domingo, 31 de janeiro de 2010

Judeus abandonam cidade sueca.


A cidade de Malmoe, na Suécia, palco recente de violentos distúrbios motivados por questões ligadas aos muçulmanos insatisfeitos com a presença de atletas israelenses e mesmo de minorias na cidade, tem levado a população judaica a abandonar maciçamente seus lares e ir buscar outros países, como Israel, a Nova Zelandia e os Estados Unidos.
Nem mesmo os apelos cínicos do prefeito Ilmar Reepalu (foto ao lado) que pede que os judeus "se distanciem" publicamente da política israelense e mais particularmente das "violações dos direitos da população civil de Gaza" tem conseguido frear os tumultos na cidade sueca.
Esse mesmo prefeito, no entanto, defende como necessária a autodeterminação árabe-muçulmana, mas acha que o sionismo, que é a autodeterminação dos judeus em sua própria terra (Israel) racismo! Chegou a dizer em uma entrevista que o sionismo é extremismo...
Essa é, portanto, a Eurábia de hoje. Os muçulmanos dando as cartas, ditando a política junto com a esquerda, e as minorias abandonando os países em busca de liberdade.
A notícia veio do Le Monde e do Haaretz de Israel.


Holocausto.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Parceria nazista - islâmica em Auschwitz-Birkenau.



Em meio às solenidades realizadas em Auschwitz nos últimos dias, foi apresentado ao público o projeto da construção do campo de extermínio, inclusive com a assinatura de Heinrich Himmler, mas não foi revelado onde o mesmo foi encontrado.
Sabe-se que foi encontrado em novembro de 2008, mas não se sabe (?) onde. A versão oficial seria "que quando foi feita uma reforma num apartamento as plantas foram encontradas por trás de uma parede", mas não se forneceu o endereço. Por que? Qual é o segredo? Qual é a razão do mistério? Todas as atenções estão voltadas para os desenhos, o projeto em si, mas não para o local onde foi encontrado, e este sim é importante, e torna-se mais importante na medida em que não está sendo mencionado.
Antes de elucidar o mistério para você, leitor, pergunto-lhe, você já ouviu falar do grande Mufti de Jerusalém, Hajj Muhammad Amin al Husseini, fundador após a II Guerra Mundial, do Congresso Islâmico Mundial, que é um antecessores da jihad global que nos assola hoje? Husseini foi um dos mentores do terrorista Yasser Arafat; foi hóspede privilegiado de Hitler; foi recebido com todas as honrarias pelo III Reich; planejou a construção de um campo de extermínio em Nablus, cidade que hoje está sendo chamada de "território ocupado" por Israel.
Maiores detalhes sobre a vida do cidadão você pode e deve ler no ótimo site http://www.hirhome.com/.

Pois bem. Ao que tudo indica o projeto de Auschwitz-Birkenau foi encontrado num apartamento da rua Albertstrasse 5, em Berlim, que o famigerado Grande Mufti usava como lugar para estudos! Daí o segredo!! O conluio nazista-islâmico está sendo mantido até nossos dias. A Europa livre de judeus, quase conseguida pelos nazistas, com a participação de praticamente todos os países (leiam Daniel Goldhagen), e com a valiosíssima colaboração dos muçulmanos, hoje está sendo reivindicada pelos muçulmanos com a sua jihad.
O próprio Mufti escreveu em seu diário que "nossa condição fundamental para cooperar com a Alemanha é carta branca para erradicar a Palestina e o mundo árabe dos judeus. Pedi a Hitler para explicitamente nos permitir a resolução do problema judaico de uma maneira que atenda nossas aspirações nacionais e raciais, e de acordo com os métodos científicos inovadores alemães no tratamentos dos judeus. A resposta que obtive foi: "os judeus são seus".
Husseini incitou os seguidores pro-nazistas com as palavras:" levantem-se ó filhos da Arábia. Lutem por seus direitos sagrados. Aniquilem judeus onde quer que os encontrem. O sangue derramado deles agrada Allah, nossa história e religião. Isso salvará nossa honra."
Em 1944 um comando árabe-alemão sob as ordens de Husseini foi lançado de paraquedas sobre Tel Aviv e envenenou poços.
Fantasia? Conspiração da internet? Delírio?
Tudo está documentado. A fonte é o fantástico site da Pamela Geller, Atlas Shrugs, inclusive com fotos e toda a história da descoberta do projeto, da compra do mesmo pelas revistas alemãs etc.






quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Dia do Holocausto

Hoje é dia do Holocausto.
Não gosto da palavra. Holocausto significa outra coisa, significa sacrifício (holokauston em grego), onde as vítimas eram inteiramente queimadas.
Os judeus não foram apenas queimados. Foram mortos de todas as maneiras. Foram ASSASSINADOS, CHACINADOS.Ninguém se sacrificou. Ninguém foi sacrificado. Não foi isso.
Mas não vou entrar no mérito.
Aos que ainda insistem em negar, e parece que andam ressurgindo da lama aos montes, costumo responder com uma pergunta: está bem. Não existiu. E onde estão meus avós maternos? E meus avós paternos? E tios? E tias? E primos? E primas? Meus pais escaparam. Vieram para o Brasil.
Eu mesmo nasci na antiga Europa (hoje Eurábia e pronta para outro massacre) e vim para cá menino ainda e me orgulho de ser brasileiro por adoção (dizem que assim se é mais brasileiro, pois se escolhe ser brasileiro) e me preocupo com o futuro deste continente chamado Brasil.
Um minuto de silêncio em respeito, por favor.

Wilders, Corão e Minha Luta.

O julgamento de Geert Wilders prosseguirá no dia 3 de fevereiro e embora nossa mídia esteja ignorando o fato, na Eurábia e nos EUA muita gente está comentando o assunto.
No prestigioso Wall Street Journal saiu um artigo de Leon de Winter mencionando a estratégia de defesa de Wilders. Eu trouxe ao leitor do blog um pequeno trecho para possa avaliar até que ponto poderá se chegar na corte holandesa.
O julgamento poderá levar a uma enorme crise entre a Holanda e o mundo islâmico, pois uma das coisas que Geert diz é que o Corão é igual ou pior do que o Mein Kampf de Adolf Hitler, no seu ódio aos judeus e no seu incitamento ao genocídio desse povo (a respeito recomendo o artigo
http://www.imil.org.br/artigos/o-corao-e-os-judeus/).
A defesa, então, vai convocar vários especialistas internacionais e alguns muçulmanos radicais, inclusive Mohammed Bouyeri o assassino de Theo van Gogh e o ayatollah Mesbah Yazdi, um notório antissemita e mentor religioso de Ahmadinejad, que irão depor sobre a mensagem do Corão, e que mostrarão se Wilders tem razão ao comparar os dois livros.
Se ficar provado o que ele disse então não poderá ser condenado por ter dito a verdade.
Assim, a equipe de defensores vai se concentrar nos parágrafos extremamente violentos do Corão e compará-los com o Mein Kampf (Minha Luta).
A promotoria não se opos ao chamamento das testemunhas para que fossem esclarecidos pontos do Corão e do Mein Kampf, mas reclamou do alto número das mesmas, embora os juízes devam admitir a maioria.
De acordo com muitos pesquisadores provavelmente há mais menções antijudaicas no Corão do que no livro de Hitler, e, portanto, os juízes deverão julgar que Geert Wilders estava certo ao comparar os dois livros.
Qualquer coisa é concebível neste julgamento absurdo.
Não custa lembrar que Wilders é o autor do filme Fitna (que você pode ver clicando na página principal do blog do lado direito), que mostra passagens do Corão ao lado de atos terroristas que mataram milhares de pessoas, o que desagradou profundamente os mulás praticantes da religião de paz e amor, e desde então vive sob forte proteção, mudando de casa, já que está ameaçado de morte.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Primeiro dia do julgamento de Geert Wilders


Primeiro dia do julgamento de Geert Wilders na Holanda, o julgamento da liberdade de expressão, o julgamento do futuro da Eurábia ou dos valores democráticos da antiga Europa que está se curvando à sharia, à lei islâmica.
O promotor lê a acusação de intolerância,de preconceito contra os imigrantes e o povo do lado de fora da corte protesta contra a farsa que representa o julgamento, num país que já foi um modelo de liberdade e de avanço nos chamados direitos e liberdades do indivíduo.
Um senhor de 64 anos diz que jamais foi a uma passeata e essa foi a primeira vez. Os cartazes comparam o julgamento a uma ditadura do islã.
Wilders é um deputado, fundador de um partido que cresce na Holanda e na Eurábia e cuja mensagem vem sendo ouvida por todo o continente. Ele vem sendo apontado, inclusive, como um possível futuro primeiro ministro holandês nas próximas eleições.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Amanhã começa o julgamento da Eurábia.


