A agência de notícias Reuters informou que Hugo Chávez, presidente da Venezuela, declarou nessa sexta-feira que "está ao lado do povo palestino na luta contra o genocídio perpetrado por Israel que derruba, mata e que quer liquidar os palestinos". A declaração foi feita a Mahmoud Abbas (ou Abu Mazen que é o seu verdadeiro nome, não esqueçamos) um dos amigos do Presidente Lula que visita aquele país.
Reiterando que um dos maiores compromissos da Venezuela é a criação de um Estado Palestino independente, Chávez reafirmou a sua solidariedade e disse que a cidade santa de Jerusalém deverá ser a capital de tal Estado.
Chavez, no entanto, não deu detalhes sobre sua acusação de que Israel quer eliminar a população árabe.
Ele é um crítico feroz de Israel e dos Estados Unidos e em janeiro último rompeu relações com Israel após os combates entre o Estado Judeu e a organização terrorista Hamas em Gaza, chamando a represália de "holocausto palestino".
Como vemos, a semente do antissemitismo islâmico, aliado à esquerda ignorante e útil, versão dos nossos dias, está dando frutos, pois comparar o que houve na segunda grande guerra com qualquer coisa que possa estar acontecendo no Oriente Médio é pura má fé, mesmo porque os judeus europeus nunca estiveram em guerra com os alemães, e este é um detalhe que os inimigos de Israel jamais mencionam. Os inimigos dos judeus, hoje, querem varrer Israel do mapa, matar todos os judeus em Israel e fora de Israel (seguindo mandamento do Corão, como já mostrei aqui no blog), e no final a culpa é, como sempre, dos judeus).
Chávez já mostrou que é antissemita e não é de hoje. Escolas judaicas já foram revistadas à procura de armas, apenas para pressionar a comunidade. Atentados já foram perpetrados.
Muitos judeus já abandonaram o país. Os que ficaram sentem-se inseguros.
E aqui? Nosso primeiro mandatário, apesar de contar à sua volta alguns judeus, ou meio judeus, abraça homens dedicados ao extermínio de Israel como Abbas e Ahmadinejad, alegando razões de Estado. Estará a comunidade a salvo? E se Israel atacar o Irã estará a comunidade a salvo de represálias?
Creio que não. No início do ano, quando houve a refrega com o Hamas, houve hostilidade na rua, escutaram-se piadinhas, ouviram-se agressões verbais e coisas do gênero.
Reiterando que um dos maiores compromissos da Venezuela é a criação de um Estado Palestino independente, Chávez reafirmou a sua solidariedade e disse que a cidade santa de Jerusalém deverá ser a capital de tal Estado.
Chavez, no entanto, não deu detalhes sobre sua acusação de que Israel quer eliminar a população árabe.
Ele é um crítico feroz de Israel e dos Estados Unidos e em janeiro último rompeu relações com Israel após os combates entre o Estado Judeu e a organização terrorista Hamas em Gaza, chamando a represália de "holocausto palestino".
Como vemos, a semente do antissemitismo islâmico, aliado à esquerda ignorante e útil, versão dos nossos dias, está dando frutos, pois comparar o que houve na segunda grande guerra com qualquer coisa que possa estar acontecendo no Oriente Médio é pura má fé, mesmo porque os judeus europeus nunca estiveram em guerra com os alemães, e este é um detalhe que os inimigos de Israel jamais mencionam. Os inimigos dos judeus, hoje, querem varrer Israel do mapa, matar todos os judeus em Israel e fora de Israel (seguindo mandamento do Corão, como já mostrei aqui no blog), e no final a culpa é, como sempre, dos judeus).
Chávez já mostrou que é antissemita e não é de hoje. Escolas judaicas já foram revistadas à procura de armas, apenas para pressionar a comunidade. Atentados já foram perpetrados.
Muitos judeus já abandonaram o país. Os que ficaram sentem-se inseguros.
E aqui? Nosso primeiro mandatário, apesar de contar à sua volta alguns judeus, ou meio judeus, abraça homens dedicados ao extermínio de Israel como Abbas e Ahmadinejad, alegando razões de Estado. Estará a comunidade a salvo? E se Israel atacar o Irã estará a comunidade a salvo de represálias?
Creio que não. No início do ano, quando houve a refrega com o Hamas, houve hostilidade na rua, escutaram-se piadinhas, ouviram-se agressões verbais e coisas do gênero.





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