segunda-feira, 30 de novembro de 2009

OBRIGADO BOICOTE ÁRABE!

E enquanto os mercados internacionais estão preocupados com o calote árabe de Dubai os israelenses não estão. A razão? O boicote árabe.
Muito poucas empresas de Israel fizeram ou fazem negócios com o Emirado (e como eu já disse repetidas vezes aqui se você tem um mero carimbo de Israel no passaporte nem vai conseguir um visto para entrar na ilha da fantasia que é Dubai).
Israel exportou indiretamente para o Emirado através de outros países, construindo pequenas indústrias de dessalinização com empresas norteamericanas e alguns agricultores cooperaram com seus colegas jordanianos pra exportar frutas e vegetais.
Assim, apesar de muitas tentativas de participação nos enormes e megalomaníacos projetos de construção, as empresas de construção israelenses acabaram escapando do calote, graças, então, ao boicote. Como diz o ditado, há males que veem para o bem.

domingo, 29 de novembro de 2009

Irã inaugura hospital na Bolívia. O preço? Confira no vídeo.


Na recente visita que fez à Bolívia o presidente iraniano Ahmadinejad inaugurou um hospital com 30 leitos, chamado República Islâmica do Irã, e que tem uma particularidade: as enfermeiras são obrigadas a usar o lenço muçulmano!
É o preço a ser pago. É a invasão, passo a passo, do islamofascismo na América Latina que se aproveita da burrice das esquerdas que estão sendo usadas por eles e que serão descartadas no momento oportuno.É o grande jogo geopolítico que está sendo jogado às custas da pobreza da população da América Latina que nada percebe e que cai no discurso fácil dos líderes, inclusive por aqui.

Chávez também quer Jerusalém livre de judeus.

A agência de notícias Reuters informou que Hugo Chávez, presidente da Venezuela, declarou nessa sexta-feira que "está ao lado do povo palestino na luta contra o genocídio perpetrado por Israel que derruba, mata e que quer liquidar os palestinos". A declaração foi feita a Mahmoud Abbas (ou Abu Mazen que é o seu verdadeiro nome, não esqueçamos) um dos amigos do Presidente Lula que visita aquele país.
Reiterando que um dos maiores compromissos da Venezuela é a criação de um Estado Palestino independente, Chávez reafirmou a sua solidariedade e disse que a cidade santa de Jerusalém deverá ser a capital de tal Estado.
Chavez, no entanto, não deu detalhes sobre sua acusação de que Israel quer eliminar a população árabe.
Ele é um crítico feroz de Israel e dos Estados Unidos e em janeiro último rompeu relações com Israel após os combates entre o Estado Judeu e a organização terrorista Hamas em Gaza, chamando a represália de "holocausto palestino".

Como vemos, a semente do antissemitismo islâmico, aliado à esquerda ignorante e útil, versão dos nossos dias, está dando frutos, pois comparar o que houve na segunda grande guerra com qualquer coisa que possa estar acontecendo no Oriente Médio é pura má fé, mesmo porque os judeus europeus nunca estiveram em guerra com os alemães, e este é um detalhe que os inimigos de Israel jamais mencionam. Os inimigos dos judeus, hoje, querem varrer Israel do mapa, matar todos os judeus em Israel e fora de Israel (seguindo mandamento do Corão, como já mostrei aqui no blog), e no final a culpa é, como sempre, dos judeus).
Chávez já mostrou que é antissemita e não é de hoje. Escolas judaicas já foram revistadas à procura de armas, apenas para pressionar a comunidade. Atentados já foram perpetrados.
Muitos judeus já abandonaram o país. Os que ficaram sentem-se inseguros.
E aqui? Nosso primeiro mandatário, apesar de contar à sua volta alguns judeus, ou meio judeus, abraça homens dedicados ao extermínio de Israel como Abbas e Ahmadinejad, alegando razões de Estado. Estará a comunidade a salvo? E se Israel atacar o Irã estará a comunidade a salvo de represálias?
Creio que não. No início do ano, quando houve a refrega com o Hamas, houve hostilidade na rua, escutaram-se piadinhas, ouviram-se agressões verbais e coisas do gênero.





sábado, 28 de novembro de 2009

Brasil na contramão, uma vez mais.

Ontem a Agência Internacional de Energia Atômica resolveu que o Irã não está agindo corretamente na questão do seu programa nuclear, mas o Brasil de Lula e o Itamaraty abstiveram-se de votar, o que equivaleu praticamente a apoiar o país do amigo do peito, Ahmadinejad.
Até a Rússia e a China, parceiros de longa data do Irã votaram contra o Irã.
Muita gente não entende a razão. Vou tentar dar meu palpitezinho, o que nem é tão difícil assim.
Parece que nossos diplomatas não entendem, ou entendem até demais, já que está formado o eixo Teerã-Caracas-Brasília. Já há, inclusive, notícias de uma linha aérea direta Caracas-Teerã que será operada pela Mahan Air, operada desde Teerã, e provavelmente outro voo do Brasil para lá também.

A questão toda é Israel e um provável ataque preventivo às instalações dos mulás, assunto vital para a sua sobrevivência. Se acontecer o tão esperado ataque a China terá o seu suprimento de petróleo muito prejudicado ou cortado por um bom tempo e sua economia sofrerá tremendamente com reflexos no mundo todo.
Com a Rússia não acontecerá o mesmo, já que é exportador do ouro negro. Mas a Rússia está descontente com a atitude do parceiro que ameaça levá-la aos tribunais, como noticiou a imprensa internacional pelo descumprimento de contratos que previam a entrega de mísseis de longo alcance, necessários para a defesa de suas instalações nucleares.
Outro fator é que o Irã, no caso de um ataque israelense, poderá minar o Golfo Pérsico, prejudicando a navegação em todo o golfo, trazendo o caos ao mundo, com um reflexo para a economia mundial, com uma crise sem precedentes, daí a importância de se conter, pela diplomacia, o programa nuclear dos aiatolás, o que parece impossível.
Do outro lado, no entanto, está em jogo a sobrevivência de um país inteiro, no caso Israel com sete milhões e meio de habitantes, ameaçado há muito tempo pelas palavras belicosas de toda a elite governante iraniana, que já chegou a dizer que não importa uma reação até mesmo nuclear israelense que leve à morte milhões de iranianos, pois no final o Islã triunfaria, mas os judeus desapareceriam da face da Terra, e isto seria mais importante.
É com gente que assim pensa e diz que se está lidando. É com a irracionalidade que se está tentando dialogar. É difícil, portanto.
E é com este tipo de líderes que o Brasil de Lula contemporiza, faz acordos, e apoia.
A abstenção de ontem nos envergonha a todos, uma vez mais.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

O texto completo do César Benjamin


Para quem não viu ou não conseguiu, eis o texto completo (da Folha de São Paulo, obrigado JP Carneiro pela matéria) de um dos fundadores do PT, César Benjamin, que o presidente Lula da Silva disse que não vai processar (deveria, a meu juízo, já que é o supremo mandatário da nação e não se pode admitir, se for mentira, que fique por isto mesmo, uma história dessas).
A história pode ou não render, num país onde a mídia é amestrada e navega ao sabor dos anúncios e favores do Planalto, como sabemos e não é de hoje.
Claro que o PT vai dizer que o sujeito é maluco, que é golpe da direita e todo aquele repertório que já conhecemos. Mas o fato está aí.Vamos ver no que vai dar.Já se sabe que o humor de Lula mudou, e não é para menos.

