quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

MOTORISTA PARA ÔNIBUS PARA REZAR.

E depois dizem que há exagero quando se fala em islamização no velho continente. Vejam mais esta: na semana passada, no norte de Londonistão (antiga Londres) um motorista de ônibus, da linha 24 em direção a Gospel Oak, sem dizer uma palavra, parou o veículo, tirou os sapatos e o casaco, colocou-o no chão como se fosse um pequeno tapete em direção a Meca e começou a rezar. Os passageiros observaram a cena, aterrorizados pensando que ele iria explodir o coletivo, pois poderia se tratar de mais um suicida. Ele havia trancado as portas impedindo, assim, a subida e descida de qualquer pessoa no veículo. Após as preces voltou à direção e continuou a jornada como se fosse a coisa mais normal do mundo!
Gayle Griffiths, 33, queixou-se junto às autoridades de transportes da cidade que apresentou suas desculpas aos passageiros. O motorista alegou que soube de outros casos em que motoristas muçulmanos haviam feito o mesmo.
É o tal do multiculturalismo que evidentemente não pode dar certo, principalmente quando é unilateral, ou seja, há a recusa de parte de uma minoria em se integrar à sociedade que a recebe de braços abertos. É a Eurábia em pleno funcionamento. Só não vê quem não quer...
A notícia foi divulgada pelo Telegraph.


Conversões ao judaísmo na Colombia.

video
Reportagem da TV Caracol da Colombia mostrou que várias comunidades colombianas converteram-se ao judaísmo por entenderem que Jesus era o Messias!
Assistam ao vídeo e vejam. O fato é extremamente curioso e interessante, principalmente quando se sabe que a religião judaica não faz proselitismo, ou seja, não tem pregadores, não sai por aí arrebanhando fiéis, ao contrário de várias outras. (obrigado Elio F. pela dica).

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Costa Rica tem vice-presidente judeu pela 1ª vez.


Com a vitória de uma mulher nas eleições de domingo passado na Costa Rica, veio outra novidade naquele país (que tem ainda outra particularidade: não tem exército): foi eleito como vice um judeu.
Luis Lieberman, 63 anos, ex- banqueiro, filho de imigrantes poloneses que para lá foram antes da segunda guerra mundial e que faz parte de uma pequena comunidade judaica daquele país (menos de 3000 pessoas). Ele é neto de um Mohel (pessoa que faz circuncisão ritual).
Numa entrevista Lieberman disse que o fato de ser judeu não desempenhou qualquer papel na sua eleição, mas que sempre haverá quem diga o contrário, já que gente chauvinista sempre existe, referindo-se à candidata eleita que é mulher o que desagradou a muita gente.
Os judeus da Costa Rica sempre foram muito ativos na política, embora sejam um grupo pequeno,declarou ele, especialmente depois que um foi nomeado ministro da saúde na década de 70. A partir daí muitos judeus ocuparam postos importantes em sucessivos governos.
A respeito da política de seu país no Oriente Médio Lieberman acredita que o novo governo será menos ativo que o precedente que chegou a mudar a embaixada de Jerusalém para Tel-Aviv para agradar os países árabes. Ele declarou que pensa em consolidar as relações com a América Latina, mantendo os laços com os países árabes e Israel, acrescentando ainda que já visitou a Terra Santa com sua esposa, tendo ali familiares.

Esterco Cultural: censura à vista?

O Globo publicou hoje, 9/2/2010, que o "professor" Marco Aurélio Garcia (sempre ele) "anda preocupado" - uau - "com a influência da tv a cabo sobre os corações e mentes dos brasileiros" (eu devo agradecer?), e chamou de "esterco cultural" a programação que assistimos através dos programas de tv a cabo.
Esqueceu o nobre assessor de Lula que pagamos para ter tv a cabo, que existe o controle remoto, que podemos mudar de canal se não gostamos da programação, que a indigência cultural que assola o país deve-se sobretudo à política educacional que vem de longa data, e que o país tem um presidente que diz que ler lhe dá azia, e que faz questão de dizer que nasceu de "mãe analfabeta e que chegou até a presidência", vangloriando-se de sua ignorância.
Esqueceu Marco Aurélio que a principal emissora de tv do país dirige quase toda a sua programação para a classe C, D e E, e que se há, como disse, " um deserto de ideias" é porque qualquer coisa que não se coadune com o pensamento esquerdista e comunizante é imediatamente rotulado de reacionário e afastado como fascista como se fascista não fosse a censura que ele quer impor.
Acho que pode ser, isto sim, mais um ensaio para a censura, já que o governo tenta de todas as maneiras trilhar o caminho do caudilho Chávez que já tirou do ar emissoras de tv.
Ou Marco Aurélio Garcia acha que queremos ver a tv oficial com propaganda do governo?
(eu, aliás, praticamente não vejo tv e quando vejo assisto os canais Discovery, em especial Travel & Living que recomendo ou a Fox News que são ótimos, viu sr. "professor"?).
Ah, e "top-top para sua censura...

