Na troca que está sendo negociada pela libertação do soldado Gilat Shalit, sequestrado pelo Hamas há muito tempo, o presidente Hussein Obama quer que Israel liberte mais 1.000 terroristas, num "gesto de boa vontade" para os palestinos moderados de Abu Mazen (o tal amigo de Lula) que também é conhecido como Mahmoud Abbas (a velha tática de se reescrever a História, tão conhecida dos marxistas). A libertação do soldado parece iminente, mas a cada vez que parece tão próxima é desmentida. Como já noticiei aqui a Autoridade Palestina já oferece dinheiro para que outros soldados sejam sequestrados para mais extorsões.
Mas, ao contrário do que aconteceu na administração de Ehud Olmert onde tais trocas não funcionaram, o chanceler Lieberman, que vê as coisas mais realisticamente e por isto é execrado pela mídia esquerdista, já adiantou que não está nos planos do atual governo israelense, informou Arutz Sheva.
O governo Hussein vai ter de engolir mais esse fracasso de sua claudicante diplomacia que não sabe bem onde ir. O que sabem bem é se curvar para reis estrangeiros, quebrando uma tradição que vem desde a independência.
Mas, ao contrário do que aconteceu na administração de Ehud Olmert onde tais trocas não funcionaram, o chanceler Lieberman, que vê as coisas mais realisticamente e por isto é execrado pela mídia esquerdista, já adiantou que não está nos planos do atual governo israelense, informou Arutz Sheva.
O governo Hussein vai ter de engolir mais esse fracasso de sua claudicante diplomacia que não sabe bem onde ir. O que sabem bem é se curvar para reis estrangeiros, quebrando uma tradição que vem desde a independência.





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