CÉSAR BENJAMIN
ESPECIAL PARA A FOLHA

A PRISÃO na Polícia do Exército da Vila Militar, em setembro de 1971, era especialmente ruim: eu ficava nu em uma cela tão pequena que só conseguia me recostar no chão de ladrilhos usando a diagonal. A cela era nua também, sem nada, a menos de um buraco no chão que os militares chamavam de "boi"; a única água disponível era a da descarga do "boi". Permanecia em pé durante as noites, em inúteis tentativas de espantar o frio. Comia com as mãos. Tinha 17 anos de idade.
Um dia a equipe de plantão abriu a porta de bom humor. Conduziram-me por dois corredores e colocaram-me em uma cela maior onde estavam três criminosos comuns, Caveirinha, Português e Nelson, incentivados ali mesmo a me usar como bem entendessem. Os três, porém, foram gentis e solidários comigo. Ofereceram-me logo um lençol, com o qual me cobri, passando a usá-lo nos dias seguintes como uma toga troncha de senador romano.
Oriundos de São Paulo, Caveirinha e Português disseram-me que "estavam pedidos" pelo delegado Sérgio Fleury, que provavelmente iria matá-los. Nelson, um mulato escuro, passava o tempo cantando Beatles, fingindo que sabia inglês e pedindo nossa opinião sobre suas caprichadas interpretações. Repetia uma ideia, pensando alto: "O Brasil não dá mais. Aqui só tem gente esperta. Quando sair dessa, vou para o Senegal. Vou ser rei do Senegal".
Voltei para a solitária alguns dias depois. Ainda não sabia que começava então um longo período que me levou ao limite.
Vegetei em silêncio, sem contato humano, vendo só quatro paredes -"sobrevivendo a mim mesmo como um fósforo frio", para lembrar Fernando Pessoa- durante três anos e meio, em diferentes quartéis, sem saber o que acontecia fora das celas. Até que, num fim de tarde, abriram a porta e colocaram-me em um camburão. Eu estava sendo transferido para fora da Vila Militar. A caçamba do carro era dividida ao meio por uma chapa de ferro, de modo que duas pessoas podiam ser conduzidas sem que conseguissem se ver. A vedação, porém, não era completa. Por uma fresta de alguns centímetros, no canto inferior à minha direita, apareceram dedos que, pelo tato, percebi serem femininos.
Fiquei muito perturbado (preso vive de coisas pequenas). Há anos eu não via, muito menos tocava, uma mulher. Fui desembarcado em um dos presídios do complexo penitenciário de Bangu, para presos comuns, e colocado na galeria F, "de alta periculosia", como se dizia por lá. Havia 30 a 40 homens, sem superlotação, e três eram travestis, a Monique, a Neguinha e a Eva. Revivi o pesadelo de sofrer uma curra, mas, mais uma vez, nada ocorreu. Era Carnaval, e a direção do presídio, excepcionalmente, permitira a entrada de uma televisão para que os detentos pudessem assistir ao desfile.
Estavam todos ocupados, torcendo por suas escolas. Pude então, nessa noite, ter uma longa conversa com as lideranças do novo lugar: Sapo Lee, Sabichão, Neguinho Dois, Formigão, Ari dos Macacos (ou Ari Navalhada, por causa de uma imensa cicatriz que trazia no rosto) e Chinês. Quando o dia amanheceu éramos quase amigos, o que não impediu que, durante algum tempo, eu fosse submetido à tradicional série de "provas de fogo", situações armadas para testar a firmeza de cada novato.
Quando fui rebatizado, estava aceito. Passei a ser o Devagar. Aos poucos, aprendi a "língua de congo", o dialeto que os presos usam entre si para não serem entendidos pelos estranhos ao grupo.
Com a entrada de um novo diretor, mais liberal, consegui reativar as salas de aula do presídio para turmas de primeiro e de segundo grau. Além de dezenas de presos, de todas as galerias, guardas penitenciários e até o chefe de segurança se inscreveram para tentar um diploma do supletivo. Era o que eu faria, também: clandestino desde os 14 anos, preso desde os 17, já estava com 22 e não tinha o segundo grau. Tornei-me o professor de todas as matérias, mas faria as provas junto com eles.
Passei assim a maior parte dos quase dois anos que fiquei em Bangu. Nos intervalos das aulas, traduzia livros para mim mesmo, para aprender línguas, e escrevia petições para advogados dos presos ou cartas de amor que eles enviavam para namoradas reais, supostas ou apenas desejadas, algumas das quais presas no Talavera Bruce, ali ao lado. Quanto mais melosas, melhor.
Como não havia sido levado a julgamento, por causa da menoridade na época da prisão, não cumpria nenhuma pena específica. Por isso era mantido nesse confinamento semiclandestino, segregado dos demais presos políticos. Ignorava quanto tempo ainda permaneceria nessa situação.
Lembro-me com emoção -toda essa trajetória me emociona, a ponto de eu nunca tê-la compartilhado- do dia em que circulou a notícia de que eu seria transferido. Recebi dezenas de catataus, de todas as galerias, trazidos pelos próprios guardas. Catatau, em língua de congo, é uma espécie de bilhete de apresentação em que o signatário afiança a seus conhecidos que o portador é "sujeito-homem" e deve ser ajudado nos outros presídios por onde passar.
Alguns presos propuseram-se a organizar uma rebelião, temendo que a transferência fosse parte de um plano contra a minha vida. A essa altura, já haviam compreendido há muito quem eu era e o que era uma ditadura.
Eu os tranquilizei: na Frei Caneca, para onde iria, estavam os meus antigos companheiros de militância, que reencontraria tantos anos depois. Descumprindo o regulamento, os guardas permitiram que eu entrasse em todas as galerias para me despedir afetuosamente de alunos e amigos. O Devagar ia embora.



São Paulo, 1994. Eu estava na casa que servia para a produção dos programas de televisão da campanha de Lula. Com o Plano Real, Fernando Henrique passara à frente, dificultando e confundindo a nossa campanha.
Nesse contexto, deixei trabalho e família no Rio e me instalei na produtora de TV, dormindo em um sofá, para tentar ajudar. Lá pelas tantas, recebi um presente de grego: um grupo de apoiadores trouxe dos Estados Unidos um renomado marqueteiro, cujo nome esqueci. Lula gravava os programas, mais ou menos, duas vezes por semana, de modo que convivi com o americano durante alguns dias sem que ele houvesse ainda visto o candidato.
Dizia-me da importância do primeiro encontro, em que tentaria formatar a psicologia de Lula, saber o que lhe passava na alma, quem era ele, conhecer suas opiniões sobre o Brasil e o momento da campanha, para então propor uma estratégia. Para mim, nada disso fazia sentido, mas eu não queria tratá-lo mal. O primeiro encontro foi no refeitório, durante um almoço.
Na mesa, estávamos eu, o americano ao meu lado, Lula e o publicitário Paulo de Tarso em frente e, nas cabeceiras, Espinoza (segurança de Lula) e outro publicitário brasileiro que trabalhava conosco, cujo nome também esqueci. Lula puxou conversa: "Você esteve preso, não é Cesinha?" "Estive." "Quanto tempo?" "Alguns anos...", desconversei (raramente falo nesse assunto). Lula continuou: "Eu não aguentaria. Não vivo sem boceta".
Para comprovar essa afirmação, passou a narrar com fluência como havia tentado subjugar outro preso nos 30 dias em que ficara detido. Chamava-o de "menino do MEP", em referência a uma organização de esquerda que já deixou de existir. Ficara surpreso com a resistência do "menino", que frustrara a investida com cotoveladas e socos.
Foi um dos momentos mais kafkianos que vivi. Enquanto ouvia a narrativa do nosso candidato, eu relembrava as vezes em que poderia ter sido, digamos assim, o "menino do MEP" nas mãos de criminosos comuns considerados perigosos, condenados a penas longas, que, não obstante essas condições, sempre me respeitaram.
O marqueteiro americano me cutucava, impaciente, para que eu traduzisse o que Lula falava, dada a importância do primeiro encontro. Eu não sabia o que fazer. Não podia lhe dizer o que estava ouvindo. Depois do almoço, desconversei: Lula só havia dito generalidades sem importância. O americano achou que eu estava boicotando o seu trabalho. Ficou bravo e, felizmente, desapareceu.