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Julgamento de Geert Wilders.A continuação.

A continuação do julgamento de Geert Wilders por supostamente ter ofendido o Islã deverá ser entre os meses de junho e final de outubro, já que suas 3 únicas testemunhas precisarão definir
as melhores datas em suas respectivas agendas para serem ouvidas pelo tribunal holandês.
O julgamento, que alguns já estão comparando com o célebre caso Dreyfuss no século XIX na França, está movimentando muitos setores na Eurábia uma vez que atinge a liberdade de expressão principalmente por ser o acusado um deputado famoso por sua campanha contra a islamização de seu país e, por consequência, do continente Europeu, que muitos já consideram como Eurábia.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Venezuela importa assassino cubano para reprimir a oposição


Outro dia postei um link em que você poderia conferir algumas coisas sobre a Venezuela, coisas que nossa imprensa não publica.
Hoje você pode ver no vídeo acima uma homenagem a uma data que nossa mídia fez questão de esquecer, mas que o fantástico NOTALATINA, da minha amiga Graça Salgueiro não deixou passar em branco. Aliás, o NOTALATINA é O lugar para se manter informado sobre o que ocorre na América Latina, especialmente sobre a Ilha Presídio (Cuba).
O título deste post, por exemplo, foi extraído de uma excelente matéria publicado pela Graça e cuja leitura é obrigatória para quem se interessa e se preocupa pelo destino do continente, e em especial pelo Brasil, já que nosso governo adora Fidel e sequazes.
A matéria pode ser lida clicando AQUI. O jornal O Globo falou no tal general outro dia, mas não entrou em tantos detalhes quanto o NOTALATINA, certamente temendo sofrer o destino das emissoras venezuelanas que já foram fechadas por Hugo Chávez.
Não deixem de conferir. É assustador o que vem acontecendo logo ali, na fronteira de nosso país, e sem uma única palavra contrária do Itamaraty que foi tão pródigo em condenações no caso de Honduras.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Dilma no Superpop...Imagine o que aconteceu!!

A anãzinha ao lado da Luciana é a cumpañera que Lula da Selva quer que presida o Brasil.
SE você não viu nem ouviu falar então não perca a entrevista de Dilma Rousseff
no SUPERPOP no blog de minha amiga Lígia DOIS EM CENA, clicando AQUI.
Garanto que vai se divertir um bocado. Eu não sabia que a candidata tinha um nível inferior
ao da Luciana Gimenez...

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Judeus de seis braços



Conferência proferida por Pilar Rahola (jornalista cristã espanhola, como sempre muito lúcida e clara) durante o "Fórum Global para Combate ao Antissemitismo", realizado no dia 16 de dezembro, em Jerusalém. (obrigado pela dica Ary K., companheiro de viagem ao outro lado do planeta).

Segunda-feira à noite, em Barcelona. No restaurante, uma centena de advogados e juízes. Eles se encontraram para ouvir minhas opiniões sobre o conflito do Oriente Médio. Eles sabem que eu sou um barco heterodoxo, no naufrágio do pensamento único, que reina em meu país, sobre Israel. Eles querem me escutar. Alguém razoável como eu, dizem, por que se arrisca a perder a credibilidade, defendendo os maus, os culpados? Eu lhes falo que a verdade é um espelho quebrado, e que todos nós temos algum fragmento. E eu provoco sua reação: "todos vocês se sentem especialistas em política internacional, quando se fala de Israel, mas na realidade não sabem nada. Será que se atreveriam a falar do conflito de Ruanda, da Caxemira, da Chechenia?". Não. São juristas, sua área de atuação não é a geopolítica. Mas com Israel se atrevem a dar opiniões. Todo mundo se atreve. Por quê? Porque Israel está sob a lupa midiática permanente e sua imagem distorcida contamina os cérebros do mundo. E, porque faz parte da coisa politicamente correta, porque parece solidariedade humana, porque é grátis falar contra Israel. E, deste modo, pessoas cultas, quando leem sobre Israel estão dispostas a acreditar que os judeus têm seis braços, como na Idade Média, elas acreditavam em todo tipo de barbaridades. Sobre os judeus do passado e os israelenses de hoje, vale tudo.

