domingo, 14 de junho de 2009


O ex-presidente dos EUA, Jimmy Carter, cujas posições anti-Israel são conhecidas há muito tempo, disse ontem, numa entrevista exclusiva para o jornal Haaretz, que o governo israelense de Bibi Netanyahu está numa rota de colisão com Hussein Obama, e que este não vai mudar sua posição em relação aos assentamentos na Cisjordânia.
Carter, que teve conversas com líderes do Hezbollah e do Hamas na semana que acabou, acrescentou, ainda, que ainda durante o seu período à frente dos Estados Unidos, Israel se comprometeu a não aumentar as colonias, e que os EUA veem como obstáculo à paz tal política.
Hoje, domingo, espera-se um pronunciamento do primeiro-ministro de Israel que vai traçar os
rumos da política do país, mas o ministro da defesa Ehud Barak já minimizou o impacto do discurso.
Estamos a poucas horas do mesmo que se torna mais importante ainda pelo resultado da "eleição" no Irã.

sábado, 13 de junho de 2009

Obra de arte ofende muçulmanos.


Esta obra, do artista Adolph A. Weinman, adorna a Suprema Corte dos EUA desde 1932 e representa 26 figuras históricas que foram de alguma maneira legisladores.
Ali está Maomé, com uma cimitarra (espada curva árabe) numa das mãos e o Corão na outra.
O CAIR-Council on American-Islamic Relations, ou seja, o conselho de relações islamo-americano, entidade muito atuante por lá, disse que a obra ofende os muçulmanos e a Suprema Corte teve de responder, e o fez em termos muito estranhos, dizendo que o escultor teve muito boa intenção honrando Maomé, mas que a figura não se parece com ele"...
Ora, e quem é que sabe como era Maomé? A Suprema Corte poderia ter mandado às favas o tal CAIR, mas preferiu uma "explicação"...Coisa de quem já está se sujeitando...
Esse tipo de reivindicação não é novidade e agora mesmo na Inglaterra estão querendo que a Cruz Vermelha retire a cruz de sua marca, pois a cruz ofende os muçulmanos, e o pior, os muçulmanos estão tendo apoio de parte do governo inglês!!

Porquinho banido na Bósnia.


Este personagem dos quadrinhos foi banido num shopping na Bósnia, país muçulmano da Eurábia. Muito embora os administradores do shopping tenham negado que estariam imponso a sharia - lei islâmica - não há bebidas alcoólicas nem carne de porco nos restaurantes que ali funcionam.
O personagem é um porquinho e como tal ofende os muçulmanos...
Fiquei me perguntando como é que contam a história dos 3 porquinhos. Será que contam como 3 camelos? E que lobo poderia derrubar a casa dos camelos?

Bélgica islamizada...

A primeira mulher que usa lenço na cabeça foi eleita para o Parlamento Belga!
Mahinur Ozdemir, que tem 28 anos, e é de origem turca entra para história da Bélgica com sua eleição para o Parlamento Belga. É a islamização da antiga Europa, hoje mais do que nunca Eurábia, a todo vapor.
O curioso é que na Turquia o uso do lenço em repartições públicas é proibido, mas na multicultural Bélgica é permitido.

Ácido contra a desobediência conjugal.



Vídeos fortes. Imagens muito fortes. Assista se quiser.

A reportagem fala de uma organização, DEPILEX, que presta assistência a mulheres paquistanesas que são vítimas de violência doméstica. Os maridos ou parentes jogaram ácido nelas, prática mais comum do que pensamos nós, ocidentais.
Será que Obama pensou nelas quando disse que o Islã trata com dignidade as mulheres?
As mulheres no Islã são vistas como meros objetos e qualquer "desobediência" pode ser severamente punida pelo marido, ou até mesmo por parentes, tudo devidamente autorizado pelo Corão, como já postei aqui várias vezes.

A volta de Mequinho-2


HENRIQUE DA COSTA MECKING, O MEQUINHO, OBSERVANDO SEU ADVERSÁRIO, RAFAEL LEITÃO.

E continua o torneio Zonal Sul Americano de xadrez, com a participação de 4 grandes mestres brasileiros, Mequinho, Darcy Lima, Rafael Leitão e Alexandr Fier, um grande mestre boliviano, Zambrana, e mais 3 mestres internacionais brasileiros, Everaldo Matsuura, Andre Diamant e Jorge Bittencourt, além de peruanos não titulados pela FIDE.
A competição está sendo realizada no Clube de Xadrez Guanabara que não comporta muitos espectadores, e está sendo dada prioridade para os sócios do clube ou da ALEX (Associação Leopoldinense de Xadrez) no recinto que é apenas uma sala.
Não se viu divulgação do torneio, apesar de sua importância, já que classificará 2 para o campeonato mundial.Não há, sequer, um link para se seguir ao vivo as partidas pela web.
Os leitores do blog podem ver foto e vídeo
de mais uma rodada, onde Mecking foi derrotado por Leitão. O boliviano Osvaldo Zambrana lidera após a 5a rodada.
David Sokolik, colaborador do blog, fez essas considerações e ficou surpreso com a "receptividade" a possíveis espectadores, e revelou que só teve conhecimento do torneio pelo blog, que, como sabe quem o acompanha, não é dedicado exclusivamente ao "jogo dos reis".
Quem quiser ver mais detalhes pode acessar o ótimo site do Clube de Xadrez Guanabara aqui.
Abaixo o vídeo que mostra flagrantes da competição, destacando-se o lendário Mequinho, que já esteve, no seu auge, entre os 3 melhores jogadores do mundo.
video

sexta-feira, 12 de junho de 2009


Fila de eleitoras no Irã. Vejam a alegria e satisfação das mulheres enquanto aguardam a hora de decidir entre o homem mau que quer acabar com Israel e o homem mais ou menos mau que também quer acabar com Israel...
O tal candidato "moderado" foi quem iniciou o programa nuclear iraniano. Nossa mídia não fala sobre o assunto, preferindo pintá-lo como um avanço caso seja eleito.
Duvido muito, pois quem manda mesmo é o aiatolá Khamenei, cujo cargo é vitalício,sendo o presidente uma espécie de primeiro ministro.

Para os EUA, Jerusalém não é Israel...

E mais uma dos EUA: o consulado geral dos Estados Unidos, EM JERUSALÉM, que é o lugar onde cidadãos americanos que ali residem, bem como de outras localidades, como Shaare Zedek, Bikkur Cholim, Misgav Ladach ou mesmo os 2 hospitais Hadaash, não aceita colocar em documentos a palavra Israel para quem nasceu na capital israelense!
E não é só isto: se uma criança nasceu em casa numa das comunidades de Yesha, a certidão de nascimento e passaporte (estamos falando de cidadãos americanos, lembre-se) trarão como lugar de nascimento...Margem Ocidental (West Bank).
Se algum cidadão americano nascer nas colinas de Golan que pertencem a Israel desde 1967, seus documentos mencionarão a...Síria como país de nascimento...
Se você quiser ver mais detalhes, como, por exemplo, as instruções do Departamento de Estado, clique aqui. Há outras coisinhas interessantes ali...
Não é curioso, portanto, que o "maior aliado", o "melhor amigo de Israel, os EUA, não reconheçam Jerusalém como capital? Dos 184 países com os quais os EUA manteem relações Israel é o único que não tem sua capital reconhecida! E a embaixada deles também não fica em Jerusalém, como, aliás, de alguns outros países, dentre eles o Brasil, estando em Tel-Aviv que fica a 40 km de lá...




quinta-feira, 11 de junho de 2009

Os judeus são o bode expiatório e vai acontecer de novo.

O título é de uma frase do vídeo abaixo. O programa é da Fox News e o apresentador é Glenn Beck.
Dentre outras coisas ele diz que há 2 anos atrás conversou com Netanyahu e avisou-o de que estavam preparando algo contra Israel.
"Só Israel pode acabar com o projeto nuclear do Irã, pois é uma questão de sobrevivência. O mundo não vai fazer nada e depois do ataque todos culparão os judeus dizendo "a paz estava tão próxima!"...
Os judeus sempre foram o bode expiatório quando as coisas estavam ruins. E agora vai acontecer de novo, sinto muito dizê-lo".
Outra afirmação de Beck é de que outro grupo a ser perseguido é o dos conservadores americanos, que já estão sendo difamados na mídia.
Uma coisa que é voz unânime entre os analistas, blogueiros, comentaristas e politólogos que não estão alinhados à esquerda, é que a política do novo governo americano NÃO é favorável a Israel e aos judeus. Com o agravamento da crise nos Estados Unidos (e os números do desemprego mostram que está longe de acabar)vão ter de buscar um responsável, um culpado, e porque não os judeus que, como diz a propaganda antissemita, "controlam os bancos, a mídia, os governos"?
A equação é até fácil: judeus=banqueiros/responsável pela crise=bancos e financeiras/culpados=judeus...
Outro discurso empregado o tempo todo pelo governo dos EUA, seguindo os passos da propaganda islamo-fascista, é de Israel é o único obstáculo à paz mundial, e se Israel desaparecer a paz reinará no planeta...Até o General Petraeus, hoje o militar mais importante do país, declarou isso esta semana.

Você é a favor da redução da maioridade penal?

O Senado Federal continua com a pesquisa sobre a redução da maioridade penal.
Se você é a favor ou contra (tem alguém lúcido e razoavelmente informado contra?) entre no site e vote. O link para votação fica à direita na página inicial.
Já que estão "democratizando" o debate, vamos participar.
Lembre-se de que se você não liga para a política, os que ligam vão fazer algo que mexe com a tua vida.

http://www.senado.gov.br/agencia/default.aspx?mob=0

Osama e o camelo.

sem palavras...(via http://call2arms4america.blogspot.com)

SE OLHAR MATASSE...