Dias depois de ter retornado para a solitária, ainda na PE da Vila Militar, alguém empurrou por baixo da porta um exemplar do jornal "O Dia". A matéria da primeira página, com direito a manchete principal, anunciava que Caveirinha e Português haviam sido localizados no bairro do Rio Comprido por uma equipe do delegado Fleury e mortos depois de intensa perseguição e tiroteio. Consumara-se o assassinato que eles haviam antevisto.
Nelson, que amava os Beatles, não conseguiu ser o rei do Senegal: transferido para o presídio de Água Santa, liderou uma greve de fome contra os espancamentos de presos e perseverou nela até morrer de inanição, cerca de 60 dias depois. Seu pai, guarda penitenciário, servia naquela unidade.
Neguinho Dois também morreu na prisão. Sapo Lee foi transferido para a Ilha Grande; perdi sua pista quando o presídio de lá foi desativado. Chinês foi solto e conseguiu ser contratado por uma empreiteira que o enviaria para trabalhar em uma obra na Arábia, mas a empresa mudou os planos e o mandou para o Alasca. Na última vez que falei com ele, há mais de 20 anos, estava animado com a perspectiva do embarque: "Arábia ou Alasca, Devagar, é tudo as mesmas Alemanhas!" Ele quis ir embora para escapar do destino de seu melhor amigo, o Sabichão, que também havia sido solto, novamente preso e dessa vez assassinado. Não sei o que aconteceu com o Formigão e o Ari Navalhada.
A todos, autênticos filhos do Brasil, tão castigados, presto homenagem, estejam onde estiverem, mortos ou vivos, pela maneira como trataram um jovem branco de classe média, na casa dos 20 anos, que lhes esteve ao alcance das mãos. Eu nunca soube quem é o "menino do MEP". Suponho que esteja vivo, pois a organização era formada por gente com o meu perfil. Nossa sobrevida, em geral, é bem maior do que a dos pobres e pretos.
O homem que me disse que o atacou é hoje presidente da República. É conciliador e, dizem, faz um bom governo. Ganhou projeção internacional. Afastei-me dele depois daquela conversa na produtora de televisão, mas desejo-lhe sorte, pelo bem do nosso país. Espero que tenha melhorado com o passar dos anos.
Mesmo assim, não pretendo assistir a "O Filho do Brasil", que exala o mau cheiro das mistificações. Li nos jornais que o filme mostra cenas dos 30 dias em que Lula esteve detido e lembrei das passagens que registrei neste texto, que está além da política. Não pretende acusar, rotular ou julgar, mas refletir sobre a complexidade da condição humana, justamente o que um filme assim, a serviço do culto à personalidade, tenta esconder.

CÉSAR BENJAMIN, 55, militou no movimento estudantil secundarista em 1968 e passou para a clandestinidade depois da decretação do Ato Institucional nº 5, em 13 de dezembro desse ano, juntando-se à resistência armada ao regime militar. Foi preso em meados de 1971, com 17 anos, e expulso do país no final de 1976. Retornou em 1978. Ajudou a fundar o PT, do qual se desfiliou em 1995. Em 2006 foi candidato a vice-presidente na chapa liderada pela senadora Heloísa Helena, do PSOL, do qual também se desfiliou. Trabalhou na Fundação Getulio Vargas, na Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, na Prefeitura do Rio de Janeiro e na Editora Nova Fronteira. É editor da Editora Contraponto e colunista da Folha

De Abbas, Lula e Hamas, de novo.

Acabo de receber uma newsletter em que se diz que a mídia distorceu as palavras de Abu Mazen - ou Mahmoud Abbas - presidente da Autoridade Palestina que veio, dentre outras coisas, pedir a seu amigo, o presidente Lula para que seu outro amigo, o nefando Ahmadinejad, retire seu apoio ao Hamas, e que suas palavras foram levadas pelo vento.
Essa newsletter não menciona este modesto blog, mas deveria tê-lo feito, pois no dia 23 eu noticiei isso aqui como podemos conferir no post Passeata no Rio, repercussões internacionais na blogosfera.

Talvez o autor- ou autores - não leia este blog, provavelmente porque tenha mais o que fazer, o que é bem razoável, mas quem sabe algum dos destinatários da newsletter leia os dois e, assim, pudesse ter avisado o responsável.
Pelo sim pelo não,fica o registro aqui de que uma citação pelo furo seria de justiça, já que a divulgação de um blog tão "xiita"
dentre a comunidade judaica parece não ser de interesse dos outros meios de comunicação.

É óbvio que o Irã não vai retirar o apoio ao Hamas e ao Hezbollah, mesmo porque ambos são movimentos de cunho religioso, coisa que o Fatah não é nem nunca foi, já que nasceu dos porões da KGB (ou de sua versão mais antiga a NKVD) e visava à transformação do Oriente Médio em mais um satélite marxista o que foi abandonado mais tarde, sendo que o próprio Arafat pregava pela cartilha de Moscou, tendo se reinventado como "palestino" bem mais tarde (ele nasceu no Cairo, para quem não sabe).

No entanto, todos os três servem à causa islâmica de supremacia planetária, de instauração do novo califado, e Israel está na fronteira, daí a necessidade premente de sua destruição.

Obama quer mais 1.000 terroristas em troca de Gilat Shalit

Na troca que está sendo negociada pela libertação do soldado Gilat Shalit, sequestrado pelo Hamas há muito tempo, o presidente Hussein Obama quer que Israel liberte mais 1.000 terroristas, num "gesto de boa vontade" para os palestinos moderados de Abu Mazen (o tal amigo de Lula) que também é conhecido como Mahmoud Abbas (a velha tática de se reescrever a História, tão conhecida dos marxistas). A libertação do soldado parece iminente, mas a cada vez que parece tão próxima é desmentida. Como já noticiei aqui a Autoridade Palestina já oferece dinheiro para que outros soldados sejam sequestrados para mais extorsões.
Mas, ao contrário do que aconteceu na administração de Ehud Olmert onde tais trocas não funcionaram, o chanceler Lieberman, que vê as coisas mais realisticamente e por isto é execrado pela mídia esquerdista, já adiantou que não está nos planos do atual governo israelense, informou Arutz Sheva.
O governo Hussein vai ter de engolir mais esse fracasso de sua claudicante diplomacia que não sabe bem onde ir. O que sabem bem é se curvar para reis estrangeiros, quebrando uma tradição que vem desde a independência.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

GLOBALIZAÇÃO E DIREITOS FUNDAMENTAIS EM PAÍSES NÃO DEMOCRÁTICOS

NA PRÓXIMA SEGUNDA-FEIRA, DIA 30 DE NOVEMBRO, NO HOTEL MARINA, LEBLON, RIO DE JANEIRO, O INSTITUO MILLENIUM VAI REALIZAR UM DEBATE COM A PRESENÇA DO PROFESSOR EDUARDO VIOLA E DE GABRIEL SALVIA, O PRIMEIRO DOUTOR EM CIÊNCIA POLÍTICA E PÓS-DOUTORADO EM ECONOMIA POLÍTICA INTERNACIONAL E O SEGUNDO JORNALISTA COM VÁRIOS ESCRITOS.
MAIORES INFORMAÇÕES NO TELEFONE 22-20 4466 OU PELO MAIL secretaria @institutomillenium.org.
O TEMA É ATUAL E OS EXPOSITORES SÃO DE PRIMEIRA LINHA, COMO TUDO O QUE É APRESENTADO PELO MILLENIUM.

RESISTÊNCIA JUDAICA

Palestra


A resistência judaica: resistência armada e espiritual nas cidades, nos guetos, nos bosques e nos campos de extermínio


Profa. Ania Cavalcante


Dia 2 de dezembro, quarta-feira, das 18:30 às 20:00 h.