A primeira pergunta é, portanto, por que tanta gente inteligente, quando fala sobre Israel, se torna idiota. O problema que temos, nós que não demonizamos Israel, é que não existe debate sobre o conflito, existe rótulo; não se troca ideias, adere-se a slogans; não desfrutamos de informações sérias, nós sofremos de jornalismo tipo hambúrguer, fast food, cheio de preconceitos, propaganda e simplismo. O pensamento intelectual e o jornalismo internacional renunciaram a Israel. Não existem. É por isso que, quando se tenta ir mais além do pensamento único, passa-se a ser o suspeito, o não solidário e o reacionário, e o imediatamente segregado. Por quê? Eu tento responder a esta pergunta há anos: por quê? Por que de todos os conflitos do mundo, só este interessa? Por que se criminaliza um pequeno país, que luta por sua sobrevivência? Por que triunfa a mentira e a manipulação informativa, com tanta facilidade? Por que tudo é reduzido a uma simples massa de imperialistas assassinos? Por que as razões de Israel nunca existem? Por que as culpas palestinas nunca existem? Por que Arafat é um herói e Sharon um monstro? Em definitivo, por que, sendo o único país do mundo ameaçado com a destruição é o único que ninguém considera como vítima?

Eu não acredito que exista uma única resposta a estas perguntas. Da mesma forma que é impossível explicar a maldade histórica do antissemitismo completamente, também não é possível explicar a imbecilidade atual do preconceito anti-Israel. Ambos bebem das fontes da intolerância, da mentira e do preconceito. Se, além disso, nós aceitarmos que ser anti-Israel é a nova forma de ser antissemita, concluímos que mudaram as circunstâncias, mas se mantiveram intactos os mitos mais profundos, tanto do antissemitismo cristão medieval, como do antissemitismo político moderno. E esses mitos desembocam no que se fala sobre Israel. Por exemplo, o judeu medieval que matava as crianças cristãs para beber seu sangue, se conecta diretamente com o judeu israelense que mata as crianças palestinas para ficar com suas terras. Sempre são crianças inocentes e judeus de intenções obscuras. Por exemplo, a ideia de que os banqueiros judeus queriam dominar o mundo através dos bancos europeus, de acordo com o mito dos Protocolos (dos Sábios de Sião), conecta-se diretamente com a ideia de que os judeus de Wall Street dominam o mundo através da Casa Branca. O domínio da imprensa, o domínio das finanças, a conspiração universal, tudo aquilo que se configurou no ódio histórico aos judeus, desemboca hoje no ódio aos israelenses. No subconsciente, portanto, fala o DNA antissemita ocidental, que cria um eficaz caldo de cultura. Mas, o que fala o consciente? Por que hoje surge com tanto virulência uma intolerância renovada, agora centrada, não no povo judeu, mas no estado judeu? Do meu ponto de vista, há motivos históricos e geopolíticos, entre outros o sangrento papel soviético durante décadas, os interesses árabes, o antiamericanismo europeu, a dependência energética do Ocidente e o crescente fenômeno islâmico.

Mas também surge de um conjunto de derrotas que nós sofremos como sociedades livres e que desemboca em um forte relativismo ético.

Derrota moral da esquerda. Durante décadas, a esquerda ergueu a bandeira da liberdade, onde houvesse injustiça, e foi a depositária das esperanças utópicas da sociedade. Foi a grande construtora do futuro. Apesar da maldade assassina do stalinismo ter afundado essas utopias e ter deixado a esquerda como o rei que estava nu, despojado de trajes, ela conservou intacta sua auréola de lutadora, e ainda dita as regras do que é bom e ruim no mundo. Até mesmo aqueles que nunca votariam em posições de esquerda, concedem um grande prestígio aos intelectuais de esquerda, e permitem que sejam eles os que monopolizam o conceito de solidariedade. Como fizeram sempre. Deste modo, os que lutavam contra Pinochet, eram os lutadores pela liberdade, mas as vítimas de Castro são expulsas do paraíso dos heróis e transformadas em agentes da CIA, ou em fascistas disfarçados. Eu me lembro, perfeitamente, como, quando era jovem, na Universidade combativa da Espanha de Franco, ler Solzhenitsyn era um horror! E deste modo, o homem que começou a gritar contra o buraco negro do Gulag stalinista, não pôde ser lido pelos lutadores antifranquistas, porque não existiam as ditaduras de esquerda, nem as vítimas que as combatiam.