SEM PALAVRAS...BASTA VER O OLHAR DE UMA PARA A OUTRA...
(para quem não identificou:Carla Bruni e Michelle Obama).

Pastor "corrige" declarações antissemitas.


Jeremiah Wright, o tal pastor que é o mentor religioso de Hussein Obama e que se referiu de forma preconceituosa aos judeus (post de ontem), "corrigiu" o que havia dito e explicou a um programa de rádio que queria apenas se referir a ..."sionistas"!
Ora, não sei porque mas não me sinto melhor com tal "correção", já que todo mundo medianamente esclarecido sabe que o discurso mais empregado hoje pelos antissemitas é justamente dizer que não teem nada contra judeus, mas sim contra os sionistas, como se houvesse muita diferença.
Quem insiste na diferença esquece, ou ignora, que há 2000 anos os judeus encerram suas preces com a frase "ano que vem em Jerusalém", o que é símbolo da vontade de retorno ao lar ancestral, finalmente conseguido em 1948.
Na "correção" o pastor citou livros de autores notadamente revisionistas, como Ilan Pappe para reforçar a ideia de que judaísmo não significa Israel.
Ora, faça-me o favor, Israel moderno foi criado justa e unicamente para ser lar nacional dos judeus, e não há como negar isto.
E depois ainda tem gente que não entende as posições de Obama em relação a Israel. Com um mentor espiritual como esse aí, não fica difícil, não é?

A outrora pacata Suécia já está nas garras do Islã.

O vídeo abaixo, uma reportagem da CBN, mostra como Malmoe, cidade que fica bem em frente a Copenhagen, foi tomada por muçulmanos que já são 1/3 da população, com as consequências naturais disto.
O bairro de Rosengard, onde fica a maioria deles, tem 70% de desempregados, que naturalmente vivem às custas do Estado sueco (seguro desemprego que permite que vivam bem melhor desempregados do que se estivessem empregados em seus países de origem, como na Eurábia toda), teve, além disso, um aumento de estupros à razão de 3 vezes em 20 anos.
Bombeiros e trabalhadores em serviços de emergência não entram no bairro sem proteção policial (ao estilo das nossas "comunidades").
Já postei aqui que o match Israel x Suécia pela Copa Davis de Tênis foi realizado ali com portões fechados por causa de distúrbios causados pelos muçulmanos aliados à esquerda.
No vídeo vê-se que a saudação nazista é empregada pelos manifestantes num confronto de rua, denotando o caráter antissemita da coisa toda.
Judeus, que não quiseram aparecer na reportagem, são atacados constantemente na rua se estiverem usando o solidéu (kipah).
Um dos entrevistados prevê para 2049 a islamização total da Suécia.
Outro entrevistado, Erik, que é do partido que se opõe a tudo isso, já foi vítima de um ataque a faca que quase o matou, e narra que o partido dele é rotulado como fascista, e extremista, só porque ousa se opor a esta mal sucedida tentativa de multiculturalização.
Só não concordo com a reportagem que fala em "Islã radical", pois isto não existe, já que não há no Corão qualquer menção a Islã moderado...

O curioso filoislamismo dos progressistas

Muito bom post do mister X (http://blogdomrx.blogspot.com) sobre o Islã e sua união com as esquerdas. O discurso marxista já morreu faz tempo, mas as suas viúvas encontraram no Islã uma forma de sobrevivência, pregando sobre a opressão, sobre antisionismo, sobre antissemitismo, sem se dar conta de que sob o regime dos aiatolás todos os infiéis são dhimmis - cidadãos de segunda classe - e pagam por isto. As esquerdas terão apenas uma opção caso algum dia o Ocidente e seus valores sejam derrotados, a conversão ou a morte, como, aliás, manda o Corão.

O Fábio Marton tem um excelente post sobre a decadência ocidental, no qual observa alguns possíveis consolos nas horas de maior pessimismo. Creio que concordo com ele: como escrevi na caixa de comentários de lá, o Ocidente, mais do que uma região, é um modo de pensar. Pode regredir, mas não desaparecer completamente. Se for escorraçado da Europa e até dos EUA, talvez sobreviva na Ásia, é o que parecem indicar algumas tendências (os asiáticos estão copiando as coisas boas do Ocidente e dispensando com as negativas). Na América Latina não levo muita fé, não: macaquinhos imitadores que somos, sempre seguimos tendências, raramente as criamos. Além disso, algo me diz que, quando a coisa pegar fogo, é quase certo que apostaremos no cavalo errado.
Chavez e Lula, por exemplo, já estão lambendo o saco dos aiatolás, dos russos e dos chineses, sonhando com um novo império islamocomunista. Porém, nada indica que os nossos novos overlords serão muito melhores do que os "imperialistas americanos". Não creio que sejam demasiado clementes conosco.
De fato, uma coisa que me surpreende muito é o filoislamismo da esquerda, em especial dos esquerdistas ateus. Os sujeitos - a começar pelo próprio Obama - elogiam sem parar o Islã, falam de sua incrível tolerância, dos grandes inventos que criaram para nós ocidentais, e de como foram os únicos responsáveis pelo ressurgimento do Ocidente das "trevas da Idade Média". Tudo lorota, é claro, como qualquer estudante competente de História (não é o caso de Obama) pode informar.
Mas, mesmo que fosse verdade: a esquerda não odeia o Ocidente, e não está sempre a criticá-lo como fonte de todo mal na Terra? Por esse ponto de vista esquerdopata, o melhor favor que o Islã podia ter-nos feito era mesmo eliminar-nos sob o fio da espada lá por 1300...
Ao mesmo tempo, os esquerdistas odeiam a religião cristã, e aquilo que enxergam como seu "atraso": seu antiabortismo, antihomossexualismo, antipornografia, antieutanásia, etc. Porém, nesse aspecto social, fora a cor local e uma diferença cá e lá, os radicais islâmicos defendem muitas das mesmas coisas que os "fundamentalistas" cristãos, apenas sob um signo religioso diferente (e com maior violência). Se os cristãos estão "atrasados", os islâmicos não saíram da idade da pedra.
Leio agora, por exemplo, que os fanáticos palestinos tentaram um ataque usando cavalos-bomba. Felizmente nenhum civil ou soldado israelense morreu, mas morreram vários cavalos na tentativa. Ué! A esquerda não era a favor dos "direitos dos animais"?
Por que os progressistas os apóiam? A homofobia dos islâmicos é mais "pura"? Sua raiva mais sagrada? Ou julgam os progres que, uma vez derrotado o Ocidente cristão, poderão livrar-se dos islamitas e conduzi-los sabiamente ao esclarecimento ateu? Se acreditam nisso, seria bom que se informassem melhor sobre a Revolução Islâmica no Irã.

DICIONÁRIO PARA LER JORNAIS

Dicionário para melhor compreender o que se lê nos jornais, elaborado em 2006, por Jose Javier, do blog espanhol “desde mi rincón”, traduzido e adaptado por mim com a licença do autor.

Agressão Israelense –qualquer operação realizada por judeus para tentar evitar um ato terrorista.
Ataque deliberado – falta de pontaria dos mísseis e bombas israelenses, não aplicável aos Katiushas e Qassams utilizados por terroristas, já que se supõe que estes podem destruir não importa o quê.
Ciclo de violência – palavra utilizada para denegrir aquele que é atacado e tenta se defender.
Civis inocentes – 1.terrorista em trajes civis.
2.qualquer árabe morto ao ser usado como escudo humano.
Danos colaterais – faz referência principalmente às vítimas dentre os escudos humanos do Hamas ou Hezbollah, já que os civis israelenses mortos são objetivos militares.
Defesa de seu país – lançamento de foguetes de áreas civis contra áreas civis.
Escudo humano – razão pela qual os judeus não devem tentar eliminar os terroristas.
Expansionismo – política israelense que consiste em derrotar os países que querem varrer Israel do mapa.
Força internacional – unidade militar impedida de utilizar suas armas e que é capaz de fugir com a mesma velocidade.
Força internacional de paz – força de ocupação sempre e quando não for americana ou israelense.
Guerra assimétrica – atos bélicos nos quais os terroristas islâmicos podem lançar milhares de foguetes contra qualquer objetivo em Israel (de preferência objetivos civis), de um Estado vizinho e que os judeus não podem responder por não se tratar de um exército convencional.
Holocausto – 1.algo que os judeus devem esquecer
2.algo que nunca existiu e que está sendo manipulado pelos judeus para justificar o que estão fazendo na Palestina e em outros lugares muçulmanos.
Holocausto Palestino – razão pela qual do milhão de palestinos que havia em 1948, agora existem tão somente 3 milhões na Cisjordânia e em Gaza, e outros 3,5 milhões no resto do mundo.
Judeu bom – aquele que considera que o Estado de Israel não deve existir.
Linha verde – fronteira para a qual os judeus devem se retirar e que por artes mágicas vai ser aceito por seus vizinhos árabes.
Luta palestina – 1.a tentativa dos últimos 61 anos de tomar uma decisão correta na direção de uma paz com Israel (sem tê-la conseguido até agora).
2.queixa árabe, já que depois de cinco guerras ainda não conseguiram jogar os judeus no mar.
Lutador pela liberdade – terrorista islâmico que foi submetido a uma lavagem cerebral para se explodir num ônibus.
Mártir – diz-se do adolescente ao qual um grupo de muçulmanos adultos, a centenas de quilômetros de distância e cercado de crianças (escudos humanos) que foi submetido a uma lavagem cerebral para que se suicide num restaurante cheio.
Massacre – se aplica exclusivamente à resposta judaica a um ataque terrorista islâmico.
Militante– palavra usada pelos meios de comunicação ocidentais para fazer referência aos terroristas islâmicos.
Negociação – conversações em que Israel deve ser o único a fazer concessões.
Pacificação – oportunidade de se mostrar ao mundo que os terroristas islâmicos são bons garotos e não querem causar dano a ninguém.
Palestina – não existe, mas inclui Israel.
Paz justa e duradoura – desaparecimento do Estado de Israel.
Processo de paz – negociações levadas a cabo durante os últimos 61 anos e que sistematicamente teem sido boicotadas por Israel que se nega a mergulhar no mar.
Resistência legítima – 1.negação do direito de existência do Estado de Israel.
2.Justificativa dada principalmente a terroristas islâmicos após se explodirem numa fila de cinema.
3.Motivo pelo qual os terroristas não usam o cérebro.
Resposta desproporcional – arte mágica pela qual Israel passa de agredido a agressor e os terroristas islâmicos de carrascos a vítimas do cruel Estado Sionista.
Resolução 1559 – uma prova a mais da capacidade da ONU de pacificar uma zona em guerra.
Retorno dos refugiados – o cavalo de Tróia que os judeus se negam a colocar dentro das muralhas.(resolução passada por ocasião do confronto Israel x Hezbollah).
Testemunha ocular – pessoa que deve ter visto algum massacre israelense.
Terra árabe – vai da Espanha ao Iraque (ambos inclusive).
Terra muçulmana – qualquer parte do planeta em que se encontrem muçulmanos.
Trégua – oportunidade para que os terroristas se reagrupem e se rearmem.
Vitória islâmica – 1.quando um homem bomba consegue explodir um mercado.
2.quando um civil árabe, usado como escudo humano, é morto por soldados israelenses.
3.converter um gesto de paz de Israel em uma nova oportunidade de “jogar os judeus ao mar”.

