quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Wilders, Corão e Minha Luta.

O julgamento de Geert Wilders prosseguirá no dia 3 de fevereiro e embora nossa mídia esteja ignorando o fato, na Eurábia e nos EUA muita gente está comentando o assunto.
No prestigioso Wall Street Journal saiu um artigo de Leon de Winter mencionando a estratégia de defesa de Wilders. Eu trouxe ao leitor do blog um pequeno trecho para possa avaliar até que ponto poderá se chegar na corte holandesa.
O julgamento poderá levar a uma enorme crise entre a Holanda e o mundo islâmico, pois uma das coisas que Geert diz é que o Corão é igual ou pior do que o Mein Kampf de Adolf Hitler, no seu ódio aos judeus e no seu incitamento ao genocídio desse povo (a respeito recomendo o artigo
http://www.imil.org.br/artigos/o-corao-e-os-judeus/).
A defesa, então, vai convocar vários especialistas internacionais e alguns muçulmanos radicais, inclusive Mohammed Bouyeri o assassino de Theo van Gogh e o ayatollah Mesbah Yazdi, um notório antissemita e mentor religioso de Ahmadinejad, que irão depor sobre a mensagem do Corão, e que mostrarão se Wilders tem razão ao comparar os dois livros.
Se ficar provado o que ele disse então não poderá ser condenado por ter dito a verdade.
Assim, a equipe de defensores vai se concentrar nos parágrafos extremamente violentos do Corão e compará-los com o Mein Kampf (Minha Luta).
A promotoria não se opos ao chamamento das testemunhas para que fossem esclarecidos pontos do Corão e do Mein Kampf, mas reclamou do alto número das mesmas, embora os juízes devam admitir a maioria.
De acordo com muitos pesquisadores provavelmente há mais menções antijudaicas no Corão do que no livro de Hitler, e, portanto, os juízes deverão julgar que Geert Wilders estava certo ao comparar os dois livros.
Qualquer coisa é concebível neste julgamento absurdo.
Não custa lembrar que Wilders é o autor do filme Fitna (que você pode ver clicando na página principal do blog do lado direito), que mostra passagens do Corão ao lado de atos terroristas que mataram milhares de pessoas, o que desagradou profundamente os mulás praticantes da religião de paz e amor, e desde então vive sob forte proteção, mudando de casa, já que está ameaçado de morte.

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