Essa traição histórica da liberdade se reproduz no momento atual, com precisão matemática. Também hoje, como ontem, essa esquerda perdoa ideologias totalitárias, se apaixona por ditadores e, em sua ofensiva contra Israel, ignora a destruição de direitos fundamentais. Odeia os rabinos, mas se apaixona pelos imãs; grita contra o Tzahal (Exército israelense), mas aplaude os terroristas do Hamas; chora pelas vítimas palestinas, mas rejeita as vítimas judias; e, quando se comove pelas crianças palestinas, só o faz se puder acusar os israelenses. Nunca denunciará a cultura do ódio, ou sua preparação para a morte, ou a escravidão que suas mães sofrem. E enquanto iça a bandeira da Palestina, queima a bandeira de Israel. Um ano atrás, eu fiz as seguintes perguntas no Congresso do AIPAC (Comitê de Assuntos Públicos EUA-Israel) em Washington: "Que profundas patologias alijam a esquerda de seu compromisso moral? Por que nós não vemos manifestações em Paris, ou em Barcelona, contra as ditaduras islâmicas? Por que não há manifestações contra a escravidão de milhões de mulheres muçulmanas? Por que eles não se manifestam contra o uso de crianças-bomba, nos conflitos onde o Islã está envolvido? Por que a esquerda só está obcecada em lutar contra duas das democracias mais sólidas do planeta, e as que sofreram os ataques mais sangrentos, os Estados Unidos e Israel?"
Porque a esquerda, que sonhou utopias, parou de sonhar, quebrada no muro de Berlim do seu próprio fracasso. Já não tem ideias, e sim slogans. Já não defende direitos, mas preconceitos. E o preconceito maior de todos é o que tem contra Israel. Eu acuso, portanto, de forma clara: a principal responsabilidade pelo novo ódio antissemita, disfarçada de posições anti-Israel, provém desses que deveriam defender a liberdade, a solidariedade e o progresso. Longe disto, eles defendem os déspotas, esquecem suas vítimas e permanecem calados perante as ideologias medievais que querem destruir a civilização. A traição da esquerda é uma autêntica traição à modernidade.

Derrota do jornalismo. Temos um mundo mais informado do que nunca, mas nós não temos um mundo melhor informado. Pelo contrário, os caminhos da informação mundial nos conectam com qualquer ponto do planeta, mas eles não nos conectam nem com a verdade, nem com os fatos. Os jornalistas atuais não precisam de mapas, porque têm o Google Earth, eles não precisam saber história, porque têm a Wikipedia. Os jornalistas históricos que conheciam as raízes de um conflito, ainda existem, mas são espécies em extinção, devorados por este jornalismo tipo hambúrguer, que oferece fast food de notícias, para leitores que querem fast food de informação. Israel é o lugar mais vigiado do mundo e, ainda assim, o lugar menos compreendido do mundo. Claro que, também influencia a pressão dos grandes lobbys dos petrodólares, cuja influência no jornalismo é sutil, mas profunda. Qualquer mídia sabe que se falar contra Israel não terá problemas. Mas, o que acontecerá se criticar um país islâmico? Sem dúvida, então, sua vida ficará complicada. Não nos confundamos. Parte da imprensa, que escreve contra Israel, se veria refletida na frase afiada de Goethe: "ninguém é mais escravo do que aquele que se acha livre, sem sê-lo". Ou também em outra, mais cínica de Mark Twain: "conheça primeiro os fatos e logo os distorça quanto quiser".

Derrota do pensamento crítico. A tudo isto, é necessário somar o relativismo ético, que define o momento atual, e que é baseado, não na negação dos valores da civilização, mas na sua banalização. O que é a modernidade? Pessoalmente a explico com este pequeno relato: se eu me perdesse em uma ilha deserta, e quisesse voltar a fundar uma sociedade democrática, só necessitaria de três livros: as Tábuas da Lei, que estabeleceram o primeiro código de comportamento da modernidade. "O não matarás, não roubarás", fundou a civilização moderna. O código penal romano. E a Declaração dos Direitos Humanos. E com estes três textos, começaríamos novamente. Estes princípios que nos endossam como sociedade, são relativizados, até mesmo por aqueles que dizem defendê-los. "Não matarás", depende de quem seja o objeto, pensam aqueles que, por exemplo, em Barcelona, se manifestam aos gritos a favor do Hamas. "Vivam os direitos humanos", depende de a quem se aplica, e por isso milhões de mulheres escravas não preocupam. "Não mentirás", depende se a informação for uma arma de guerra a favor de uma causa. A massa crítica social se afinou e, ao mesmo tempo, o dogmatismo ideológico engordou. Nesta dupla mudança de direção, os fortes valores da modernidade foram substituídos por um pensamento fraco, vulnerável à manipulação e ao maniqueísmo.