Mequinho no Rio!


Está sendo realizado no Rio de Janeiro, no Clube de Xadrez Guanabara, o único clube da modalidade na cidade (Av Churchill 109, s.loja) o torneio Zonal Sul Americano, com a participação de vários Grandes Mestres, inclusive Mequinho que após a segunda rodada lidera a competição.
Quem quiser acompanhar partidas e resultados pode acessar o blog de um dos auxiliares de arbitragem, o Mestre Fide Arruda aqui.

Zero Coca Zero na Venezuela


Hugo Chavez proíbe a Coca Cola Zero na Venezuela.
Sob o pretexto de que faz mal à saúde dos venezuelanos o governo bolivariano de Chavez proibiu a venda do refrigerante no país.
A empresa já anunciou que vai parar a produção da bebida, mas adiantou que não há nenhum componente que possa fazer mal à saúde.
É mais uma excentricidade, para dizer o mínimo, do governo venezuelano que visa uma empresa norte-americana.

Formandos não podem trazer espadim.

Do Washington Times vem a notícia de que todos os futuros cadetes da Academia Naval dos EUA estão sendo instruídos, por escrito, para que deixem em casa ou nos seus carros "todas as espadas cerimoniais" e tudo que "possa ser considerado como arma ou ameaça" na cerimônia ao ar livre que terá o presidente Obama como orador. Quer dizer, trocando em miúdos, que o tradicional espadim, que todos os cadetes usam como parte do uniforme, foi proibido.
São duzentos anos de tradição que vão ser alterados agora, pelo presidente da mudança.
Será que depois disto vão banir medalhas, condecorações e diplomas? Ou, na verdade, a segurança do presidente teme algum atentado pelo que vem fazendo?

Direitos para terroristas.


Mais uma do governo da mudança nos EUA.
Os terroristas capturados deverão ser avisados sobre seus direitos, ou seja, aquelas frases que vemos nos filmes e que são obrigatórias sob pena de ser anulado qualquer julgamento:
"você tem direito de ficar em silêncio", "você tem direito a um advogado" e "tudo o que você disser poderá ser usado numa corte de justiça", o que lá se chama "Miranda rights".
Traduzindo: um jihadista de qualquer nacionalidade é capturado numa batalha no Afeganistão, ao tentar matar soldados americanos, e o seu captor tem que ler essas frases para ele!
O absurdo é que 1. estão em guerra; 2. estão num país estrangeiro onde a lei americana não se aplica; 3.o jihadista ou terrorista não é sequer cidadão do país em que foi capturado (os guerreiros santos ou mujahedins chegam do mundo todo para lutar pelo Islã onde quer que haja guerra santa).
A tal correção política está chegando ao absurdo dos absurdos, como se vê.
A tal mudança apregoada na campanha presidencial americana realmente está sendo feita...

SERPENTE ROBÔ

Uma serpente-robô para missões perigosas.
O exército israelense está testando uma nova maneira de penetrar em lugares inacessíveis para o ser humano, um robô em forma de serpente que pode penetrar nas linhas inimigas praticamente sem ser detectado, entrar em prédios por buracos e coisas assim, sem expor a vida dos soldados (filosofia bem diferente dos inimigos que fazem questão de morrer).
É mais um produto da tecnologia que vem se juntar a robôs que desmontam bombas e ao avião que voa sem piloto.
O vídeo é narrado em hebraico, mas dá para se ter perfeita noção deste novo auxiliar do ser humano.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Deux passagers suspects sur le vol AF447

EIS A ÍNTEGRA - NO ORIGINAL - DA NOTÍCIA QUE JÁ CORRE O MUNDO, SOBRE SUSPEITA DE TERRORISMO NO VOO DA AIR FRANCE,DIRETAMENTE DO SEMANÁRIO FRANCÊS L'EXPRESS, EDIÇÃO ELETRÔNICA.

Deux passagers suspects sur le vol AF447

Par Pascal Ceaux, publié le 09/06/2009 11:02 - mis à jour le 09/06/2009 11:08
Les services de renseignement français ont relevé deux noms correspondant à des personnes connues pour leur lien avec le terrorisme islamiste. Faute de date de naissance, l'identification reste incomplète.
L'hypothèse d'un attentat contre le vol Air France 447 reliant Rio de Janeiro à Paris, le 1er juin, n'a pas été totalement écartée, même si elle semble très peu probable. En vérifiant la liste des passagers, les services de renseignement français ont relevé deux noms correspondant à des personnes connues pour leur lien avec le terrorisme islamiste. L'identification est toutefois restée incomplète, faute de connaître la date de naissance des suspects: il pourrait s'agir de simples homonymes. Aucune revendication sérieuse n'a par ailleurs été enregistrée. Au total, 228 personnes ont trouvé la mort dans la plus lourde catastrophe de l'histoire d'Air France.

Grifei um trecho onde se diz, sobre a hipótese de atentado, que "nenhuma reivindicação SÉRIA" foi registrada...o que poderia dar a entender que reivindicações que não foram levadas a sério aconteceram?

Carta aberta ao Presidente Obama

Carta aberta ao Presidente Obama, por Brigitte Gabriel (em inglês). (veja aqui).

Brigitte Gabriel é apenas uma das maiores ativistas do mundo na luta contra o islamo-fascismo. Mulher de coragem, jornalista, fluente em vários idiomas, de origem libanesa e radicada nos Estados Unidos, percorre o mundo proferindo conferências a respeito do Islã, muitas delas disponíveis no youtube, que vale a pena conferir.
Na carta aberta a Obama ela mostra ao presidente , como vários outros comentaristas, os vários erros históricos do discurso que ele proferiu no Cairo, e mostra que a raiz de todos os males dos fanáticos muçulmanos é a religião em si, o Corão que determina a conduta de seus fiéis.
Um dos aspectos interessantes do que ela conta, é sua relação com Israel e os judeus.
Inicialmente, como todas as pessoas que vivem nos países que são inimigos do Estado Judeu, via os israelenses como demonios, para dizer o mínimo, mas convivendo com eles, em razão de vários acontecimentos dramáticos em sua vida, deparou-se com a verdade.
Ela é jornalista e mantém uma organização a ACT – American Congress For Truth e um site www.actforamerica.org.
Uma de suas frases, já famosa, diz que "A diferença, meu amigos, entre Israel e o Mundo Árabe é a diferença entre a civilização e o barbarismo. É a diferença entre o bem e o mal … isso é o que nós estamos vendo no Mundo Árabe, eles não têm alma! Eles estão cegamente voltados a matar e destruir. E no nome de algo que eles chamam "Allah", que é bem diferente do Deus que cremos porque nosso Deus é um deus de amor" – Brigitte Gabriel.

TERROR NO 447?

DEZENAS DE BLOG MUNDO AFORA PUBLICARAM HOJE QUE DENTRE OS PASSAGEIROS DO AVIÃO DA AIR FRANCE SINISTRADO HAVERIA DOIS COM LIGAÇÕES COM GRUPOS TERRORISTAS, DE ACORDO COM ALGUÉM DOS SERVIÇOS DE SEGURANÇA FRANCESES.
A notícia foi veiculada no site do Terra, no meio da manhã, e no jornal espanhol El País.
Eu não descarto a hipótese, mesmo porque, assim que a notícia do sumiço da aeronave foi dada e a lista dos desaparecidos divulgada, vi que havia 5 passageiros de países muçulmanos...
Claro que não quer dizer nada, mas pode querer dizer tudo também, pois se nem todo muçulmano é terrorista, quase todos os terroristas em ação pelo mundo são muçulmanos. Isto não é islamofobia, nem preconceito, é fato, bastando ver quem explode bomba, quem se suicida com explosivos, quem luta contra governos estabelecidos, quem pratica genocídio contra cristãos na África e por aí vai.
Não seria preciso nem uma bomba a bordo, como alertado dias antes em Buenos Aires, mas uma ação rápida contra a tripulação que, lembremo-nos, não teve tempo nem de pedir socorro ou de avisar o que estaria acontecendo.
Como no Brasil a segurança dos aeroportos é pífia, e dias antes foi noticiada a prisão de um suspeito de ser da Al Qaeda em São Paulo, não custa pensar na hipótese de terror no acontecido, mesmo que não tenha sido, por enquanto, reivindicado por nenhum grupo (e pode até ter sido sem que tenha sido divulgado pela imprensa), além de envolver a credibilidade de uma empresa do porte da Air France e da consequente diminuição de passageiros caso confirmado o atentado.
Um dos relatos que sairam no Globo esses dias fala num piloto de outra companhia que teria visto uma bola de fogo perto do ponto onde o avião desapareceu...Explosão?
Num dos muitos episódios de total descaso e falta de segurança que já vi em aeroportos por aqui, o último foi numa chegada ao aeroporto do Galeão em que os passageiros tinham de colocar bolsas, pastas e objetos de mão numa esteira para o tal exame de raio-x antes de mostrar (?) o passaporte. Uma moça que estava na minha frente na fila, colocou um embrulho na esteira, mas uma bolsa que ela trazia a tiracolo passou direto, bem à vista do funcionário (polícia?)...
E mais, os funcionários que recebem os passaportes na chegada são terceirizados ou algo do gênero, pois não parecem ser policiais de imigração (nem temos isto aqui) ou federais. Parecem burocratas comuns que examinam de qualquer jeito, teclam qualquer coisa num computador e mandam embora.