Local: Sala de Reuniões do LEI-USP, localizada na Casa de Cultura Japonesa da USP – Av. Prof. Lineu Prestes, 159 – Cidade Universitária – USP – Butantã.


A palestra é gratuita e aberta ao público em geral. Serão emitidos certificados.

A Profa. Ania Cavalcante é doutora em História pela USP com especialização pelo Yad Vashem (Escola Internacional de Estudos sobre Holocausto) de Israel, professora e pesquisadora do módulo "Holocausto e Antissemitismo" do Laboratório de Estudos sobre a Intolerância da USP (LEI-USP), professora e palestrante de Holocausto vinculada ao Yad Vashem de Israel e professora nativa de Língua Alemã.


Informações e inscrições: Tel.: (11) 3091-2441 / (11) 3091-3584 / E-mail: lei@usp.br

Itália proíbe o lenço ou a burca!


A Itália assume a liderança e promulga uma lei proibindo o uso do niqab ou da burca (o lenço que cobre o rosto ou a vestimenta que cobre inteiramente o corpo da mulher) na rua ou em lugares públicos.
A polícia está autorizada, assim, a solicitar às mulheres que retirem a peça de roupa e que paguem uma multa por infringirem a lei. Fonte:europenews.dk.

Achei ótimo! Se não pode cruz em escola, como determinou uma corte de justiça há algumas semanas, fato que foi até noticiado nos telejornais por aqui, sob o argumento de que religião é assunto privado (e com toda razão), muito mais razão assiste a quem redigiu essa lei, que envolve até a segurança pública, pois uma pessoa vestindo uma burca é uma ameaça a todos, pois não se sabe quem está por baixo daquela traquitana toda, pode ser uma mulher como pode também não ser, e mesmo que seja uma mulher pode ser alguém procurado pelas autoridades.
Além disso, os costumes e a cultura européia, que estão definhando a olhos vistos, estão submergindo justamente por causa de coisas como essas, em nome do tal multiculturalismo, que não passa de um disfarce para outra coisa.
É hora de se dar um basta na subversão da civilização judaico-cristã, na liberdade duramente conquistada do Ocidente, em nome de uma pretensa liberdade de credo que só favorece um lado. Vá alguém apontar algo de errado, de prepotente, de cruel, de anacrônico, de despótico no Islã para ser imediatamente chamado de islamófobo, de "racista" (como se o islã fosse uma raça), de ter lançado contra si uma fatwa (um decreto religioso quase sempre de condenação à morte em nome de Allah, o piedoso, o misericordioso, claro). Aliás, vimos isso de perto, bem de perto esta semana na entrevista de Ahmadinejad no Brasil...

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Jerusalém sem judeus para Obama e Lula

Nas recentes declarações de Lula e de Obama parece que não há lugar para os judeus em Jerusalém. A mídia, como sempre tendenciosa e antissemita, não está preocupada com a decisão da prefeitura de Jerusalém de construir 500 casas para os árabes que ali residem. Na velha tática do uso da dupla linguagem onde casa para judeu é assentamento e casa para árabe é simplesmente casa, vão se minando os espíritos daqueles que simplesmente leem os jornais ou assistem os noticiários sem saber realmente o que acontece em Israel.
Uma casa judaica atrapalha o processo de paz, enquanto uma casa árabe é simplesmente um lar.
O curioso é que países como a Inglaterra reconheceram a anexação de parte de Jerusalém pela Jordania, mas não reconheceram a reunificação da cidade por Israel em 1967. Isto levou a absurdos jurídicos como o fato de crianças nascidas em Jerusalém serem tratadas como apátridas pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos que, aliás, mantém sua embaixada em Tel-Aviv e um consulado em Jerusalém até hoje (e até hoje são os "amigos" de Israel).
Há 1800 anos os romanos expulsaram os judeus de Jerusalém e renomearam a cidade, chamando-a de Aelia Capitolina, rebatizando o país de Syria Palestina, propositadamente dando ao próprio país o nome dos inimigos dos judeus (palestina=filisteus=filistim) para assim atingi-los moralmente. Se você sabe árabe ou prestar atenção ao que dizem os líderes árabes verá que é assim que se fala até hoje.
Hoje, Hussein Obama e o Departamento de Estado parecem determinados a fazer o mesmo.
Dizendo que subúrbios de Jerusalém são assentamentos estão efetivamente dizendo que outras partes de Israel onde os judeus residem, também são assentamentos. Isso deslegitima a existência de Israel, caro leitor, preste muita atenção!!
Lula, no pronunciamento que fez ao lado de Abu Mazen (nome verdadeiro de Mahmoud Abbas presidente da autoridade palestina, e que fez tese de doutorado negando o Holocausto, igualzinho a Ahmadinejad, coisa que a mídia nem ousa mencionar) também chamou de assentamento um subúrbio de Jerusalém, ou seja, denominou uma parte da cidade santa, Gilo, de território ocupado! E olhe que ele nunca pos os pés lá (apesar de ter ido a lugares que nem sabemos onde ficam).
Lula apenas fez coro ao Secretário Geral da ONU, que não prima pela imparcialidade no que toca a Israel, mesmo quando se sabe que o local é propriedade privada há muito e muito tempo, e que abriga uma população de 50 mil pessoas, e nada tem a ver com ocupação militar. Mas Ban ki Moon já declarou, tal qual Lula, que as construções de condomínios, são um "impecílio para a paz da região"...
É aquilo de sempre: um foguete lançado pelo Hamas sobre escola judaica é resistência; um contra-ataque de Israel é força desproporcional...

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Não há diálogo possível com a desumanidade

ARTIGO DA PROFESSORA ANIA CAVALCANTI, DA USP DE SÃO PAULO, QUE TEM UM CURRÍCULO ESTUPENDO, FAZ SUA ESTRÉIA NO BLOG. A ESPECIALIDADE DELA É JUSTAMENTE ANTISSEMITISMO E HOLOCAUSTO, ASSUNTO QUE O FACINORA AMIGO DE LULA JURA QUE NÃO EXISTIU. APROVEITEM.

