
Vejam como funciona a invasão da Eurábia: em Amsterdam, na Holanda, um grupo de mulheres muçulmanas está exigindo que homens sejam impedidos de usar uma piscina pública (Zuiderbad) enquanto elas a estejam usando, mesmo com o tal de burquini.
Os empregados da piscina não concordaram e a discussão agora foi até o prefeito local.
Como se sabe um burquini é um traje de banho que cobre o corpo todo, desenhado especialmente para mulheres muçulmanas, mas ele deixa os pés e as mãos de fora, e as tais mulheres dizem que não se sentem à vontade com homens estranhos vendo essas partes do corpo.
Egbert de Vries, que dirige o distrito de Oud-Zuid, disse que não teria sentido barrar homens da piscina por esse motivos, mas admitiu criar horários especiais para homens e mulheres (já é uma vitória para "eles"), já que há horários para nudistas nadarem à vontade.
Um membro do Parlamento holandês, Paul de Krom, declarou que tudo isso é bizarro e que o mundo está de cabeça para baixo (aplausos para ele), acrescentando que "se querem nadar de burquini e pedir para que os homens deixem a piscina, que façam isto em Casablanca".
A notícia veio do Telegraaf (holandês).
É, portanto, assim, que funciona. Conseguem algo pequeno. Depois mais exigências. Mais uma e assim vão, até que quando se vê mudaram o modo de vida do bairro, do estado, do país e de tudo o que se conhecia.
Os empregados da piscina não concordaram e a discussão agora foi até o prefeito local.
Como se sabe um burquini é um traje de banho que cobre o corpo todo, desenhado especialmente para mulheres muçulmanas, mas ele deixa os pés e as mãos de fora, e as tais mulheres dizem que não se sentem à vontade com homens estranhos vendo essas partes do corpo.
Egbert de Vries, que dirige o distrito de Oud-Zuid, disse que não teria sentido barrar homens da piscina por esse motivos, mas admitiu criar horários especiais para homens e mulheres (já é uma vitória para "eles"), já que há horários para nudistas nadarem à vontade.
Um membro do Parlamento holandês, Paul de Krom, declarou que tudo isso é bizarro e que o mundo está de cabeça para baixo (aplausos para ele), acrescentando que "se querem nadar de burquini e pedir para que os homens deixem a piscina, que façam isto em Casablanca".
A notícia veio do Telegraaf (holandês).
É, portanto, assim, que funciona. Conseguem algo pequeno. Depois mais exigências. Mais uma e assim vão, até que quando se vê mudaram o modo de vida do bairro, do estado, do país e de tudo o que se conhecia.





5 comentários:
Talvez seja fácil desmontar e desbaratar os argumentos maometanos.
É só perguntar onde o corão justifica o que querem.
Se não referirem passagens do corão, o que dizem é inválido.
Se referirem, também é inválido, até porque não há nenhuma letra do corão escrita por maomé.
E mesmo se houvesse, teria que ser analisada a letra, a palavra e o conteúdo.
Qunado vamos a um país temos que nos adaptar aos seus costumes e leis e não o contrário.
Claro! Mas vá dizer isso aos que defendem o tal multiculturalismo...
Muito bom o seu argumento de ver no Corão. Mas sempre haverá quem justificará pelos comentários (hadiths)ou por outra coisa qualquer.Vou colocar aqui um vídeo que justifica a não existência de igrejas ou sinagogas em terras muçulmanas baseadas na aritmética!É de cair o queixo...O clérigo argumenta com um cinismo ímpar...É assim que fazem e fica por isso mesmo.
É um desafio desmontar e desbaratar todos os argumentos dos muçulmanos.
Entre muitos o seguinte argumento parece forte ou dos mais fortes.
Todos os argumentos maometanos são inválidos.
No inicio, nem corão havia e já maomé queria o poder todo, nomeadamente o de roubar e assassinar inocentes.
Postar um comentário