O reverendo Wright, mentor espiritual de Hussein Obama, de quem ele havia se afastado durante a campanha por não querer ver sua imagem ligada a alguém que é manifestamente antissemita, voltou a aparecer e declarou que "os judeus não vão deixar que ele fale comigo. Eu disse para minha filha mais nova, ele vai falar comigo em 5 anos quando não tiver mais prestígio, ou em 8 quando deixar o cargo".
"Não vão deixá-lo falar com alguém que chama as coisas pelo que são...Eu disse desde o início: ele é um político, eu sou um pastor. Ele tem de fazer o que políticos fazem".
O pastor também disse que Obama deveria ter mandado uma delegação para a Conferência Mundial sobre Racismo, em Genebra, Suíça, mas o presidente não o fez por medo de ofender os judeus e Israel.
"A limpeza étnica está continuando em Gaza.A limpeza étnica dos sionistas é um pecado e um crime contra a humanidade, e eles não querem que Barack diga isso porque é anti-Israel", continuou o pastor.
Assim, vê-se que o sujeito não perdeu a mania de ofender judeus e Israel, destilando seu ódio e preconceito, e agora ele volta à carga. A imagem dele foi considerada prejudicial à campanha de Obama, apesar deste frequentar a igreja do pastor por mais de 20 anos...
Como diria um antigo personagem de Jô Soares "tem gente que é cega...".

RAPOSA / SERRA DO SOL: AS FABULOSAS INDENIZAÇÕES


Mostrando larga generosidade, a FUNAI fez questão de compensar com "inesperada justiça" a todos os fazendeiros que foram expulsos de RAPOSA SERRA DO SOL.
Vejam, abaixo, a lista das fabulosas indenizações, que vão "enriquecer" os espoliados.

Fazenda São João R$ 168,81
Fazenda Eldorado R$ 1.436,05
Antonio Almeida Lima R$ 1.918,34
José Batista Neto R$ 2.717,42
Manoel Evangelista Dias R$ 6.287,93
Casa Clube das Mães (Surumu) R$ 15.913,97
José Alves Crispim R$ 32.958,25
Espólio de Levindo Inácio de Oliveira R$ 33.387,76
Espólio de Cícero Pereira da Silva R$ 40.752,76
José Vieira de Albuquerque R$ 46.420,40
Maria Tereza Costa de Magalhães R$ 49.560,23
Ivo Barili R$ 97.262,31
Manoel da Silva Mota R$ 124.592,27

Perfazem uma fabulosa indenização total de R$ 453.000,00 que já podem receber as quantias depositadas no Banco do Brasil.
Mas temos que ser tolerantes, porque é mais importante indenizar os heróicos guerrilheiros anistiados, como por exemplo Dilma Rousseff que, segundo noticiaram, pleiteia indenização em 3 diferentes Estados da Federação.
Assim, vemos o quanto vale ser da "tchurma" do governo e o quanto NÂO vale quem não é...
Como pode uma fazenda valer R$168,oo? Isto é o preço de um jantar para dois num restaurante de classe média no Rio ou São Paulo...
Eu queria saber se nós depositássemos tal soma no Banco do Brasil será que poderíamos ficar com pedaços de terra da União? Mas, pensando bem, é melhor invadir, pois como disse nosso (?) Lula da Selva invadir é bom negócio quando se está na oposição...

BB GAY

Quem sabe vão fazer um por aqui também?

BBGay! ( via Menorah Rapidinhas).

Sob a promessa de ser o "mais cosmopolita" e com participantes "dos quatro cantos do mundo", começou, na quinta-feira, a nova edição do programa Big Brother britânico - com um brasileiro entre os moradores da casa. O estudante Rodrigo Lopes, de 23 anos, é meio italiano e diz ter se mudado para a Grã-Bretanha em busca de uma vida melhor. Ele foi descrito pela apresentadora do programa britânico como um rapaz "que acha que pode ser gay", já que atualmente "sai com homens e mulheres em quantidades iguais", embora "não fosse interessado em homens antes de vir para a Grã-Bretanha". Entre os outros 15 concorrentes, estão uma ex-coelhinha da Playboy, um rico empresário formado na prestigiosa Universidade de Oxford, um estudante de moda iraniano que "lamenta não ter um pênis maior", um líder estudantil indiano virgem e uma cantora russa que fez sucesso no seu país natal.

terça-feira, 9 de junho de 2009

Obama é um falso profeta.

"Quem assumirá a responsabilidade por um novo Holocausto?
Estamos nos tornando uma nação fraca.
Tudo o que Obama aconselha é um desastre.
Obama é um falso profeta."
Tudo isto foi dito por Jon Voight, pai da Angelina Jolie e ator veterano de Hollywood.
Rara voz em meio a tantos "liberais" da meca do cinema.


A partir da próxima edição este blog estará colaborando para a mais antiga revista judaica do país, Menorah, editada por Ronaldo Gomlevsky, e que traz a cada número matérias de interesse não só da coletividade judaica do Brasil, mas do público em geral.
Tenho a honra, portanto, de participar como colunista nessa prestigiosa revista.
O banner da Menorah ficará neste blog para aqueles que quiserem acessar o site ou mandar notícias para a newsletter, as já famosas Rapidinhas.

Vamos desarmar os EUA.

Não podemos pedir ao Irã ou à Coreia do Norte que se desarmem sem darmos alguns passos para nos desarmarmos.
Frase dita por Hussein Obama no vídeo abaixo...
Ou seja, ele está dizendo que pretende desarmar os Estados Unidos, na tola esperança de que os aiatolás e o ditatorzinho coreano sigam o seu exemplo.
Acho que Olavo de Carvalho tem razão ao dizer que a missão de Obama é enfraquecer os Estados Unidos.

Gases do gado pagarão imposto.

A Agência de Proteção Ambiental dos EUA - EPA - encontrou um meio original de combater o aquecimento global: vai taxar a flatulência do gado!
Como se sabe já foi noticiado que vacas e o gado em geral são um dos grandes emissores de gás metano na atmosfera, e o governo de Obama vai fazer algo a respeito, taxando as emissões! Como se pode esperar os criadores de gado não estão nem um pouco satisfeitos...
A Associação dos Criadores de Gado dos Estados Unidos (USCA) já mandou carta para a Agência governamental protestando contra a ideia.
Resta agora o governo de Lula da Selva adotar a mesma medida que, se posta realmente em prática, só vai resultar em maiores preços para a carne e o desestímulo aos pequenos criadores.
Cada vez mais o mundo antevisto por Ayn Rand em sua obra vai se desenhando...
Governo demais, empresas de menos, impostos demais e estímulos à criatividade e a
os negócios de menos...

DESCULPA, BARACK, NÃO HAVIA MUÇULMANOS NO MAYFLOWER

Leiam o artigo abaixo (obrigado José Paulo C.), que mostra erudição e clareza, e aponta, como poucos outros que li, as bobagens históricas cometidas, (lembra bem as lulices do nosso líder) ainda não se sabe bem porquê, pelo presidente americano.

Paul L. Williams, Ph.D. (Thelastcrusade.org)

“…that it was founded on the Laws of their Prophet, that it was written in their Koran, that all nations who should not have acknowledged their authority were sinners, that it was their right and duty to make war upon them wherever they could be found, and to make slaves of all they could take as Prisoners, and that every Musselman (Muslim) who should be slain in Battle was sure to go to Paradise.”