Ania Cavalcante

Causa-em indignação e um profundo estranhamento a visita de um ditador ao Brasil, parece-me uma dicotomia irreconciliável o presidente do Brasil, um nordestino que lutou pela democratização do país, pelos direitos humanos e pelos direitos dos trabalhadores, receber no país e dialogar com um ditador de um regime autoritário, assassino, que desrespeita os direitos humanos e qualquer diversidade étnica e religiosa. Desrespeita e condena à morte. Prende e violenta seus presos. Um regime, cujo presidente chegou ao poder de modo fraudulento, contra o qual parte de sua população – parte dos iranianos se revoltou – e foi sufocada.
Os iranianos lutam por seus direitos humanos. Lutam contra as penas de apedrejamento, contra as prisões arbitrárias, as perseguições a dissidentes políticos e pessoas de religiões não-muçulmanas, como os bahai ´s, cristãos
O Ministro de Defesa do Irã é procurado pela Interpol, como um dos comprovadamente responsáveis pelo atentado à Associação Mutual Israelita da Argentina, a AMIA, em Buenos Aires, um centro comunitário e educativo. Foi o maior atentado da América do Sul até hoje, onde 85 pessoas faleceram e centenas ficaram feridas. Abrir às portas de um diálogo com um regime que tem este ministro de defesa, é abrir as portas da violência e da intolerância, é colocar em risco o Brasil como local de um próximo atentado, e não necessariamente contra a comunidade judaica, mas também contra os bahaí's, as mulheres, os homossexuais.
Receber alguém é compartilhar com este alguém algo em comum. Dialogar com alguém é trocar idéias, respeitar, não necessariamente concordar com o outro – o consenso tem suas armadilhas e, como diria Rosa Luxemburgo: “Freiheit ist immer Freiheit des Andersdenkenden”, que pode ser traduzido como “a liberdade é sempre a liberdade dos que pensam de modo diferente, dos dissidentes”. Mas aqui não estamos tratando de um “dissidente”, de alguém “que pensa de modo diferente”: mas do representante de um regime que persegue, tortura, assassina. Que busca apagar a História, as diferenças étnicas e religiosas, apagar um Estado do mapa, arrasar culturas.
A ditadura iraniana oprime os iranianos, proíbe a liberdade de imprensa, de expressão, prende e assassina aqueles que lutam pela democracia, pelos direitos humanos, e aqueles que não seguem a religião oficial. Trata-se tambpem de uma ditadura das idéias, em que se nega o que chamamos o paradigma da barbárie do século XX, o maior crime documentado e comprovado da humanidade, o Holocausto, perpetrado pelos nazistas e seus colaboradores entre 1933 e 1945, que vitimou seis milhões de judeus, e milhares de ciganos, eslavos, homossexuais, opositores políticos, deficientes físicos e mentais. Tratou-se de uma tentativa deliberada de exterminar todos os judeus e o Judaísmo da face da terra, e toda a dissidência política, ideológica e qualquer diferença étnica, um “assassinato em escala industrial” planejada, planificada por homens “inteligentes”: arquitetos e engenheiros que construíram campos de concentração e os campos de extermínio de Belzec, Sobibor e Treblinka, os médicos que realizaram experiências pseudo-científicas desumadas, os oficiais que assassinavam e torturavam sem nenhuma compaixão. Sem face humana.
Que tipo de futuro pretende construir o presidente do Irã? Que perspectivas para a humanidade ele nos traz, além de ódio, de negação da História, da humanidade, e da potencialidade de uma guerra nuclear que arrasaria parte ou toda a humanidade? O que ele ensina às crianças, que valores passamos às futuras gerações em um regime autoritário, violento, que cerceia a criatividade, a solidariedade, a liberdade, e a básica liberdade de pensar por si mesmo e de lutar por um mundo mais justo e igualitário?
Há algo de incompatível em receber o presidente do Irã, sem que isso pareça compartilhar de seus métodos e concordar com seu regime infame. Parece-me inverossímel estabelecer um diálogo possível com um assassino, com um negacionista. A única possibilidade que me parece plausível, verossímil, é estando este senhor no banco dos réus. Assim faríamos alguma justiça aos milhares que vivem nas prisões do Irã, e aos assassinados desse regime infame. Infame. Eu não tenho nada a ouvir desse senhor. Não há diálogo possível com a desumanidade.
Eu quero é ouvir as vozes dos que estão presos. Eu não as escuto. Eu gostaria de ter ouvido as vozes e conversar com os que foram assassinados. Esses sim, merecem nosso diálogo, nosso respeito, nossa luta, nosso tempo dispendido por um pouco de justiça. Por vozes unidas, por um alento de humanidade.
Registro aqui minha indignação e minha solidariedade a todos que se manifestaram e se manifestam contra os assassinos, e contra os “assassinos da memória”. É realmente infame o momento histórico que estamos presenciando. E triste a postura do país onde vivo, este Brasil de exílios, de lutas, de acolhidas, de povos e etnias tão diversas, mas – parece-me – com tal política, parece um incentivo de emigração à nuestro país hermano, a Argentina.

Ania Cavalcante é historiadora e professora de Antissemitismo e Holocausto no Laboratório de Estudos sobre Intolerância (LEI-USP), professora e palestrante de Holocausto vinculada ao Yad Vashem (Escola Internacional de Estudo sobre o Holocausto) de Israel e professora nativa de Língua Alemã. Integra a recém criada FLI - Frente para a Liberdade no Irã.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Discursos de Lula e Ahmadinejad e os acordos

Ouvi os discursos de Lula e Ahmadinejad.
Antes aconteceram as assinaturas de vários acordos, inclusive um que eu antecipei aqui em 27 de outubro de 2009 com o post http://blogdodavidbor.blogspot.com/2009/10/mais-uma-pra-gente-e-ainda-falam-em.html e que agora se materializou de vez! Trata da isenção de visto para o pessoal com passaporte "diplomático" digamos assim. Ou seja, o que vai ter de iraniano diplomata por aqui vai ser uma festa...Aliás, eu não sabia que diplomata precisava de visto. Para mim é novidade. Mas foi o que o locutor da radiobrás falou. Pode ser que tenha errado ou que eu tenha entendido mal.De qualquer jeito houve acordo para dispensa de visto. Eu antecipei para você amigo leitor.
O discurso de Lula me surpreendeu! Falou em tortura, em arma nuclear, em Israel, em Shimon Peres!! A cara do Ahmadinejad, focalizado pela tv era digna de se ver...Não sabia onde enfiar.
Acho que não esperava. Mas ele é hóspede, não pode reagir grosseiramente. Aqui ele não manda. Aqui é a casa do outro. E vamos lembrar que Israel para ele não existe, o que há é "entidade sionista", frase que os antissemitas usam com mucho gusto, não é?
O discurso dele, por outro lado, foi um monte de baboseiras, cansativo, sem nexo, mas teve uma curiosidade para quem sabe do lado religioso dele : começou pedindo a benção do 12º imã... Ahmadinejad, e já falei isto aqui no blog, faz parte de um grupo religioso (o líder supremo do Irã também) que acredita que o mahdi (uma espécie de messias deles) que é o 12º imã, está para chegar e um dos sinais disto é a destruição final dos judeus (daí o papo de que vai varrer Israel do mapa (viram uma das razões?). A loucura do cara tem método...Mas essas coisas você não vai ler em nenhum outro blog ou site. Quase ninguém leu ou lê Corão ou livros sobre o Islã, preferem ler jornais ou outras coisas...
Outra particularidade foi que criticou o sistema capitalista e a organização da ONU dando apoio ao Brasil numa nova constituição do Conselho de Segurança, o que é um desejo de Lula.
Bem, amanhã ficamos livres da indesejável presença dele. Veremos o que ele vai deixar por aqui.

Passeata no Rio, repercussões internacionais na blogosfera

E, como adiantamos, alguns dos mais importantes blogs do mundo
ligados à luta contra o antissemitismo, como o Atlas Shrugs (Pamela Geller) e Israel Matzav (Carl in Jerusalem), além do site Canadense www.juif.org publicaram notícias da marcha de ontem contra a vinda do déspota iraniano que, infelizmente está desembarcando em solo brasileiro, não simplesmente para fazer inocentes negócios, mas sim para buscar urânio e outras coisas mais sinistras, muito além do que nossa mídia fica alardeando.
Aliás, um dos pedidos que Mahmoud Abbas veio fazer por aqui, pasme leitor, foi que Lula intercedesse para que Ahmadinejad parasse de apoiar o Hamas!!(teria ele esquecido que nosso governo doou 10 milhões de dólares para o Hamas?).
O Departamento de Estado Norte-Americano está absolutamente insatisfeito com o rumo que a diplomacia brasileira está tomando, segundo noticiou o Wall Street Journal na semana passada, o que passou praticamente em branco por aqui (o Bloomberg.com também notou a mesma coisa).
Outro fato que nossa mídia vem ocultando do público é o acordo firmado ano passado entre o Brasil e a Rússia que mantém igualmente laços estreitos com a Venezuela (o presidente russo, Medvedev esteve várias com Chavez) criando-se, assim, um eixo Moscou-Caracas-Brasília e agora Teerã. O almejado sonho do Foro de São Paulo está se tornando realidade. Para quem estiver lendo e não sabe o que é tal organização, sugiro ler aqui.
A presença de Ahmadinejad por aqui é um sinal claro que o Brasil pode ajudar os mulás iranianos a driblar as sanções internacionais para prosseguir os seus projetos e assim conseguir a bomba nuclear.
Ficam, assim, também explicadas as visitas seguidas do Ministro das Relações Exteriores de Israel e do próprio Presidente Shimon Peres ao Brasil, quase que simultaneamente. Não vieram ver futebol e mulatas, nem tratar do ridículo jogo de futebol entre Israel e um punhado de árabes que se chamam de palestinos, é óbvio. A mídia igualmente não tocou no assunto nem ligou os fatos.

