
Nem vou me alongar sobre o que aconteceu no fim de semana na zona norte do Rio. Já cansei de pensar e falar em tudo quanto é lugar sobre isso e minha vida profissional foi dedicada a enxugar gelo, se é que me entendem, pois trabalhei com a aplicação da lei penal.
Como dizem os marginais "demorô". Todos os dias vejo e ouço helicópteros sobrevoando os morros de Copacabana e todos os dias eu e minha mulher nos indagávamos quando iria chegar o momento em que um deles iria ser derrubado pelos traficantes. Era só questão de saber atirar mais ou menos bem.
Pois bem. Chegou o dia.
Não adianta nada sua majestade Lula, ou a princesa Dilma, como acabei de ver no Terra, ficarem culpando a falta de participação do Estado ou pedindo justiça, pois todos sabemos que não vai mudar coisa alguma e daqui a mais alguns dias tudo vai voltar a ser como antes.
Há coisa de alguns dias a seção "há 50 anos em O Globo" trazia uma interessante notícia sobre a favelização do Rio e alertava sobre a possibilidade da cidade se transformar numa enorme favela.
Esse dia já chegou e faz tempo. O papo de cidade-maravilhosa é bobagem pura e simples, pois o Rio não é só a orla e nem só a zona sul, e nem mesmo isso é maravilhoso, pois a praia cheira mal e a água é poluída. O Rio é muito mais do que isso e basta se chegar ao aeroporto internacional para se constatar. Não há a mínima, eu disse a mínima, vontade dos legisladores de se resolver a questão da violência. E como já dizia o grande Foucault é tudo uma questão de controle social. Pense nisso.
Não digo mais nada.Não adianta.
Como dizem os marginais "demorô". Todos os dias vejo e ouço helicópteros sobrevoando os morros de Copacabana e todos os dias eu e minha mulher nos indagávamos quando iria chegar o momento em que um deles iria ser derrubado pelos traficantes. Era só questão de saber atirar mais ou menos bem.
Pois bem. Chegou o dia.
Não adianta nada sua majestade Lula, ou a princesa Dilma, como acabei de ver no Terra, ficarem culpando a falta de participação do Estado ou pedindo justiça, pois todos sabemos que não vai mudar coisa alguma e daqui a mais alguns dias tudo vai voltar a ser como antes.
Há coisa de alguns dias a seção "há 50 anos em O Globo" trazia uma interessante notícia sobre a favelização do Rio e alertava sobre a possibilidade da cidade se transformar numa enorme favela.
Esse dia já chegou e faz tempo. O papo de cidade-maravilhosa é bobagem pura e simples, pois o Rio não é só a orla e nem só a zona sul, e nem mesmo isso é maravilhoso, pois a praia cheira mal e a água é poluída. O Rio é muito mais do que isso e basta se chegar ao aeroporto internacional para se constatar. Não há a mínima, eu disse a mínima, vontade dos legisladores de se resolver a questão da violência. E como já dizia o grande Foucault é tudo uma questão de controle social. Pense nisso.
Não digo mais nada.Não adianta.





5 comentários:
Me pregunto si Lula ha pensado en la imagen que se podría dar en el mundo, de un Río de Janeiro sometido a la violencia, en el que se piensa hacer muros para evitar la muerte de turistas, o acaso piensa su presidente, que el horizonte es otro.
Me temo que sin querer faltar al respeto a Brasil, no estaban preparados para acoger unos juegos olímpicos, el tiempo dará y quitara razones.
Saludos.
Pedrulo:Claro esta que no tenemos condiciones para los juegos.Loco el turista que viene a Rio con o sin juegos. Pone su vida a riesgo...
No es falta de respeto es ver la realidad.
Gracias por lo comentario.
Saludos desde Brasil.
Un placer, y prometo visitarte mas.
Saludos, no dejes de pasarte por el mio.http://pelirroxo.blogspot.com/
Quando o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, fizer sua visita ao
Brasil, peça para o presidente Lula perguntar a ele como são tratados os traficantes e drogados naquele país. Poderiamos comprar a tecnologia deles. Afinal o que impede que tenhamos leis duríssimas contra esse tipo de crime? Será que nossos representantes no congresso têm medo de aprovar uma lei mais severa porque temem, eles próprios, a possibilidade de serem enquadrados por ela? Enquanto isso ficamos com a solução proposta pele Cabral: “Vamos comprar um helicóptero blindado”. Isso é patético…
O Anônimo pergunta: "Afinal o que impede que tenhamos leis duríssimas contra esse tipo de crime?" E o Olavo de Carvalho responde no artigo "Primores de Ternura - "
Uma pálida amostra
"O desarmamento da população civil, a criminalização fácil das ações policiais mais corriqueiras, a leniência proposital para com os delinqüentes juvenis, a tolerância ou mesmo incentivo à violência nas escolas – tudo isso converge com a estratégia geral do movimento revolucionário em seu empenho de demolir as defesas da sociedade por meio da criminalidade triunfante.
O auxílio-reclusão – ou "Bolsa-Bandido", como o povo prefere chamá-lo – não tem nada de extravagante ou surpreendente. É apenas mais uma expressão da "imensa ternura para com os ferozes", o sentimento mais profundo e permanente da religião revolucionária, que de há muito já deixou de ser só um estado de alma e se transformou em temível instrumento de ação prática."
O restante aqui: http://www.olavodecarvalho.org/semana/091016dc.html
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