Discursando na Universidade do Cairo, Barack Hussein Obama disse que os americanos estão em dívida com o Islã pela grande contribuição que os muçulmanos deram à história e ao desenvolvimento dos Estados unidos.
“Eu sei que o Islã sempre foi parte da história americana,” disse o Sr. Obama a uma multidão de muçulmanos não esclarecidos. “A primeira nação que reconheceu meu país foi o Marrocos... E desde nossa fundação os muçulmano-americanos enriqueceram os Estados Unidos”.
O Sr. Obama seguiu dizendo: “Eles [os muçulmanos] lutaram em nossas guerras. Serviram em nosso governo. Apoiaram os direitos civis. Abriram negócios. Ensinaram em nossas universidades. Destacaram-se em nossas arenas esportivas. Eles ganharam prêmios Nobel, construíram nossos prédios mais altos e acenderam a chama Olímpica. E quando o primeiro muçulmano-americano se elegeu recentemente para o Congresso, ele fez o juramento de defender a nossa Constituição usando o mesmo Corão sagrado que um de nossos Pais Fundadores, Tomas Jefferson, tinha guardado em sua biblioteca particular.”
Ninguém na Universidade egípcia ou na mídia internacional deu atenção à bizarra interpretação da história americana feita pelo Presidente, muito menos a sua confusão sobre a Nação do Islã (a religião de Muhammad Ali e Malcom X) que tem mera similaridade com o Islã ortodoxo. A Nação do Islã ensina que Alá pessoalmente era um bona fide maluco chamado Wallace Fard e que Eli Muhammad, um vigarista com QI 70 e não o Profeta Maomé, era o verdadeiro profeta de Alá.
Vamos colocar os pingos nos is de uma vez por todas.
Desculpa Barack Hussein, mas dentre os passageiros do Mayflower e os colonizadores em Jamestown não havia sequer um muçulmano. Os muçulmanos visivelmente se ausentaram das tropas do Exército da Revolução, de George Washington e não tiveram papel algum na criação da república Americana – a não ser pelo fato de a primeira declaração de guerra do novo país ter sido contra as forças do Islã na forma de bárbaros piratas.
Apesar do folclore popular, poucos muçulmanos estavam entre os 12 milhões de africanos negros que foram enviados para o Novo Mundo entre os séculos 17 e 19. Na verdade os muçulmanos não eram os escravos, mas os comerciantes de escravos. O professor senegalês Amadou-Mahter M’Bow escreveu que em 1587 um navio de Moriscos (Mouros em espanhol) aportou na costa da Carolina do Sul. Os Mouros, afirma, migraram para as montanhas do leste do Tennessee e para o oeste da Carolina do Norte e lá estabeleceram colônias. Na verdade isso é pura especulação. Não existe um milímetro de arquivos ou provas arqueológicas que sustentem essa afirmação.
Isso para não dizer que nenhum escravo muçulmano foi transportado para as colônias. Dois – Ayuiba Suleiman Diallo e Omar ibn Said - foram trazidos para a América in 1731, mas ambos retornaram a África em 1734. Num esforço hercúleo para fixar pelo menos um muçulmano na América antes da Guerra Civil, Muçulmanos na América, um website islâmico, aponta para o nome de Mahomet, o bisneto de Uncas, o fundador de tribo Mohegan, numa lápide em Norwich, Connecticut. O nome desse americano nativo, argumentam eles, lembra o nome do profeta, e, então, ele deve ter sido convertido ao Islã.
Num esforço similar, os compiladores de The Collections and Stories of American Muslims, uma organização não governamental, alegam que Peter Salem, um ex-escravo que lutou na batalha de Bunker Hill, era provavelmente muçulmano, já que “Salem” tem semelhança etimológica com “Salaam”, a palavra árabe para paz.
Como uma prova a mais, eles se voltaram para o folclore, como a estória de Old Tom, um escravo numa plantação na Geórgia que alegadamente disse, “Alá é Deus e Maomé seu Profeta” em seu leito de morte – e o conto duvidoso “Old Lizzy,” um escravo do condado de Edgefield, que supostamente disse, “Cristo construiu Sua primeira Igreja em Meca”.
Surpreendentemente, não existe registro de nenhum americano muçulmano entre os alistados e recrutados para a Primeira Guerra Mundial, para não citar os exércitos azul e cinza na Guerra Civil. A grande onda migratória que durou de 1865 a 1925 trouxe 35.000.000 de pessoas para o Novo Mundo: 4.500.000 da Irlanda, 4.000.000 da Grã Bretanha, 6.000.000 da Europa Central, 2.000.000 dos países escandinavos, 5.000.000 da Itália, 8.000.000 do Leste Europeu, e 3.000.000 dos Bálcans. Mas o número de muçulmanos que vieram do Oriente Médio é estatisticamente nulo.
Em 1960, além de alguns templos da Nação do Islã, as únicas mesquitas nos Estados Unidos eram em Cedar Rapids, Iowa, Dearborn, Michigan, e Washington DC (que abriu em 1957) – e as três juntas tinham menos de 200 membros. Quatro outras cidades tinham pequenas mesquitas com menos de 8 membros. Ah, sim, Jefferson realmente possuía uma cópia do Corão que Keith Ellison, nosso primeiro Congressista abertamente muçulmano, usou para fazer seu juramento de posse. Mas qual era a opinião de Jefferson sobre o Islã? Será que ele acreditava que a religião muçulmana era uma influencia saudável para os negócios internacionais? Longe disso. Em 1786 Thomas Jefferson então embaixador americano na França, e John Adams, então embaixador americano na Inglaterra, se encontraram em Londres com Sidi Haji Abdul Rahman Adja, o embaixador argelino na Inglaterra, numa tentativa de negociar um tratado de Paz com os Piratas Berberes, apoiados por uma votação do Congresso para levantamento de fundos. Esses dois futuros presidentes informaram, mais tarde, ao Congresso Americano as razões da hostilidade muçulmana perante a América, uma nação com quem eles não haviam tido contato anteriormente.
“...que foi fundado nas Leis de seu Profeta, que estava escrito em seu Corão, que todas as nações que não reconheciam sua autoridade eram pecadoras, que era seu direito e dever fazer guerra contra eles, onde quer que estivessem, e fazer de escravos todos os prisioneiros, e que todo Musselman (Muçulmano) que morresse em batalha certamente iria para o Paraíso.”
Jefferson estava certo.
Obama está errado.
Tradução: Frederico De Paola (publicado em http://www.heitordepaola.com/publicacoes_materia.asp?id_artigo=920)

A espantosa ofensa de Obama a Israel e ao povo judeu.


Não deixe de ler o que talvez seja o artigo mais importante de hoje na web (em inglês) escrito por Anne Bayefsky.
http://www.jewishworldreview.com/0609/bayefsky060909.php3
e leia também
http://jewishworldreview.com/cols/gaffney060909.php3

onde Frank Gaffney, Jr diz que Obama é o primeiro presidente muçulmano da América...
Quanto mais eu leio, mais eu vejo que o momento político-histórico em que estamos vivendo se assemelha demais ao ano de 1938, com o famigerado pacto de Munique assinado por Hitler e Chamberlain, onde se entregou a Tchecoeslováquia aos nazistas.
Agora está se entregando Israel e os judeus a um novo genocídio, anunciado, propagado e assumido claramente pelos islamo-fascistas.

Pesquisa da CNN

A CNN está fazendo uma pesquisa sobre Israel e os árabes.
Basta entrar no link abaixo e clicar na bandeira que você prefere, ou seja, uma democracia liberal, aberta, moderna ou o obscurantismo islamo-fascista. (fui parcial?...).



http://www.israel-vs-palestine.com/gz/

Complô para derrubar o presidente do Peru.

E acabei de receber esta notícia sobre o que está acontecendo aqui ao lado, no Peru (os nossos noticiários televisivos mostraram ontem os enfrentamentos).

UnoAmérica denuncia complot para derrocar a Alan García
- Pide investigar nexos con Hugo Chávez y Evo Morales -

La Unión de Organizaciones Democráticas de América, Uno América, denuncia un complot para derrocar el gobierno en Perú, legítimamente electo de Alan García.
Uno América, con sede en Bogotá, Colombia, emitió una nota de prensa donde acusa a la plataforma comunista del Foro de Sao Paulo, como principal promotor de los enfrentamientos violentos registrados el fin de semana en Perú, en la zona de Bagua, Amazonas y otras localidades del país y acusa a Hugo Chávez, como principal financista de los disturbios.
La nota de prensa dice textualmente:
Está en marcha un plan para derrocar al Presidente del Perú, Alan García, orquestado por sectores indigenistas pertenecientes al denominado Foro de Sao Paulo.
Según UnoAmérica, la desestabilización y la violencia que actualmente se desarrolla en el Amazonas peruano es idéntica a la maniobra puesta en práctica por el movimiento indígena liderado por Evo Morales en el 2003, para derrocar al presidente boliviano Gonzalo Sánchez de Lozada.
En ese entonces, Morales se aprovechó del descontento popular, suscitado por la intención del gobierno de exportar gas través de puertos chilenos, para provocar la violencia y el caos. Una vez depuesto, Sánchez de Lozada denunció que la operación fue financiada por Hugo Chávez.
En enero de 2001, el presidente ecuatoriano Jamil Mahuad también fue derrocado, a través de un golpe orquestado por la Confederación de Nacionalidades Indígenas de Ecuador (CONAIE), a través de movilizaciones muy similares a las que hoy promueve en el Perú la Asociación Interétnica de Desarrollo de la Selva Peruana (AIDESEP), presidida por Alberto Pizango.
La ADISEP forma parte de una red indigenista internacional que no lucha por los derechos de los aborígenes, sino que los manipula y los usa como carne de cañón para alcanzar el poder político. La AIDISEP participó en el Foro Social Mundial realizado en Caracas en enero de 2006, el cual fue financiado por el gobierno de Hugo Chávez.
Llama la atención que Hugo Chávez, Evo Morales, los movimientos indigenistas bolivianos, la CONAIE y el Partido Socialista del Perú, que hace causa común con la AIDESEP, pertenezcan todos al Foro de Sao Paulo.
En resumen: Los actores, los procedimientos, los objetivos y las ideologías que caracterizan los hechos de violencia suscitados en el Amazonas peruano, indican que se trata de la repetición de un libreto diseñado en Cuba, financiado por Venezuela y puesto en práctica por el indigenismo internacional, para tomar el control de otro gobierno latinoamericano.
Continúa la nota de prensa: "Sugerimos al gobierno peruano emprender una investigación sobre los vínculos de Pizango con Chávez y Morales. Ésa es la forma de determinar quién está detrás de la desestabilización, quién la financia, y cuáles son sus objetivos."

Acabando com o pecado.

No Irã, como sabemos, bebidas alcoólicas são proibidas e podem até dar cadeia.
Aqui temos fotos da destruição de garrafas e latas de bebidas feitas por soldados.
As fotos são da Fars News Agency e foram tiradas por Hassan Ghaedi




Em 3 minutos ele negou a legitimidade de Israel...