domingo, 22 de novembro de 2009

Passeata no Rio:direitos humanos

video
Ao final da marcha foi entoado o Hino Nacional Brasileiro e foram soltos
balões brancos (boa ideia) simbolizando os inúmeros direitos humanos que são violados no Irã.
Não existem direitos humanos tal qual os compreendemos no Ocidente, isto precisa ser repetido o tempo todo.Aliás, a respeito disto existe uma declaração de Direitos Humanos assinada pelos países muçulmanos na cidade do Cairo, bem diferente daquela outra a que se referem os outros países, Brasil inclusive.
Qualquer hora dessas eu abordo o tema por aqui.Uma das grandes incompreensões dos nossos dias é justamente essa, as pessoas falarem de coisas e hábitos do mundo islâmico como se fossem coisas e hábitos do Ocidente, do mundo judaico-cristão, quando não são! Eles não vieram do racionalismo, não tiveram Iluminismo, não tiveram Revolução Francesa, não tiveram nada daquilo que forjou nossa filosofia, nossos valores. Eles nos enxergam diferentemente, mas nós (digo nós por questão de educação, pois com o pouco que li e já vi por lá já consigo vê-los melhor)continuamos a insistir que são iguais a nós, quando não o são.
Outra coisa a respeito da marcha do Rio, e que vai desagradar a alguns menos democratas nessa nossa era de blogs e coisas do gênero: muitos blogs estrangeiros (Israel, França e principalmente Estados Unidos) já ficaram sabendo da passeata, publicaram ontem que ela aconteceria, publicaram a matéria sobre os encontros presidenciais Brasil + OLP (não foi o que disse O Globo elevando a "palestina" à condição de país?) e Brasil + Irã, e enquanto você lê este post já estão com os filmes e fotos da passeata.
É o mundo da tecnologia que nem Ahmadinejad e sua milícia puderam deter quando da briga entre os torcedores do Flamengo e Vasco (palavras de Lula, remember?) após as eleições do Irã.

Passeata no Rio:Filme

video
O início da passeata que contou com mais de 5 mil manifestantes de várias entidades que mostraram a insatisfação da sociedade com a vinda do tirano iraniano, com uma clara mensagem ao presidente Lula.

PASSEATA NO RIO.fotos




Alguns instantâneos da demonstração ocorrida na praia de Ipanema hoje, 22 de novembro de 2009 contra a vinda de Mahmoud Ahmadinejad ao Brasil. Dentro de alguns instantes vou postar um pequeno filme.

PASSEATA NO RIO.


A passeata contra a vinda do tirano iraniano Ahmadinejad foi um sucesso de público.
Mais de cinco mil pessoas compareceram à praia de Ipanema, apesar do forte calor, gritando palavras de ordem, manifestando o repúdio contra a presença do presidente do Irã em solo brasileiro. Representantes de comunidades negras, de organizações gays, da comunidade Bahai, de muçulmanos e naturalmente da comunidade judaica carioca estiveram presentes no evento.
Ao longo do dia vou postar filmes e fotos.
As redes de tv nacionais e estrangeiras cobriram toda a marcha que se estendeu por várias ruas do famoso bairro carioca.
Ao final foram soltos centenas de balões brancos que simbolizaram os direitos humanos que são violados no Irã, ao som do Hino Nacional Brasileiro.

sábado, 21 de novembro de 2009

Lula , Abbas, Ahmadinejad e os "líderes" da comunidade judaica


Depois das fotos de Lula e Mahmoud Abbas aos beijos, e das declarações do "noço guia" sobre os assentamentos "na capital palestina", fiquei pensando.
Primeiro onde é a tal capital palestina? Para ser capital é preciso que exista um Estado. Não existe!
Depois, o Brasil jamais reconheceu Jerusalém como capital de Israel, apesar daquela cidade ser a capital do Estado judeu há mais de 60 anos. Como agora Lula já declara que Jerusalém é a capital de um estado que nem existe?
A seguir Lula da Silva, como sempre desinformado e precipitado, critica assentamentos em territórios palestinos, referindo-se obviamente a novas construções em Jerusalém, e citando Hussein Obama, determinando que "deveriam parar imediatamente", como se tivesse autoridade e força moral para tanto. Quase engasguei de rir quando li isto. Mas, falando sério, Lula sabe que Jerusalém não é território ocupado? Será que os assessores dele, e leia-se aí Marco Aurélio top-top ou mesmo aquela que teimam em dizer que é judia, mas que diz que é petista antes de mais nada, não o informaram sobre Jerusalém? Será que o governador da Bahia, Jaques Wagner, que é judeu, não lhe disse nada a respeito da situação de fato do Oriente Médio?
Mas, do que eu me lembrei mesmo foi uma newsletter que recebi há pouco mais de um mês atrás que dizia que Lula "era muito amigo do povo judeu"...Escrevi a respeito dizendo que era mentalidade de gueto, e não é que acertei? Foi no dia 17 de outubro...

Melhor seria se tivessem empregado a expressão "muy amigo", pois acabaram de anunciar que Lula vai visitar ano que vem o seu mais novo amigo, o presidente (??) Mahmoud Abbas (Abbu Mazen, outro nome dele para quem sabe das coisas e se lembra das operações terroristas que já empreendeu).
Lula que visitou dezenas de países em todos os continentes, JAMAIS foi a Israel,e não está na agenda, ao menos que eu saiba, uma visita àquele país. Porque? Não quer desagradar a quem? Ou não agrada a ele mesmo?
E, lembremo-nos, Lula também já tem viagem marcada para visitar outro amigo do peito, Mahmoud Ahmadinejad, que chega segunda-feira ao Brasil.
E o que fazem os líderes da comunidade judaica brasileira? O que fazem os homens de negócio que anunciam nos veículos de comunicação brasileiros como O Globo que colocam na primeira página notícias que chamam Abbas de presidente de um país que não existe? Porque não boicotam por uns dias e retiram os anúncios? Porque não exigem um tratamento justo com as notícias? Porque não exigem que O Globo e outros coloquem as notícias com imparcialidade?
Porque o puxa-saquismo desenfreado a Lula e sequazes? Estão com medo de que? Depois será tarde. Parece que já esqueceram as lições do nazismo. A História se repete sim, com variações, mas se repete para quem não tira nenhuma conclusão.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Hamas paga para novos sequestros de israelenses.


Money

Uma associação de caridade chamada Waad, ligada ao Hamas, ofereceu cerca de um milhão de euros pela captura de soldados israelenses vivos. E, além de assim estar ordenando o sequestro de mais soldados, esta organização é dirigida pelo ministro do interior Fathi Hamad. O diretor do Waad, Usama Kahlout, explicou, todavia, que tal oferta é uma resposta àquela de Israel de pagar aos habitantes de Gaza por qualquer informação que leve ao soldado Gilat Shalit, prisioneiro do grupo terrorista Hamas há três anos.
Assim, europeus que dão enormes somas para associações de "caridade" do Hamas (e o governo de Lula está nessa, lembremo-nos, pois prometeu a eles 10 milhões de dólares dos nossos impostos) já sabem para onde vai seu dinheirinho...
Provável próxima acusação contra Israel e os judeus: acusação de corrupção dos habitantes de Gaza para obter informações sobre o infeliz Gilat Shalit...
Fonte:JSS.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Armas brasileiras para o Hezbollah.