Amanhã, na Holanda, Geert Wilders,46 anos, começa a ser julgado por racismo e preconceito.
Ele é deputado, fundador do Partido da Liberdade que tem cadeiras no Parlamento e é um dos favoritos para ser o futuro primeiro ministro da Holanda, e está sendo acusado de preconceito contra muçulmanos e imigrantes marroquinos.
Como particularidade ele viveu por 2 anos em Israel e é um dos ardorosos defensores de Israel na Eurábia, coisa rara hoje em dia, pregando inclusive a transferência da embaixada holandesa para Jerusalém.
O julgamento de Wilders começa no dia em que o governo de Hussein Obama completa um ano, uma histórica coincidência.
Uma foto dele sempre esteve aqui no blog, pois ele é um dos mais ácidos críticos do islamofascismo e de tudo o que representa de perigoso para os valores do mundo como o conhecemos, já que repudiamos o atraso e o obscurantismo, para não falar do antissemitismo pregado por muitos.
O governo da Holanda, outrora conhecido por defender as liberdades individuais, agora se curva de forma covarde às pressões islâmicas e vai julgar Wilders por ofensas ao Islã sem conceder ao mesmo segurança policial (o neto de Van Gogh e Pim Fortuyn outro político foram brutalmente assassinados por ativistas muçulmanos fatos amplamente noticiados).
A Eurábia está mesmo destinada a viver sob a sharia? A Eurábia voltará a ser Europa com os valores que duramente conquistou ao longo dos séculos? Wilders com esse julgamento se transformará em um líder de proporções internacionais, já que tem o dom da palavra e sua mensagem já está ultrapassando a fronteira da pequena Holanda? O futuro dirá e este blog está com ele!

sábado, 16 de janeiro de 2010

Fama em Portugal.Brasil ganha importância com a família Lula da Silva.

Em Portugal a fama do Lulinha, filho do presidente Lula, já está a fazer sucesso, como se depreende do blog que você pode acessar em http://maislusitania.blogspot.com/2010/01/o-filho-do-lula-e-um-talentoso.html.
Ontem postei matéria onde vimos que o jornal El País da Espanha elegeu Lula como um dos 5 hipócritas do ano de 2009, hoje vi que um dos filhos de nosso guia está ganhando fama como um dos grande empreendedores do país em terras lusitanas.
Estamos realmente ficando importantes.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

A nova face de Tel-Aviv

UM BOM TEXTO, E EU TERIA A ACRESCENTAR SOMENTE QUE BORIS GELFAND, ISRAELENSE, VENCEU A COPA MUNDIAL DE XADREZ EM DEZEMBRO ÚLTIMO, E QUE ISRAEL CHEGOU À SEMIFINAL DA COPA DAVIS DE TÊNIS EM 2009, APESAR DE INÚMEROS PROTESTOS DOS ISLAMOFASCISTAS NA SUÉCIA (ESTE BLOG NOTICIOU OS TUMULTOS EM MALMOE) (obrigado David S.)

Tel-Aviv mudou e tornou-se um dos grandes polos empreendedores do mundo.
David Brooks - 13/1/2010 -

