Meteorological Society”, saiu em apoio de Pachauri, embora acenando com a possibilidade de uma “pausa climática” ‒ nome para dissimular que a natureza não se guia pelos “modelos” alarmistas e que a temperatura global oscila para baixo.
O fato na sua singeleza é que a população está percebendo que o “aquecimento climático” não bate com a experiência quotidiana. A atual tendência para a baixa nas temperaturas mundiais ‒ bem conhecida pelos cientistas ‒ “torna difícil convencer público sobre a crise”, escreve o jornal citando expoentes do alarmismo.O “New York Times” cita a Mojib Latif, do Instituto Leibniz de Ciências Marinhas da Universidade de Kiel, Alemanha. Latif publicou artigo em que a realidade forçou-o a reconhecer que na próxima década as temperaturas provavelmente continuarão estáveis.
Latif, que torce pela teoria do “aquecimento global”, diz ter sido recebido com confusão e raiva quando falou dessa normalidade no clima. De fato, os crentes do “aquecimento global” ficaram desanimados e lhe responderam: “não acreditamos em nada”.
Robert Brulle, da Universidade Drexel, lamentou que o público em geral achasse que o “aquecimento global” seja uma coisa no ar sem incidência na realidade.
Em sentido oposto, o climatólogo Patrick Michaels (ver coluna de cientistas ao lado), achou que os dados de Latif “respaldam os argumentos dos que se perguntam se há pressa em estabelecer políticas sobre o tema” em Copenhague.
MAIS UMA EXCELENTE POSTAGEM EXTRAÍDA DO BLOG http://ecologia-clima-aquecimento.blogspot.com/ QUE RECOMENTO VIVAMENTE A QUEM SE INTERESSA PELO NOTICIÁRIO SOBRE O TAL AQUECIMENTO GLOBAL. MUITO DO QUE SE DIZ POR AÍ SOBRE O ASSUNTO É BABOSEIRA PURA E SIMPLES, E A LEITURA DE PRÓS E CONTRA É OBRIGATÓRIA PARA QUE SE ENTENDA O QUE ESTÁ POR TRÁS DE TUDO. TER ASSISTIDO AO FILMECO "UMA VERDADE INCONVENIENTE" DE AL GORE (INCONVENIENTE É SER DESMASCARADO) NÃO TORNA NINGUÉM AUTORIDADE SOBRE A MATÉRIA. AOS QUE NÃO SABEM, O PRESIDENTE CHECO É DAQUELES QUE PUSERAM EM DÚVIDA OS RELATÓRIOS CATASTRÓFICOS SOBRE O "FIM DO MUNDO"...





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