Para complementar o que escrevi há dois dias, leia o magnífico post de Reinaldo Azevedo sobre a política equivocada de Lula e do Itamaraty em relação a Israel.
Se você não leu. Leia aqui.Como sempre os textos do Rei são ótimos e lúcidos, bem melhores do que os da maioria dos nossos "comentaristas" amestrados e comprometidos.
E mais uma coisinha. Reinaldo termina falando no tal assento permanente do Brasil no Conselho de Segurança da ONU.
A respeito li há alguns dias um artigo muito interessante (obrigado J.P.Carneiro, uma vez mais) assinado por Luis Fleischman, Conselheiro Senior do Projeto Menges para a Segurança do Hemisfério no Centro para a Política de Segurança em Washington D.C. que trata da mudança de rumo do governo Lula na sua política externa, mudança que vai ao encontro de Chavez e do Irã.
A análise de Fleischman (curta mas interessante) termina (tradução minha) com a seguinte frase:
"No seu desejo de se tornar um país influente no mundo, o Brasil procura um assento permanente no Conselho de Segurança das Nações Unidas. Sob as presentes circunstâncias o Brasil não merece tal cadeira, a não ser que se comporte com responsabilidade. Historicamente o Brasil é um país ocidental e sua ascenção ao poder deve ser bemvinda mas não com o comportamento que vem assumindo. Ninguém que tenha um ponto de vista relativista moral e político como Chavez e Ahmadinejad deve ser acrescido à comunidade de líderes mundiais".
Fica o recado, portanto, inclusive aos bajuladores.
Se você não leu. Leia aqui.Como sempre os textos do Rei são ótimos e lúcidos, bem melhores do que os da maioria dos nossos "comentaristas" amestrados e comprometidos.
E mais uma coisinha. Reinaldo termina falando no tal assento permanente do Brasil no Conselho de Segurança da ONU.
A respeito li há alguns dias um artigo muito interessante (obrigado J.P.Carneiro, uma vez mais) assinado por Luis Fleischman, Conselheiro Senior do Projeto Menges para a Segurança do Hemisfério no Centro para a Política de Segurança em Washington D.C. que trata da mudança de rumo do governo Lula na sua política externa, mudança que vai ao encontro de Chavez e do Irã.
A análise de Fleischman (curta mas interessante) termina (tradução minha) com a seguinte frase:
"No seu desejo de se tornar um país influente no mundo, o Brasil procura um assento permanente no Conselho de Segurança das Nações Unidas. Sob as presentes circunstâncias o Brasil não merece tal cadeira, a não ser que se comporte com responsabilidade. Historicamente o Brasil é um país ocidental e sua ascenção ao poder deve ser bemvinda mas não com o comportamento que vem assumindo. Ninguém que tenha um ponto de vista relativista moral e político como Chavez e Ahmadinejad deve ser acrescido à comunidade de líderes mundiais".
Fica o recado, portanto, inclusive aos bajuladores.





0 comentários:
Postar um comentário