Os judeus formam um grupo admiravelmente capacitado. Eles significam apenas 0,2% da população mundial, mas têm 54% dos campeões mundiais de xadrez, 27% dos ganhadores do Nobel de Física e 31% dos de Medicina.
Os judeus representam 2% da população dos EUA, mas são 21% dos alunos da Ivy League, 26% dos homenageados pelo Kennedy Center, 37% dos diretores ganhadores de Oscar, 38% de uma lista recente da Business Week com os principais filantropos, 51% do vencedores do Prêmio Pullitzer na categoria de não-ficção.
Em seu livro The Golden Age of Jewish Achievement (em português, A Era Dourada das Realizações Judaicas), Steven L. Pease apresenta um lista de explicações dadas para esse recorde de realizações.
A fé judaica encoraja a crença no progresso e na responsabilidade pessoal. Ela é baseada no aprendizado, não no ritual. A maioria dos judeus desistiu ou foi forçada a desistir da agricultura na Idade Média; desde então, seus descendentes têm vivido de suas habilidades. Migraram frequentemente, com ambição e perseverança de emigrantes.
Eles se agruparam em centros importantes no mundo todo e se beneficiaram da endêmica tensão criativa de tais lugares.
Só uma explicação não consegue justificar o recorde de realizações dos judeus. O curioso é que Israel não tem sido geralmente mais forte em áreas nas quais, durante a Diáspora, os judeus eram os mais fortes.
Em vez de pesquisa e comércio, os israelenses se viram forçados a dedicar suas energias para a guerra e para a política.
Milton Friedman costumava dizer, brincando, que Israel desmentiu todos os estereótipos do judeu. As pessoas pensavam, por exemplo, que os judeus eram bons cozinheiros, bons administradores e péssimos soldados. Israel provou que elas estavam erradas.
Mas isso mudou.
As reformas econômicas de Benjamin Netanyahu, a chegada de um milhão de imigrantes russos e a estagnação do processo de paz provocaram uma grande mudança histórica. Os israelenses mais capazes estão indo para a tecnologia, não para a política. Isso teve um efeito prejudicial na vida pública do país, mas foi um tonificante para a economia.
Tel-Aviv se tornou um dos principais polos empreendedores do mundo. Israel tem, per capita, bem mais, lançamentos de empresas de tecnologia de ponta do que qualquer outro país. É campeão em gastos com pesquisas e desenvolvimento civís. Está em segundo lugar, atrás dos EUA, em número de empresas listadas na Nasdaq. Israel, com 7 milhões de habitantes, atrai tanto capital de risco quanto a França e a Alemanha juntas.
Como Dan Senor e Saul Singer escreveram em Start-Up Nation:
The Story of Israel's Economic Miracle (em português, Um País de Lançamentos de Empresas: A História do Milagre Econômico de Israel), o país agora possui um cluster de inovação clássico, um local onde obsecados por tecnologia trabalham bem próximos e se alimentam das ideias uns dos outros.
Por causa da força da economia, Israel aguentou a recessão global razoavelmente bem. O governo não teve de ajudar seus bancos ou desencadear um explosão de gastos a curto prazo. Em vez disso, usou a crise para solidificar o futuro da economia a longo prazo, ao investir em pesquisa e desenvolvimento e em infraestrutura, aumentou alguns impostos de consumo e promete cortar outros a médio e longo prazos. Analistas da Barclay's escreveram que Israel é"o caso de recuperação mais forte" na Europa, Oriente Médio e África.
O sucesso tecnológico de Israel é fruto do sonho sionista.
O país não foi fundado para que colonos errantes pudessem ficar entre milhares de palestinos zangados em Hebron. Ele foi fundado para que
os judeus pudessem ter um local seguro para ficar juntos e criar coisas para o mundo. Essa mudança na identidade israelense tem implicações duradouras. Netanyahu prega a visão otimista: a de que Israel vai se tornar o Hong Kong do Oriente Médio, com benefícios econômicos transbordando para o mundo árabe. De fato, há várias evidências apoiando essa visão, em locais como Cisjordânia e Jordânia.
Mas é mais provável que o salto econômico de Israel vá ampliar a diferença entre ele e seus vizinhos. Todos os países da região falam em promover a inovação. Alguns países ricos em petróleo gastam milhões de dólares tentando montar centros de ciência. Contudo, locais como o
Vale do Silício e Tel-Aviv são criados por uma confluência de forças culturais, e não por dinheiro. Os países vizinhos não têm a tradição de troca intelectual livre nem de criatividade técnica. Por exemplo, entre 1980 e 2000, os egípcios registraram 77 patentes nos EUA; os sauditas, 171; e os israelenses, 7.652.
O boom tecnológico também cria uma nova vulnerabilidade. Como Jeffrey Goldberg, do The Atlantic, argumentou, esses inovadores são as pessoas mais móveis do planeta. Para destruir a economia de Israel, o Irã não precisa mesmo jogar uma bomba nuclear no país. Ele só precisa provocar instabilidade suficiente para que os empresários decidam que é melhor se transferirem para Palo Alto, onde muitos deles já tem contatos e casas.
Os judeus norte-americanos costumavam manter um pé em Israel caso as coisas ficassem ruins por aqui. Agora os israelenses estão mantendo um pé nos EUA. Durante uma década de pressentimentos cinzas, Israel se tornou um sucesso impressionante, mas também
um sucesso altamente móvel.

David Brooks é jornalista, colunista do New York Times e autor de A Sociedade na Era da Informação e Bubos No Paraíso - Burgueses Boêmios Tradução: Rodrigo Garcia