Se você não sabe o que Ahmadinejad vem fazer no Brasil, veja o vídeo e pare aos 0.43 segundos.
Aí verá um caixote com dizeres em português: "2 disparos"/lote 70/FNG/85/Espoleta" e outras coisas..
O navio é o Francop, apreendido pela marinha israelense no dia 4 de novembro que ia entregar ao Hezbollah apenas 500 toneladas de armamentos fornecidos pelo Irã, pelo sujeito que o presidente Lula chamou de irmão, o famigerado Ahmadinejad que quer varrer Israel do mapa e exterminar os judeus da face da terra.
Curioso é que poucos falaram ou falam de como armas brasileiras quase param nas mãos de terroristas do Oriente Médio.
E nosso Lula ainda tem a cara de pau de ficar falando de paz com o presidente de Israel.
Claro que ele pode sempre dizer que outros países falam português,como Goa, Cabo Verde,Angola ou até mesmo Portugal, não é mesmo? Ou quem sabe alegar que os morros do Rio estão fornecendo armas e munição para o Hamas e Hezbollah...Dele pode se esperar qualquer coisa, até mesmo porque agora ele é psicanalista e cita Freud, como vimos no post anterior...
Além disto Ahmadinejad vem estabelecer uma parceria de fornecimento de urânio para que possa construir suas bombas nucleares, contando com o apoio de Hugo Chávez e livre trânsito para agentes iranianos no Brasil, tal qual já ocorre na Venezuela.

MANIFESTAÇÃO CONTRA AHMADINEJAD NO RIO

Bem, parece que o Rio acordou, e domingo próximo vai haver manifestação contra a vinda de Ahmadinejad ao Brasil. Várias entidades, judaicas e não judaicas, participarão da marcha, tal qual ocorreu em maio último.
Vamos participar, claro. Divulguem a ideia. Quem sabe o sujeito desiste como desistiu há 6 meses atrás. Não custa tentar.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Aliança Israel-Turquia acabou.

Segundo o analista Barry Rubin a aliança entre Israel e a Turquia, que já durava duas décadas de cooperação em diversos campos, inclusive o militar, terminou.
No seu modo de ver, a perda de influência dos militares turcos foi um dos fatores que levou a uma ruptura entre os dois países, já que nos últimos tempos a Turquia vem demonstrando uma postura de hostilidade para com Israel, tendo cancelado exercícios militares e veiculando na tv programas antissemitas. Quem quiser ler na íntegra a análise, aliás muito interessante, é só clicar aqui.
Como sabemos nos últimos anos a Turquia foi um dos destinos preferidos pelos israelenses para fazer turismo (eu mesmo fui à Turquia por 2 vezes saindo de Israel), mas este ano milhares de cidadãos de Israel cancelaram suas viagens após declarações francamente antissemitas do governo de Ancara, o que causou imenso prejuízo ao comércio local.

No seu famoso e já clássico livro sobre o choque das civilizações Samuel Huntington dizia que o futuro da Turquia seria liderar o mundo islâmico, como já fez no passado, e se Rubin estiver certo,a Turquia estará no caminho previsto, então, por Huntington.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

É preciso impedir a judaização de Jerusalém.

Lembram da frase? Logo após a posse dele? Do Obama?
Desde a posse de Hussein Obama o problema parece ser a construção de prédios em Jerusalém.Os árabes, chamados palestinos, querem que os donos da terra parem de construir.Os judeus não querem parar. Os americanos, com o governo anti-Israel, de Hussein Obama primeiro deram um ultimato, agora parece que vão mudar a política e já não falam tão grosso e Hillary Clinton disse este fim de semana que os intransigentes são os árabes.Mas, leitor, a verdade é que há séculos os judeus habitam a cidade santa. No post anterior mostrei um interessante e lúcido argumento. Agora trago-lhe uma evolução demográfica, irrefutável. Os judeus sempre foram a maioria em Jerusalém.O Corão não menciona NEM UMA VEZ a cidade que os muçulmanos dizem ser uma de suas cidades sagradas (só porque Maomé alegou ter sonhado ido lá montado num cavalo num sonho, só por isso). Para os cristãos Jerusalém é sagrada porque Jesus ali andou e pregou e ali foi o fim de seus dias.

Segundo a Bíblia, foi no Monte Moriá, que hoje ficam chamando de Esplanada das Mesquitas, fazendo propaganda muçulmana, que Deus criou o primeiro homem. E foi ali também que aconteceu o sacrifício de Isaac e o sonho de Jacó com a escada que deu origem ao nome de Israel...Jerusalém ou Yerushalaim quer dizer Cidade da Paz.

É a primeira vez após quase 2000 anos que crentes de qualquer religião podem acorrer à cidade para dedicar-se à sua religião, inclusive os muçulmanos que guardam os seus lugares santos.

Não se pode, como disse Hussein Obama, impedir Jerusalém de se judaizar para se conseguir a paz. Não é assim que ela virá. Se é que ela virá algum dia.

Evolução da população de Jerusalém desde 1838.

Ano

Judeus

Muçulmanos

Católicos

1838

6000

5000

3000

1844

7120

5760

3390

1876

12000

7560

5470

1909

45000

12000

10200

1948

99320

36680

31300

1967

177000

68000

21300

1990

353200

124200

14000

2005

464200

232370

14800

Fora Com Os Invasores!

Um ótimo artigo enviado por Alexandre E.(obrigado!).Vale a leitura atenta. Se alguém souber refutar...


Por Steven Plaut


http://www.jewishpress.com/pageroute.do/41215

Os antissionistas dizem que os judeus não têm direito a Israel porque até 1948 fazia 1900 anos que os judeus já não exerciam nenhuma soberania sobre aquela terra. Dizem também que é absurdo que um povo tenha direitos sobre uma terra que governaram há tanto tempo.

Mas em que se baseiam para afirmar que os árabes teriam direito a essa mesma terra? Baseiam-se no fato de que os árabes governaram aquela terra há 1000 anos. Sendo assim, por que direitos de 1900 anos seriam inadmissíveis enquanto direitos de 1000 anos seriam inquestionáveis?

É preciso enfatizar que os direitos de 1000 anos dos árabes não dizem respeito especificamente aos “árabes palestinos”, pois a última vez que os árabes palestinos exerceram soberania sobre a Palestina foi... nunca.

É verdade que os árabes outrora exerceram soberania sobre partes da Palestina histórica. Já havia pequenos reinos árabes no sul da Palestina ao final da era bíblica. Eram importantes aliados políticos e militares dos judeus, os quais na época eram os soberanos da Terra de Israel.

Com a ascensão do Islã no século VII, a Palestina foi de fato parte de um grande reino ou califado árabe. Mas esta realidade acabou em 1071 quando foi conquistada pelos turcos Suljuk. Desde então a Palestina nunca mais teve um soberano árabe.

Fica então a questão: por que ter sido parte de um grande império árabe tornaria a Palestina “árabe” se ela também foi parte dos grandes impérios romano, grego, persa, turco e britânico?

Por que os antissionistas insistem em que os direitos de 1000 anos de árabes que nunca foram governados por árabes especificamente palestinos são legítimos enquanto os direitos de 1900 anos dos judeus devem ser descartados mesmo diante da legitimidade conferida a Israel pela ONU em 1947? A resposta dos antissionistas é que os direitos de 1000 anos dos árabes são mais recentes que os antigos direitos dos judeus.

Mas este argumento se volta obviamente contra os próprios antissionistas, pois se os direitos nacionais a uma terra são mais legítimos quanto mais recentes, então a soberania atual dos judeus sobre Israel seria a mais legítima, já que o atual Estado judeu tem apenas 62 anos.

O outro argumento dos antissionistas é que os judeus não teriam direito à terra de Israel porque se mudaram para lá vindo de outras terras. Eles não consideram que sempre houve uma minoria judaica habitando aquela terra mesmo sob os domínios persa, grego, romano, árabe, turco e britânico. Surge então a questão: o fato de que muitos judeus tenham migrado para a terra de Israel vindo de outros lugares acaso os desqualifica para o exercício da soberania sobre a terra?

