segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Fora Com Os Invasores!

Um ótimo artigo enviado por Alexandre E.(obrigado!).Vale a leitura atenta. Se alguém souber refutar...


Por Steven Plaut


http://www.jewishpress.com/pageroute.do/41215

Os antissionistas dizem que os judeus não têm direito a Israel porque até 1948 fazia 1900 anos que os judeus já não exerciam nenhuma soberania sobre aquela terra. Dizem também que é absurdo que um povo tenha direitos sobre uma terra que governaram há tanto tempo.

Mas em que se baseiam para afirmar que os árabes teriam direito a essa mesma terra? Baseiam-se no fato de que os árabes governaram aquela terra há 1000 anos. Sendo assim, por que direitos de 1900 anos seriam inadmissíveis enquanto direitos de 1000 anos seriam inquestionáveis?

É preciso enfatizar que os direitos de 1000 anos dos árabes não dizem respeito especificamente aos “árabes palestinos”, pois a última vez que os árabes palestinos exerceram soberania sobre a Palestina foi... nunca.

É verdade que os árabes outrora exerceram soberania sobre partes da Palestina histórica. Já havia pequenos reinos árabes no sul da Palestina ao final da era bíblica. Eram importantes aliados políticos e militares dos judeus, os quais na época eram os soberanos da Terra de Israel.

Com a ascensão do Islã no século VII, a Palestina foi de fato parte de um grande reino ou califado árabe. Mas esta realidade acabou em 1071 quando foi conquistada pelos turcos Suljuk. Desde então a Palestina nunca mais teve um soberano árabe.

Fica então a questão: por que ter sido parte de um grande império árabe tornaria a Palestina “árabe” se ela também foi parte dos grandes impérios romano, grego, persa, turco e britânico?

Por que os antissionistas insistem em que os direitos de 1000 anos de árabes que nunca foram governados por árabes especificamente palestinos são legítimos enquanto os direitos de 1900 anos dos judeus devem ser descartados mesmo diante da legitimidade conferida a Israel pela ONU em 1947? A resposta dos antissionistas é que os direitos de 1000 anos dos árabes são mais recentes que os antigos direitos dos judeus.

Mas este argumento se volta obviamente contra os próprios antissionistas, pois se os direitos nacionais a uma terra são mais legítimos quanto mais recentes, então a soberania atual dos judeus sobre Israel seria a mais legítima, já que o atual Estado judeu tem apenas 62 anos.

O outro argumento dos antissionistas é que os judeus não teriam direito à terra de Israel porque se mudaram para lá vindo de outras terras. Eles não consideram que sempre houve uma minoria judaica habitando aquela terra mesmo sob os domínios persa, grego, romano, árabe, turco e britânico. Surge então a questão: o fato de que muitos judeus tenham migrado para a terra de Israel vindo de outros lugares acaso os desqualifica para o exercício da soberania sobre a terra?

Responder que sim não faria sentido nem mesmo se ignorássemos o fato de que a maioria dos árabes palestinos também migrou para aquela terra aos poucos a partir do fim do século XIX. Um povo vir de outro lugar implica automaticamente na impossibilidade de uma soberania legítima? Concluiria-se assim que um tal povo devesse fazer as malas e ir embora, como insistem os antissionistas?

Caso positivo, então nem precisamos lembrar que estadunidenses e canadenses devem dar o exemplo, devolvendo a América do Norte a seus legítimos donos, os índios e mexicanos nativos, e voltar para sua terra de origem.

Pela mesma razão, os mexicanos de ascendência espanhola devem ir embora do México; os anglo-saxões (os ingleses) devem gentilmente devolver as ilhas britânicas a seus donos originais celtas e druidas e voltar a sua Saxônia ancestral, hoje norte da Alemanha e Dinamarca. E os dinamarqueses naturalmente devem voltar às suas terras de origem na Noruega e Suécia para devolver a Dinamarca aos anglo-saxões.

Mas isto é só o início. Os espanhóis devem ir embora da Península Ibérica que tomaram à força dos celtas ibéricos. Da mesma forma os usurpadores portugueses devem devolver sua terra aos lusitanos nativos e os magiares devem devolver a Hungria a seus nativos e voltar para suas terras asiáticas de origem.

Australianos e novazelandeses devem acabar com a ocupação de terras que não lhes pertencem; os tais devem deixar a atual Tailândia e os búlgaros devem voltar às suas terras no Volga e sair da Bulgária ocupada. Naturalmente, qualquer falante da língua espanhola que habite a América Latina deve pôr um fim à ocupação forçada de tantas terras indígenas.

Além disso, nem precisamos mencionar que os franceses devolverão aos celtas o que foi seu maior reino; os turcos voltarão para a Mongólia e sairão de vez da Anatólia, devolvendo-a aos gregos. Os alemães voltarão para Gotland e os italianos devolverão sua bota aos etruscos e aos gregos.

Bem, restam os árabes. Em primeiro lugar, todo o norte da África, da Mauritânia ao Egito e ao Sudão, deve ser imediatamente devolvido pelos colonos árabes ilegais a seus habitantes originais berberes, púnicos, gregos e vândalos. A Síria e o Líbano ocupados devem ser devolvidos a seus habitantes de direito para assim pôr-se um fim à ocupação imperialista árabe.

O Iraque deve ser devolvido aos assírios e caldeus; a Arábia do Sul deve ser devolvida aos abissínios, e os árabes só poderão manter soberania sobre a porção central da Península Arábica, o que exclui os poços de petróleo.

E os árabes palestinos, é claro, retornarão a suas terras de origem, devolvendo a Palestina a seus habitantes originais, os judeus.

Com tudo isto resolvido, Israel considerará justa a implementação do Mapa da Estrada.(o tal do Road Map que tanto a gente ouve falar na mídia)

1 comentários:

Cachorro Louco disse...

David : Não ha o que comentar ,é isso ou nada !