Derrota da ONU. E com ela, uma firme derrota dos organismos internacionais, que deveriam cuidar dos direitos humanos, e que se tornaram bonecos destroçados nas mãos de déspotas. A ONU só serve para que islamofascistas, como Ahmadinejad, ou demagogos perigosos, como Hugo Chávez, tenham um palco planetário de onde cuspir seu ódio. E, claro, para atacar Israel sistematicamente. A ONU, também, vive melhor contra Israel.

Finalmente, derrota do Islã. O Islã das luzes sofre hoje o ataque violento de um vírus totalitário ,que tenta frear seu desenvolvimento ético. Este vírus usa o nome de D'us para perpetrar os horrores mais inimagináveis: apedrejar mulheres, escravizá-las, usar grávidas e jovens com atraso mental como bombas humanas, educar para o ódio, e declarar guerra à liberdade. Não esqueçamos, por exemplo, que nos matam com celulares conectados, via satélite, com a Idade Média. Se o stalinismo destruiu a esquerda, e o nazismo destruiu a Europa, o fundamentalismo islâmico está destruindo o Islã. E também tem, como as outras ideologias totalitárias, um DNA antissemita. Talvez o antissemitismo islâmico seja o fenômeno intolerante mais sério da atualidade, e não em vão afeta mais de 1,3 bilhões de pessoas educadas, maciçamente, no ódio ao judeu.

Na encruzilhada destas derrotas, se encontra Israel. Órfão de uma esquerda razoável, órfão de um jornalismo sério e de uma ONU digno, e órfão de um Islã tolerante, o Estado de Israel sofre com o paradigma violento do século XXI: a falta de compromisso sólido com os valores da liberdade. Nada é estranho. A cultura judaica encarna, como nenhuma outra, a metáfora de um conceito de civilização que hoje sofre ataques por todos os flancos. Vocês são o termômetro da saúde do mundo. Sempre que o mundo teve febre totalitária, vocês sofreram. Na Idade Média espanhola, nas perseguições cristãs, nos progroms russos, no fascismo europeu, no fundamentalismo islâmico. Sempre, o primeiro inimigo do totalitarismo foi o judeu. E nestes tempos de dependência energética e confusão social, Israel encarna, em própria carne, o judeu de sempre.

Um pária de nação entre as nações, para um povo pária entre os povos. É por isso que o antissemitismo do século de XXI foi vestido com o disfarce efetivo da crítica anti-Israel. Toda crítica contra Israel é antissemita? Não. Mas, todo o antissemitismo atual transformou-se no preconceito e na demonização contra o Estado Judeu. Um vestido novo para um ódio antigo. Benjamim Franklin disse: "onde mora a liberdade, lá é a minha pátria". E Albert Einstein acrescentou: "a vida é muito perigosa. Não pelas pessoas que fazem o mal, mas por aquelas que ficam sentadas vendo isso acontecer". Este é o duplo compromisso aqui e hoje: nunca se sentar vendo o mal passar e defender sempre as pátrias da liberdade.

Tradução: Irene Walda Heynemann

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Tribunal rejeita testemunhas no caso Wilders.

Na continuação do julgamento de Geert Wilders, ontem, na Holanda, a sessão durou poucos minutos.
O Tribunal deu-se por competente para julgar a causa e indeferiu a maioria das testemunhas que a defesa queria, limitando-as a 3, dentre elas a psiquiatra Wafa Sultan, síria de nascimento e hoje residindo na Califórnia, EUA, e autora do livro "A God who Hates", apontado como um dos melhores livros sobre a vida num país muçulmano lançados no ano que passou (eu li e recomendo a quem puder encomendar, já que por aqui certamente não vai conseguir, já que nossas livrarias só oferecem best sellers com histórias tolas de vampiros). No livro ela denuncia a opressão sofrida pelas mulheres no mundo muçulmano, além de muitas outras coisas, todas motivadas pela ignorância, principalmente em razão da religião, daí, inclusive o título: um Deus que Odeia.
O julgamento, então, está se transformando rapidamente num daqueles da época de Stalin em que tudo é apenas uma pantomima, um faz de conta em que o acusado de antemão já está condenado, já que não tem sequer o direito de se defender como pretende.
O curioso é ver um país como a Holanda, há poucos anos um baluarte na vanguarda dos direitos humanos, hoje entregue totalmente aos desejos da ainda minoria muçulmana que vai impondo a sharia (lei do Corão) ao resto do país. O que virá a seguir?