Responder que sim não faria sentido nem mesmo se ignorássemos o fato de que a maioria dos árabes palestinos também migrou para aquela terra aos poucos a partir do fim do século XIX. Um povo vir de outro lugar implica automaticamente na impossibilidade de uma soberania legítima? Concluiria-se assim que um tal povo devesse fazer as malas e ir embora, como insistem os antissionistas?

Caso positivo, então nem precisamos lembrar que estadunidenses e canadenses devem dar o exemplo, devolvendo a América do Norte a seus legítimos donos, os índios e mexicanos nativos, e voltar para sua terra de origem.

Pela mesma razão, os mexicanos de ascendência espanhola devem ir embora do México; os anglo-saxões (os ingleses) devem gentilmente devolver as ilhas britânicas a seus donos originais celtas e druidas e voltar a sua Saxônia ancestral, hoje norte da Alemanha e Dinamarca. E os dinamarqueses naturalmente devem voltar às suas terras de origem na Noruega e Suécia para devolver a Dinamarca aos anglo-saxões.

Mas isto é só o início. Os espanhóis devem ir embora da Península Ibérica que tomaram à força dos celtas ibéricos. Da mesma forma os usurpadores portugueses devem devolver sua terra aos lusitanos nativos e os magiares devem devolver a Hungria a seus nativos e voltar para suas terras asiáticas de origem.

Australianos e novazelandeses devem acabar com a ocupação de terras que não lhes pertencem; os tais devem deixar a atual Tailândia e os búlgaros devem voltar às suas terras no Volga e sair da Bulgária ocupada. Naturalmente, qualquer falante da língua espanhola que habite a América Latina deve pôr um fim à ocupação forçada de tantas terras indígenas.

Além disso, nem precisamos mencionar que os franceses devolverão aos celtas o que foi seu maior reino; os turcos voltarão para a Mongólia e sairão de vez da Anatólia, devolvendo-a aos gregos. Os alemães voltarão para Gotland e os italianos devolverão sua bota aos etruscos e aos gregos.

Bem, restam os árabes. Em primeiro lugar, todo o norte da África, da Mauritânia ao Egito e ao Sudão, deve ser imediatamente devolvido pelos colonos árabes ilegais a seus habitantes originais berberes, púnicos, gregos e vândalos. A Síria e o Líbano ocupados devem ser devolvidos a seus habitantes de direito para assim pôr-se um fim à ocupação imperialista árabe.

O Iraque deve ser devolvido aos assírios e caldeus; a Arábia do Sul deve ser devolvida aos abissínios, e os árabes só poderão manter soberania sobre a porção central da Península Arábica, o que exclui os poços de petróleo.

E os árabes palestinos, é claro, retornarão a suas terras de origem, devolvendo a Palestina a seus habitantes originais, os judeus.

Com tudo isto resolvido, Israel considerará justa a implementação do Mapa da Estrada.(o tal do Road Map que tanto a gente ouve falar na mídia)

Antes era o embargo. Agora é o não-embargo.

Veja se entende a lógica comunista. Fidel Castro o sempre vivo ditador (epa!) cubano passou 50 anos atribuindo todos os males da ilha ao embargo norteamericano.
Agora, com a eleição de seu correligionário Hussein Obama e do abrandamento das sanções, o zumbi Castro queixou-se que os casos da gripe A, conhecida como gripe suína, que já foram detectados na ilha (ué, no perfeito sistema de saúde de Cuba tem isso?) o culpado foi justamente Obamessias que facilitou a visita de cubano-americanos que quisessem visitar seus parentes na ilha-presídio. Isto é, o culpado foi o abrandamento do embargo!
Já foram noticiados 800 casos com 7 mortes na ilha, mas nem todos de visitantes dos Estados Unidos...
É como diz a canção brasileira: se correr o bicho pega, se ficar o bicho come...

Campeonato Europeu por Equipes


Terminou o XVII Europeu por Equipes de Xadrez, realizado em Novi Sad, na Sérvia (terra do Petkovic, do Flamengo), com a vitória do Azerbaijão.
As principais colocações foram:
Campeão:Azerbaijão.
Vice-Rússia (já não domina mais o cenário do xadrez, como no passado).
3º-Ucrânia
4-Armênia
5-Alemanha
6-Espanha
7-Polonia
8-Hungria
9-Holanda
10-Sérvia 1.

Turistas israelenses não podem visitar a Venezuela de Hugo Chavez.

Em janeiro de 2009 a Venezuela cortou relações diplomáticas com Israel e a partir de então todos os pedidos de visto são feitos através de outros países.
Um grupo de turistas de 13 turistas israelenses que queria visitar a Venezuela foi forçado a cancelar a viagem, apesar de já ter reservado hotel e as passagens, pois tiveram seus vistos negados pelo governo bolivariano do tirano Chávez. A Venezuela tem lugares que ainda atraem muitos turistas, inclusive do Brasil, como a Ilha Marguerita e praias do Caribe.
O curioso de tudo isso é que iranianos teem livre acesso ao país vizinho e segundo informações recebem até documentos venezuelanos para poderem transitar mais livremente sem serem questionados.
Como já noticiei aqui o Brasil está para assinar com o Irã um acordo de livre acesso de seus cidadãos (coisa que nem americano tem) semelhante ao que Hugo Chávez já tem, o que tornará realidade o eixo Caracas-Brasília-Teerã, com perspectivas sinistras para todo o continente, em especial para a população judaica e para a segurança de todos em geral, já que estará aberta a porta para a importação do terror, haja vista a falta de segurança que já nos assola e que poderá piorar, em muito, com a presença por aqui de entes como o Hezbollah e coisas parecidas.
Será por essas coisas que Lula da Selva nunca foi a Israel,berço de 2 das maiores religiões, embora seja "muito amigo do povo judeu", enquanto visita praticamente todo o globo terrestre?
A notícia foi veiculada pela Israel National News.
(obrigado Mina C. pela dica)

domingo, 1 de novembro de 2009

Não enxergam nada, morrem atropeladas, mas são sexys.





Vejam o que enxerga uma mulher de burca, no Paquistão. O vídeo mostra de dentro de uma burca, o que vê uma mulher. A reportagem ouviu homens falando que acham muito "sexy" mulheres de burca e que apesar de verem a toda hora algumas serem atropeladas, pois não conseguem enxergar direito, ainda assim creem que ficam melhor com aqueles vestidos absurdos, degradantes e retrógrados!
É o que aguarda quem defende a imposição da lei islâmica e o islamofascismo.
Vejam o vídeo.(via Bivouac-ID).

QUE O SEU CARDIOLOGISTA NÃO SAIBA...

video
Hoje é domingo.Dia de lazer, comer fora.
No Arizona, EUA, um restaurante fora do comum. No vídeo você pode conferir.
Se não entende o que o narrador diz poderá ver que há "enfermeiras" com estetoscópios e cadeiras de rodas e um "médico" que recebe o cliente.
No cardápio vários tipos de hambúrguer, e o cliente deve escolher o tamanho do sanduíche de acordo com o tipo de operação de ponte de safena que já teve, 2,3 ou 4 pontes!O narrador chega a dizer que quando se come se pode ouvir as artérias sendo entupidas...Puro humor negro!
O restaurante não serve nenhuma bebida light ou diet, nem serve alface nos sanduíches.
O narrador, no final, vai experimentar o hambúrguer de 4 pontes de safena e antes de comer a última etapa começa a se despedir da família, do cachorro, dos amigos e é levado para fora de cadeira de rodas...
Não é à toa que o lugar se chama de Grill do Ataque Cardíaco!
Obrigado Sérgio B pelo vídeo. Ótimo!!