sábado, 24 de outubro de 2009

Porque a mídia se calou?

A semana se encerra sem que a grande mídia desse uma só palavra a respeito de algo extremamente interessante a respeito da HUMAN RIGHTS WATCH, aquela ONG que vive se metendo nos chamados Direitos Humanos aqui e acolá, especialmente em Israel.(obrigado Isy Bor)
Selecionei alguns trechos (tradução minha) para que você tenha uma ideia.
Pois bem, um dos seus fundadores e diretor por 20 anos e agora diretor emérito, Robert L. Bernstein, publicou por esses dias, um longo artigo em que disse que agora precisa fazer algo que jamais poderia ter antecipado: juntar-se aos críticos da entidade. A H.R.W. tinha como missão original abrir sociedades fechadas, advogar liberdades básicas e apoiar dissidentes. Mas recentemente relatórios sobre o conflito árabe-israelense só ajudam aqueles que querem tornar Israel num Estado pária.
Israel, com uma população de 7.4 milhões é sede de no mínimo 80 organizações de direitos humanos, uma vibrante imprensa livre, um governo democratimente eleito, um judiciário que frequentemente decide contra o governo, uma academia politicamente ativa, múltiplos partidos políticos e, julgando-se pelo número de cobertura de noticias, provavelmente com o maior número de jornalistas per capita do que qualquer outro país do mundo, muitos dos quais para cobrir o conflito que ali ocorre.
Enquanto isso, os regimes árabes e iranianos reinam sobre mais de 350 milhões de pessoas, a maioria brutalmente e autocráticos, permitindo pouca ou nenhuma oposição interna.
Human Right Watch perdeu a perspectiva crítica num conflito no qual Israel foi repetidamente atacado pelo Hamas e Hezbollah, organizações que foram atrás dos cidadãos de Israel e que usam a sua própria gente como escudos humanos. Esses grupos são apoiados pelo governo do Irã, que declarou expressamentesua intenção não só de destruir Israel mas de assassinar judeus em toda parte. Este incitamento ao genocídio é uma violação da Convenção de Prevenção e Punição do Crime de Genocídio.
Somente retornando à sua missão fundadora e ao seu espírito humilde que a animou a Human Rights Watch poderá ressuscitar como uma força moral no Oriente Médio e através do mundo. Se falhar, sua credibilidade será seriamente abalada e seu papel no mundo significantemente diminuída.
Tem razão!! E não é à toa que a grande mídia, pródiga em arrasar Israel não disse nada. Não interessa. Só é notícia quando Israel reage aos ataques terroristas.

1 comentários:

Minhas idéias disse...

Ele deveria ter feito essa auto crítica há muito tempo.