Charles Krauthammer, importante analista político norte-americano, diz no vídeo que o discurso de Hussein Obama em Cairo "ajudou os radicais do Irã quando praticamente aceitou o programa nuclear deles" e que "em 3 minutos Obama deslegitimizou a existência de Israel como jamais um presidente americano fez".
Ele se refere ao discurso proferido no campo de concentração de Buchenwald, onde o presidente americano disse que Israel nasceu do Holocausto, o que, como se sabe, é ignorância pura, já que
desde o início do século XX a Declaração Balfour é de 1917 (e ali se prometia um Estado para o povo judeu, coroando o trabalho de muitos sionistas como Herzl).
Obama precisa urgente de um curso sobre História e não posso compreender como um sujeito chega à presidência da maior potência do planeta e não tem assessores competentes para dirigir seus discursos. Ou, e aí também não duvido, tudo está sendo feito de caso pensado, não só para agradar a platéia árabe e muçulmana, mas também para justificar a extinção de Israel.

Flamengo x Corinthians. Onde mesmo?

Vejo nos jornais que está sendo programado um jogo entre o Flamengo e o Corinthians, inclusive com a presença de Pelé e outros, na...Palestina!
Mas fiquei me perguntando onde fica esse lugar. Alguém sabe responder?
No meu mapa-mundi não consegui localizar um país com esse nome.
A única referência geo-política que consegui vislumbrar foi um mapa num Atlas Histórico, onde havia uma província romana chamada de Siria-Palestina e que englobava uma área enorme onde hoje é o Oriente Médio.
Será que o PT, o Lula da Selva e o Amorim fabricaram uma máquina do tempo como sonhava H.G.Wells e vai transportar gente para o passado para jogarem uma partida para os césares? Se for assim sugiro desde já Cesarea, no que hoje é Israel, pois lá há um local ótimo para a prática de esportes...
Na verdade, e deixando de lado a ironia, o que o governo quer é faturar em cima do futebol, novamente insistindo em se alinhar do lado errado. Como se pode programar uma exibição num lugar que não existe e que é motivo de disputas extremamente sérias entre as potências?
Como é que o Itamaraty pode falar nisso quando o Brasil mantém relações com Israel (por enquanto, pois a Venezuela e a Bolívia já expulsaram os embaixadores israelenses), e sabe que a questão é delicadíssima tanto para os judeus quanto para os árabes?
Será que não há ninguém com um pouco de juízo no governo?
Não duvido que daqui a pouco Lula da Selva faça um dos seus improvisos para negar o Holocausto e achar que os judeus é que são os verdadeiros culpados pela crise, pelos terremotos, pelas secas e até pela queda de aviões...

segunda-feira, 8 de junho de 2009

PSDB QUER MUDAR NOMES QUE LEMBREM A "DITADURA".

E aqui no Brasil, informa o Movimento de Ordem Vigília, o PSDB quer banir homenagens a "ícones da ditadura".

Em pleno ano de 2009, o deputado Milton Flávio (PSDB) decidiu enfrentar a ditadura. E sem pegar em armas. Tramita na Assembleia Legislativa de São Paulo um projeto de lei de sua autoria que pretende mudar o nome de todos os lugares públicos do Estado que homenageiam ícones do período da ditadura militar. Até a Rodovia Castelo Branco, principal ligação entre a capital e o oeste paulista, seria rebatizada com nome de uma liderança democrática, noticiou o Estadão.
"O Estado reconheceu que houve tortura ao indenizar ex-presos e perseguidos políticos. Sendo assim, não faz sentido homenagear quem autorizou ou praticou tortura com nome de praça, escola ou estrada", justifica. Para evitar que o projeto seja vetado por vício de origem - proposta do Legislativo que gera despesa ao Executivo -, o texto proíbe que novos locais sejam batizados dessa forma e dá autonomia para que o governador faça a mudança dos nomes atuais com uma canetada. Ou seja: caberia ao ex-perseguido José Serra a palavra final
O plano de mudar a configuração "política" do mapa paulista conseguiu apoios que vão do próprio PSDB ao PT, passando pelo PSOL. "Sou a favor. Não se deve fazer alusão aos responsáveis pela ditadura. Temos de apagar os torturadores da memória da sociedade. Esse projeto deve ter apoio da maioria", acredita o petista Vicente Cândido.

COMENTÁRIO do MOVIMENTO AO QUAL EU NÃO ACRESCENTARIA NADA:
Esse projeto do deputado estadual Milton Flávio (PSDB) é o típico projeto vagabundo – "eu não tenho nada mais importante para fazer na vida".
O Estado bandido além de engordar o bolso da canalha criminosa, com indenizações absurdas, agora quer apagar a história daqueles que lutaram para defender nosso país desses terroristas travestidos de políticos. Eu não acredito que o governador José Serra endosse a pretensão desse cretino, e se o fizer nós vamos descer a lenha.
É melhor nem perdermos tempo com esse cérebro bichado. Um milhão de Miltons Flávios não valem metade de um Castelo Branco. Será que existe bolsa-Ameba para esse tucano lesado?
Não duvidem que logo mais tenhamos os ícones do PT e de seus simpatizantes sinalizando nossas ruas e praças. Essa gentalha não se cansa de tentar vomitar na História.

Espanha vai banir símbolos religiosos.

A Espanha vai banir todo e qualquer símbolo religioso de espaços públicos,tais como escolas, hospitais, prisões e em todas as cerimônias oficiais, informou o jornal Publico.(divulgado por AnsaMed).
A lei de Liberdade Religiosa e Crença está em estudos pelo governo espanhol e eliminará, inclusive, o juramento de posse de ministros, que é feito sobre uma bíblia e em frente a um crucifixo.
A lei regulamentará também o que se chama de objeção de consciência e os direitos daqueles que não professam religião alguma, os ateus.
O objetivo do texto legal, informou o ministro da justiça espanhol é o de criar espaços públicos neutros.
O projeto, que será votado antes do final do ano, "não se dirige contra quem quer que seja, nem influenciará os acordos entre o Estado e a Igreja Católica", disse o ministro.








EQUÍVOCOS OBÂMICOS SOBRE A ANDALUZIA.

TRANSCREVO (via http://alianzacivilizaciones.blogspot.com) UMA ENTREVISTA COM O VENCEDOR DO PREMIO NACIONAL DE HISTÓRIA 2008, NA ESPANHA, SOBRE A RECENTE ALUSÃO DO PRESIDENTE OBAMA À ANDALUZIA E A UMA SUPOSTA TOLERÂNCIA QUE HAVERIA NAQUELA ÉPOCA NO QUE DIZ RESPEITO A CRISTÃOS E JUDEUS VIVENDO SOB O DOMÍNIO ISLÂMICO. VEJAM O QUE DIZ O ESPECIALISTA...
Os trechos em vermelho são destaques meus.

"Al Andalus no era ningún sueño de convivencia"
Miguel Pato (Periodista Digital)-. Entrevista a Fernando García de Cortázar.

El Premio Nacional de Historia 2008 analiza las recientes declaraciones del presidente de EEUU en el que pone como ejemplo de entendimiento de las culturas lo que fue en España Al Andalus y el esplendor de Córdoba en el siglo X. García de Cortázar es tajante al afirmar que las “asociaciones que saltan por los siglos son siempre falaces y peligrosas”.

¿La convivencia entre judíos, musulmanes y cristianos en Al-Andalus fue tan rica como popularmente se cree?

Culturalmente dio muchos frutos, pues parte de la sabiduría clásica llegó a Europa a través de Al-Andalus. Ahora bien, aquel mundo no era ningún sueño de convivencia y sólo el siglo XIX con su búsqueda de paraísos exóticos y felices ha podido llegar a afirmar ese ensueño romántico.

¿Es un ejemplo que realmente deberíamos de aplicar hoy en nuestras relaciones internacionales?

No. Es absurdo. Al Andalus era un mundo extremadamente violento y cruel. El Islam era y es una teocracia, a la que le resulta difícil aceptar la modernidad. No ha tenido los procesos de secularización que ha tenido la teología cristiana con un Tomás de Aquino de intérprete de Aristóteles.

¿Era un entorno tan idílico, en cuanto a libertad religiosa se refiere, como suelen creer algunos?

Ni mucho menos. Judíos y cristianos debían pagar impuestos especiales y gozaban de menos derechos que los musulmanes, eran súbditos de segunda. A las discriminaciones de la Córdoba Omeya, hay que sumar, además, las persecuciones religiosas de almorávides y almohades. Averroes, sabio musulmán, y Maimónides, sabio judío, sufrieron el peligroso fanatismo de los segundos.

¿Se equivoca Obama cuando habla de aquella Córdoba y dice que coincide en el tiempo con la Inquisición?

La Inquisición se crea en el siglo XIII para combatir la herejía albigense en Francia, y el esplendor de la Córdoba califal se produce en el siglo X. Por cierto, en esa Córdoba de las luces se castigaba la blasfemia contra el profeta con la pena de muerte.

Estas declaraciones de uno y otro presidente, ¿cree que podría despertar las aspiraciones que algunos grupos islamistas radicales han expresado sobre Al-Andalus?

No. El islamismo radical se ve como espada del Todopoderoso y venera el rayo del terrorismo sin necesidad de que ninguna declaración de ningún presidente occidental despierte sus aspiraciones. El islamismo radical es presa de una rabia ciega contra los logros de la modernidad. Y, por mucho que apele a la conquista de Granada o al hundimiento del imperio otomano, sus jóvenes guerreros son más hijos del nihilismo que del historicismo.

¿El presidente de EEUU persigue una utopía con estos mensajes en su política exterior? ¿Y el nuestro con la Alianza de Civilizaciones?

Lo dice usted muy bien, se trata de una utopía. Los dos mensajes se mueven en el terreno de los deseos y no en el de las realidades, que tristemente pasan por la capacidad de destrucción de una ideología teocrática que no ha evolucionado desde Mahoma.

