sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Obama quer mais 1.000 terroristas em troca de Gilat Shalit

Na troca que está sendo negociada pela libertação do soldado Gilat Shalit, sequestrado pelo Hamas há muito tempo, o presidente Hussein Obama quer que Israel liberte mais 1.000 terroristas, num "gesto de boa vontade" para os palestinos moderados de Abu Mazen (o tal amigo de Lula) que também é conhecido como Mahmoud Abbas (a velha tática de se reescrever a História, tão conhecida dos marxistas). A libertação do soldado parece iminente, mas a cada vez que parece tão próxima é desmentida. Como já noticiei aqui a Autoridade Palestina já oferece dinheiro para que outros soldados sejam sequestrados para mais extorsões.
Mas, ao contrário do que aconteceu na administração de Ehud Olmert onde tais trocas não funcionaram, o chanceler Lieberman, que vê as coisas mais realisticamente e por isto é execrado pela mídia esquerdista, já adiantou que não está nos planos do atual governo israelense, informou Arutz Sheva.
O governo Hussein vai ter de engolir mais esse fracasso de sua claudicante diplomacia que não sabe bem onde ir. O que sabem bem é se curvar para reis estrangeiros, quebrando uma tradição que vem desde a independência.

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