Um dia após Hussein Obama ter ganho o Prêmio Nobel da Paz o jornal inglês The Guardian, de tendências esquerdistas e anti-Israel, decidiu publicar uma lista mostrando os países e as pessoas que foram agraciados com o prêmio.
Para surprêsa daqueles que liam o jornal a lista omitia os nomes israelenses. Ali estava o nome do terrorista Yasser Arafat, vencedor em 1994 de um país que sequer existe, "Palestina", mas não havia Shimon Peres ou Yitzhak Rabin de Israel. Havia Anwar Sadat do Egito, mas não havia Menachem Begin de Israel. Os israelenses mencionados trabalharam tanto quanto os co-vencedores muçulmanos e ajudaram a forjar uma nova geração de paz e prosperidade entre nações que guerreavam entre si. Quem pode esquecer o Primeiro Ministro Rabin no seu discurso em que disse que não haveria "mais sangue ou lágrimas" quando assinou acordo após acordo com seus antigos inimigos? Quem poderia esquecer o abraço entre o presidente egípcio Sadat e o Primeiro Ministro Begin, uma visão que ninguém julgaria possível poucos anos antes deles assinarem o histórico acordo de Cam David e que custou a vida ao egípcio?
O "erro", pois foi assim que a direção do jornal justificou a proposital omissão dos nomes de israelenses da lista de vencedores do premio Nobel, foi corrigido alguns dias depois, e mesmo assim, em razão de várias reclamações de leitores.
Em janeiro de 2001 o mesmo jornal The Guardian publicou um editorial, assinado por Faisal Bodi, cujo nome já diz tudo, com o eloquente título de "Israel simplesmente não tem o direito de existir". O autor, um dos muitos anti-Israel que ali trabalham, insistia em dizer que não há nenhuma justificativa moral para a existência de Israel, alegando, errôneamente, que o Holocausto evocou simpatias e dá cobertura para as atrocidades cometidas por Israel.
Esse é o jornalismo de hoje. Essa a "objetividade" da imprensa. Essa é a Eurábia.
E por aqui ninguém publica nada a respeito...
Aliás, novamente, indico um excelente livro, Londonistan, de Melanie Phillips, que mostra como a Inglaterra já é praticamente muçulmana. Não deixem de ler.
Para surprêsa daqueles que liam o jornal a lista omitia os nomes israelenses. Ali estava o nome do terrorista Yasser Arafat, vencedor em 1994 de um país que sequer existe, "Palestina", mas não havia Shimon Peres ou Yitzhak Rabin de Israel. Havia Anwar Sadat do Egito, mas não havia Menachem Begin de Israel. Os israelenses mencionados trabalharam tanto quanto os co-vencedores muçulmanos e ajudaram a forjar uma nova geração de paz e prosperidade entre nações que guerreavam entre si. Quem pode esquecer o Primeiro Ministro Rabin no seu discurso em que disse que não haveria "mais sangue ou lágrimas" quando assinou acordo após acordo com seus antigos inimigos? Quem poderia esquecer o abraço entre o presidente egípcio Sadat e o Primeiro Ministro Begin, uma visão que ninguém julgaria possível poucos anos antes deles assinarem o histórico acordo de Cam David e que custou a vida ao egípcio?
O "erro", pois foi assim que a direção do jornal justificou a proposital omissão dos nomes de israelenses da lista de vencedores do premio Nobel, foi corrigido alguns dias depois, e mesmo assim, em razão de várias reclamações de leitores.
Em janeiro de 2001 o mesmo jornal The Guardian publicou um editorial, assinado por Faisal Bodi, cujo nome já diz tudo, com o eloquente título de "Israel simplesmente não tem o direito de existir". O autor, um dos muitos anti-Israel que ali trabalham, insistia em dizer que não há nenhuma justificativa moral para a existência de Israel, alegando, errôneamente, que o Holocausto evocou simpatias e dá cobertura para as atrocidades cometidas por Israel.
Esse é o jornalismo de hoje. Essa a "objetividade" da imprensa. Essa é a Eurábia.
E por aqui ninguém publica nada a respeito...
Aliás, novamente, indico um excelente livro, Londonistan, de Melanie Phillips, que mostra como a Inglaterra já é praticamente muçulmana. Não deixem de ler.





1 comentários:
Parece que alguns ingleses não aprenderam nada,apesar do atentado islâmico contra Londres.Em vez de se posicionarem contra os seus algozes jihadistas,preferem bajulá-los.
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