¿Hasta que punto es una buena estrategia usar la Historia del medievo para política exterior?

Es absurdo. No tiene ningún sentido. La Edad Media dista años luz del presente. Es otro mundo. La Historia no pasa en balde: esas asociaciones que saltan por los siglos son siempre falaces y peligrosas.

Mecanismos mentais curiosos.

Exemplos de curiosos mecanismos mentais, vistos por um espanhol (obrigado Mina C.).

1.Se a Espanha se retira do Kosovo, contra a opinião do mundo todo é um ato de paz.
Se Israel se retira de Gaza, contra a opinião do mundo todo é um ato de guerra.
2.Se a Espanha incentiva os imigrantes a tomarem um avião e voltarem para seus países de origem é algo lógico.
Se Israel impede a entrada de palestinos no seu território está criando novos campos de concentração.
3.Se a Espanha conversa com a Turquia e o mundo árabe está construindo a aliança das civilizações.
Se Israel conversa com a Turquia e o mundo árabe está comprando seu silêncio sobre a tragédia palestina.
4.Se a Espanha levanta um dos muros mais sofisticados do mundo entre Ceuta e o Marrocos está apenas regulamentando a imigração.
Se Israel levanta um muro dos mais sofisticados do mundo entre seu território e a Cisjordania, está atentando contra os direitos humanos.
5.Se a Espanha tem cerca de um milhão de pessoas sem documentos em seu território e nega cidadania a eles é porque é um país rico.
Se Israel tem em seu território pessoas às quais nega a cidadania é porque pratica o apartheid.
6.Se a Espanha incentiva campanhas de controle da natalidade é porque trata de proteger um direito das mulheres.
Se Israel incentiva campanhas de controle da natalidade é porque quer a supremacia judaica no seu território.
7. E, por fim, expliquem-me porque quando caem foguetes em Sderot isto não é notícia, mas quando uns colonos israelenses revidam com pedradas os ataques de agricultores palestinos isto vira notícia?
Os foguetes com que são atacados os israelenses são "artesanais"; as pedras dos colonos são armas de destruição em massa...
( Jorge Marirrodriga)
E poderíamos acrescentar a essa lista uma infinidade de outras incoerências, como por exemplo chamar terrorista de militante, chamar atos de terrorismo de resistência enquanto atos legítimos de defesa de seu território e de seus cidadãos por parte de um país são chamados de terrorismo de Estado (como já chamou nosso Marco Aurélio Garcia).
É o famoso double-talk, o duplo discurso, o discurso que transforma o agredido em opressor e o agressor em vítima só porque uma parcela da mídia e dos chamados intelectuais de esquerda resolveu assim, em nome da não tão defunta idéia da luta de classes.
Aqui temos um exemplo no nosso dia a dia, quando os chamados "menores infratores" roubam, assaltam e matam são, ainda assim, vistos por muitos como vítimas, enquanto que o culpado é a sociedade que não lhes deu uma oportunidade. Nunca ouviram isso?
O mesmo mecanismo acontece na concepção da tal política de cotas, uma vez que se fala em "minorias oprimidas". É a mesmíssima coisa...

Israel e Hamas se enfrentam.


Soldados israelenses mataram 5 terroristas do Hamas esta manhã na faixa de Gaza, no que foi o enfrentamento mais violento desde a trégua do começo do ano.
A intenção dos terroristas, ao que tudo indica, era "lançar uma operação militar conjunta" contra Israel, mas foram descobertos a tempo e após um violento tiroteio que teve até uso de helicópteros, cinco foram para o Paraíso encontrar as 72 virgens.
Após o ataque Israel fechou todos os postos de controle na região.
Esta tarde chega a Israel o enviado de Obama para "apressar" o processo de paz...Será que os chamados palestinos vão reconhecer o direito de Israel existir? Du -vi -dê - o- dó...
Um fato importante, finalmente noticiado pela mídia nacional, foi a derrota do Hezbollah nas eleições tidas neste fim de semana no Líbano. Resta agora ver se vão respeitar o resultado das urnas, o que é meio duvidoso.
UPDATE: pela primeira vez os terroristas iriam usar cavalos carregados com explosivos para serem detonados em Israel. A foto acima é de um dos animais, mortos pelo exército de Israel.
Em 2001 uma carroça com um burro, carregados de explosivos foi detonado perto de soldados israelenses, e em 2003 foi novamente usado um burro. Em ambas as ocasiões os animais foram as únicas vítimas, mas agora alguns terroristas foram mortos também.

Véu, hijab e burca são legítimos.

Na frase "é importante para os países ocidentais evitar o constrangimento dos cidadãos muçulmanos que praticam sua religião como desejam, como, por exemplo, ditando as roupas que uma mulher deve usar", o que você entende?
Não seria isso uma defesa do hijab, da burca? Não se estaria dizendo que é legítimo para uma mulher ser obrigada a usar tais vestimentas? Que a imposição, partindo de mandamentos religiosos, é perfeitamente cabível, mesmo que não seja o desejo da mulher?
Pois bem, a frase foi proferida pelo presidente Hussein Obama no tal discurso do Cairo, e parece uma defesa do véu, do hijab, da burca. Ou não?

Egito proíbe casamento com israelenses.

E mais uma do mundo islâmico contra judeus (via jewish journal.com).
No Egito foi proferida uma sentença num tribunal administrativo, que tem competência para julgar casos entre cidadãos e o Estado (deve ser algo como nossas varas da fazenda pública), que pode forçar o governo egípcio a cassar a cidadania de egípcios que se casaram com israelenses.O veredito foi uma vitória do advogado Nabih al-Wahsh e foi saudada com alegria por milhões de pessoas.
Um dos argumentos, pasme meu efêmero leitor, foi o de que "egípcios casados com israelenses são um perigo para a segurança nacional,e assim agindo contradizem a Constituição e as leis islâmicas", disse o causídico.
O ódio que a população do Egito sente por Israel, apesar dos 30 anos de paz e do reconhecimento do Estado Judeu por parte do governo árabe, permanece firme e inabalável, sendo voz corrente muitas teorias a respeito de planos de Israel para dominar aquele país.
Um jornal chegou a publicar nota dizendo que os casamentos de egípcios com israelenses fazem parte de um plano para espionar o Egito!
Paranóia pura, mas comum no Egito. No ano passado quando lá estive ouvi histórias fantásticas a respeito de Israel e dos judeus. Um guia chegou a nos dizer para não tirar fotos em Assuã pois o local era extremamente vigiado uma vez que Israel teria planos para destruir a represa...
Eles deveriam, isto sim, cuidar mais da dignidade de sua gente, em especial das mulheres que são vítimas de abusos sexuais constantes, como se vê de uma pesquisa recente onde se constatou que mais de 80% (!) delas já foram alvo dessas práticas, e dessas a metade é quotidianamente atacada, enquanto que mais da metade dos homens egípcios admitiu comportamentos obscenos (informação postada ontem por Bivouac-ID).

domingo, 7 de junho de 2009

Como evitar um novo Holocausto.

Ontem assisti uma interessantíssima apresentação, que teve o título acima, feita pelo professor da Universidade de Santa Maria, RS, Alexandre Eisenberg.
Foram 3 horas de uma exposição cuidadosa, bem elaborada e com muitas referências documentais, narrando a origem da OLP,do Estado de Israel, da suposta amizade entre os EUA (sua elite) e Israel, a ligação entre a OLP, hoje Autoridade Palestina, com Hitler através do Grande Mufti de Jerusalém, Al Husseini e a preocupação com o cenário internacional que repete aquele que antecedeu a II Guerra Mundial. (leia o post abaixo com o discurso de Chamberlain).
Foi ótimo saber que há no país gente que se preocupa com a sorte dos judeus de Israel e da chamada diáspora, e que está absolutamente ciente dos problemas graves e do perigo iminente que nos ronda por causa dos islamo-fascistas.
O trabalho do conferencista baseia-se no ótimo site www.hirhome.com que recomendo a todos que queiram saber sobre o problema do Oriente Médio.
O site pode ser lido em inglês ou espanhol e é mantido por um professor que perdeu o emprego numa universidade americana por defender os judeus, professor Francisco Gil-White, que atualmente reside no México.

"Creio que a maior força de todas, aquela que cresceu e tomou novas formas todos os dias, foi a força não de um indivíduo, mas sim aquela força vinda de um sentido de unanimidade entre as pessoas do mundo de que a guerra deveria de alguma maneira ser evitada...O povo do Império Britânico estava unido com o da Alemanha, da França e da Itália, e a sua ansiedade, seu intenso desejo de paz, invadiu toda a atmosfera... Desde que assumi meu presente cargo meu objetivo principal foi o de trabalhar para a pacificação da Europa, para a remoção daquelas desconfianças e animosidades que por tanto tempo envenenaram o ar. O caminho que leva ao apaziguamento é longo e cheio de obstáculos. A questão da Tchecoeslováquia foi o último e talvez o mais perigoso. Agora que a ultrapassamos sinto que pode ser possível fazer mais progressos no caminho da sensatez."
Neville Chamberlain, discurso na Casa dos Comuns, em 3/10/1938. (obrigado Mina C. pela lembrança).

Menos de um ano depois foi deflagrada a maior guerra que o mundo já viu. De nada adiantou entregar a Tchecoeslováquia à sanha nazista que obviamente queria mais, muito mais.
O que hoje está ocorrendo com Israel é parecidíssimo. Substituir no discurso acima Tchecoeslováquia por Israel não muda em nada o resto.
A guinada que a política externa norte-americana está dando com Hussein Obama, é idêntica à tentativa frustrada de Chamberlain de apaziguar Hitler. Entregar Israel ao islamo-fascismo não vai apaziguar ninguém, não vai acabar com o sonho de um novo califado, com o delírio de muitos de impor a sharia a todas as nações.
O mundo islâmico, do qual Obama faz tanta questão de dizer que pertenceu um dia (e se é apóstata, porque ainda está vivo, já que a pena para este crime, segundo o Corão é a morte?)não quer apenas destruir o Estado Judeu, quer, isto sim, conquistar o mundo todo, pois isto é imperativo religioso, é mandamento de Allah.
O discurso obâmico em Cairo é de submissão, de atitude de um dhimmi (palavra que significa sujeição ao poder islâmico) e não levará a paz alguma, mas sim à guerra, talvez a uma guerra com o emprego de armas nucleares.
E falando em discurso do Cairo, veja aqui uma divertida e bem humorada análise feita por um analista estratégico da Fox News (obrigado anônimo!).
Ralph Peters diz que reaprendeu História com o discurso de Hussein, e que não pode esperar para cantar um hino numa Igreja Batista em Riad, capital da Arábia, bem como de ver mulheres com dignidade vestirem-se como bem entendam, além de outras tiradas ótimas, expondo as impropriedades da fala presidencial.

sábado, 6 de junho de 2009

CHARGES SOBRE O DISCURSO DE HUSSEIN OBAMA NO MUNDO ÁRABE


Charge do jornal Al-Bayan dos Emirados Árabes Unidos, mostrando os judeus tentando interferir no discurso de Hussein Obama.
Autor: Hassan Idleby



Charge do jornal Akhbar Al-Khaleej (Bahrain), mostrando Obama destruindo o muro que separa os EUA do Islã, mas "esquecendo" o muro que cerca os chamados palestinos.





Charge do jornal Al-Watan (da Arábia Saudita).
Chargista: Jihad 'Awartani.

Os cartuns foram publicados na web por MEMRI.

Não é só o Lula que diz besteira.


No recente discurso que proferiu na cidade do Cairo, o presidente dos EUA Hussein Obama misturou alhos com bugalhos, referindo-se à Andaluzia e a Córdoba como se fossem coisas diferentes e separadas, além de colocar no mesmo saco a Inquisição que nada tinha a ver com o período em que os muçulmanos dominaram parte da Península IBérica.
Além disso, Hussein, ao dizer que havia tolerância nesta época, o que é absolutamente falso, fez eco com os que pretendem reaver a Andaluzia que eles chamam de Al-Andalus e reincorporar a região ao Islã, já que segundo a religião islâmica, um lugar que um dia foi muçulmano deve permanecer como tal para sempre.

Debate na tv Al-Jazeera sobre Jerusalém e assentamentos.

Veja o Dr. Mordechai Kedar, da Universidade Bar-Ilan de Tel Aviv, Israel, defender como poucos teem coragem, Jerusalém e a política dos chamados assentamentos, dando um show de História na Tv Al Jazeera no ano passado. Ele fala em árabe, fluentemente, cita fatos históricos demolidores das teses árabes, especialmente sobre a expressão "territórios ocupados", já que tais áreas jamais pertenceram a Estado algum, tendo sido ocupados pela Jordania até 1967, e hoje administradas por Israel e pela chamada Autoridade Palestina.
O tema é mais do que atual em razão das "exigências" ou ultimato que o governo americano deu a Israel.
O professor chega a perguntar ao entrevistador se alguém se intromete com construções no Qatar e desafia o interlocutor a mostrar onde no Corão está escrito, pelo menos uma única vez, a palavra Jerusalém! Como se sabe não há no livro sagrado dos muçulmanos NENHUMA referência à cidade santa dos judeus, e tudo o que há na tradição islâmica é um sonho que Maomé teria tido, sonho que não faz parte do Corão.

Jornalistas árabes boicotam mesa redonda de Obama porque não aceitam judeu.

Após o discurso do Cairo, Hussein Obama resolveu conceder uma entrevista a 8 jornalistas, numa mesa redonda. Um jornalista do Yedioth Ahronoth, de Israel, foi convidado e narrou o que se passou (via The Weekly Standard).
Os sírios quando souberam que haveria um repórter israelense não compareceram.
O libanês, Naoum Sarkis, que estava sentado no hall, quando soube que Nahum Barnea representava o jornal de Israel também foi embora.
Tanto o Líbano quanto a Síria, países que teem fronteira com Israel, agem como Estados que abrigam bases terroristas como o Hezbollah (que parece que vai ganhar as eleições libanesas), e os jornalistas desses países não admitem sequer sentar à mesma mesa com um judeu, mesmo depois de ouvir o discurso obâmico que pregou, tolamente a meu ver, um "recomeço" nas relações EUA + Ocidente com o Islã.
Outros jornalistas árabes permaneceram, inclusive um dos chamados palestinos, e ouviram Obama comparar Netanyahu a Nixon, quando disse que só um anti-comunista poderia ter aberto as portas da China. Só faltou dizer que Nixon foi obrigado a renunciar...

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Essa gracinha aí é um britânico, filho de médico que presta consultoria num grande hospital, que se converteu ao Islã e que está sendo julgado por planejar um suicídio, ops!, martírio. O nome que ele adotou após a conversão é Isa Ibrahim, mas originalmente era Andrew Ibrahim. Seus pais são da classe média alta e são proprietários de uma casa que vale 1 milhão de libras! (e a lenda de que os mártires são motivados pela pobreza e opressão, como fica?).
A polícia encontrou na casa dele um cinturão carregado de explosivos, além de vídeos de terroristas como Abu Hamza e Omar Bakri Mohammed e outros envolvidos no atentado -ops! atos de resistência de 7 de julho.
O julgamento prossegue e o acusado já confessou...
(via Daily Mail online).

Caminhando para um vale de sombras e morte

Ótimo artigo no http://bootlead.blogspot.com/2009/05/brasil-caminhando-em-um-vale-de-sombras.html, onde o autor analisa o triste papel a que foram relegadas as nossas forças que deveriam ser armadas, mas que estão cada vez mais desarmadas.

Talibã diz que Obama quer enganar muçulmanos.


O website do talibã ( http://www.alemarah1.org/) publicou que o discurso de Obama é uma tentativa de enganar os muçulmanos ( via MEMRI).
"Obama quer relações cordiais com os muçulmanos numa situação em que as forças de ocupação dos Estados Unidos continuam a matar em massa os muçulmanos, torturando prisioneiros e matando os que defendem seus direitos", diz a declaração, que foi feita após o discurso que o presidente fez em Cairo.
O site disse, ainda, que "Obama justificou a invasão do Afeganistão e do Iraque e os interesses dos Estados Unidos, mas a lei internacional não permite a conquista de um país independente, nem justifica uma guerra brutal contra os povos desses países".
Por fim o site diz que "Obama quer criar uma divisão entre os muçulmanos com discursos desse tipo, e afastar os muçulmanos dos guerreiros santos, os mujahedins. Todos os muçulmanos se juntaram à jihad...e consideram que a guerra que os Estados Unidos travam contra os mujahedins é a guerra contra todo o mundo muçulmano".

COMENTO: o discurso continua repercutindo pelo mundo afora, e as reações são negativas, tanto do lado muçulmano quanto do lado dos conservadores que acham que o presidente americano foi longe demais, especialmente quando de uma certa forma chegou a equiparar o Holocausto com o suposto sofrimento palestino e quando admitiu claramente que o Irã tem todo o direito de ter um programa nuclear, além de praticamente demonstrar que a aliança dos EUA com Israel pode estar chegando ao fim.

Líder do Irã zomba de Obama.


O líder supremo do Irã, Ali Khamenei, disse ontem que "os muçulmanos odeiam os Estados Unidos do fundo do coração", acrescentando, ainda, que discursos bonitos não vão abrandar tal ódio.
Khamenei discursou em Teerã numa cerimônia que marcou os 20 anos da morte do aiatolá Khomeini e que foi transmitida pela tv.



O sonho árabe de Obama.

Mais um interessante e lúcido artigo de Caroline Glick sobre o discurso obâmico de Cairo, intitulado Obama's Arabian Dream.
Ela entende que Hussein legitimou a propaganda árabe de que Israel é um intruso no Oriente Médio e que só foi criado o Estado judeu por causa do Holocausto, tendo sido desonesto moral e factualmente na sua apreciação, ignorando fatos históricos e estabelecidos. Leia na íntegra (em inglês), aqui.
Num dos trechos ela diz que "infelizmente, um estudo cuidadoso de suas afirmações mostra que Obama estava na verdade aceitando o ponto de vista árabe que Israel é um intruso estrangeiro - e portanto injustificado - no mundo árabe. Assim, longe de atacar a rejeição árabe de Israel, Obama legitimizou-a.
Mais adiante, e isso eu já havia comentado e postado ontem, Caroline diz que "talvez o que mais causa repulsa é que Obama elevou o terrorismo palestino à condição moral de revoltas de escravos e de movimentos por direitos civis, referindo-se ao eufemismo árabe "resistência".
Outro fato extremamente grave nessa história toda é que o governo de Netanyahu revelou preocupação com as manobras que estão sendo feitas para substituí-lo por outro mais palatável, como o do partido Kadima (derrotado nas últimas eleições), e que o chefe de gabinete de Obama, Rahm Emmanuel, que é judeu e cuja escolha havia sido efusivamente saudada pela comunidade judaica, estaria ligado a grupos de esquerda de Israel e dos EUA para desacreditar o atual governo. Sabe-se, ainda, que Emmanuel já taxou Netanyahu de "bullshiter" e que não tem simpatia alguma pelo primeiro ministro.
Ela crê, por fim, que a intenção do governo americano é realmente deixar Israel de lado como principal aliado e se unir ao mundo árabe, e usando a campanha dos assentamentos, que sempre foi um ponto problemático, pode se livrar das críticas que virá a receber da comunidade judaica americana.
Enfim, leia o artigo e reflita.