O PODER É AFRODISÍACO


MAIS UM ARTIGO DA SOCIÓLOGA QUE SEMPRE ABRILHANTA ESTE BLOG, DESSA VEZ ANALISANDO OS ALTOS ÍNDICES DE POPULARIDADE DO PRESIDENTE. NÃO DEIXE DE LER.

Maria Lucia Victor Barbosa

Algumas pessoas não entendem a aceitação quase unânime de Lula da Silva. Aconteça o que acontecer, pesquisas sempre registram assombroso e crescente prestígio do presidente da República. Escândalos atingindo seus companheiros mais próximos de partido e de governo, algo que em outros países no mínimo traria descrédito à figura presidencial, não acarreta consequência sobre o mito do salvador da pátria cuidadosamente construído. Apagões de transporte aéreo, apagões de energia, Educação no fundo do poço da mediocridade, Saúde em descalabro, estradas em estado calamitoso, nada perturba a paz e a alegria do presidente voador, que quando não se encontra em palanques ou sob as luzes das TVs está usufruindo de uma de suas inúmeras e maravilhosas voltas ao mundo.

No ano passado, o presidente que tanto criticou as viagens do seu antecessor passou 83 dias circulando pelo Brasil em campanha ilegal por Dilma Rousseff e 91 dias em 31 países. Neste ano ele já visitou, somente em janeiro, sete Estados, sempre acompanhado por sua ministra da Casa Civil e candidata. Entre frenéticos discursos Lula da Silva inaugura o que existe e o que não existe.

A popularidade do presidente, segundo alguns, vem do seu carisma. Será? Se fosse tão carismático ele teria se alçado à presidência da República na primeira tentativa e não na quarta. Outros atribuem o prestígio de Lula da Silva a sua genialidade. Mas gênio não emite tantos disparates quando deixa de lado a leitura dos discursos oficiais e expande sua verve populista, entremeada de palavrões e ataques pesados aos adversários.

Na verdade, a aceitação de Lula da Silva vem de alguns aspectos já conhecidos e por mim já abordados em artigos, tais como: propaganda asfixiante, impressionante culto da personalidade, exposição em over dose da figura presidencial trabalhada como um pop star, “bondades” distribuídas aos ricos, aos pobres e a chamada base aliada, o que demonstra a velha máxima: “pagando bem que mal tem”.

Tudo isso seria suficiente para o endeusamento de Lula da Silva. Mas tem algo mais que tem sido feito por ele mesmo. Em arroubos megalomaníacos o presidente não cessa de se endeusar, de se auto-elogiar, de ensinar ao mundo seu exuberante êxito. Ele sente prazer em exercitar sua autoridade, de se impor. Por isso se diz que há algo afrodisíaco no poder. Rendida, a massa que escuta apaixonada a violência verbal chega ao êxtase coletivo e se rende ao culto do chefe ou à sua imagem, o dá a ele o grande recurso para governar.

A Lula da Silva basta a imagem, o tom de voz, os esgares. E quando a imagem se sobrepõe à verbalização temos o antidiscurso que justamente consagra o fascínio pela incoerência tão cara às massas.

Lula é a personificação do antidiscurso. Some-se a isso o que Hannah Arendt denominou como “instinto de submissão: “um desejo ardente de se deixar dirigir, de obedecer a um homem forte”. Isso explica um dos fatores da obscura adesão a uma imagem, a uma projeção idealizada que jamais resistiria a sua própria realidade tosca, incoerente, medíocre, vulgar.

Em sua magistral obra, “O Estado Espetáculo”, Roger-Gérard Schwartzenberg mostra como no fascismo a “multidão italiana se entregou ao Duce, o macho latino, de forma voluptuosamente submissa”. E Hitler, demonstrando o comportamento machista do nazismo, declarou: “A grande maioria do povo se encontra numa disposição e num estado de espírito tão femininos que suas opiniões e seus atos são determinados muito mais pela impressão produzida sobre seus sentidos, que por uma reflexão pura”.

Também na obra acima citada se encontra o que disse William Gavin, que foi membro da equipe de Nixon: “O eleitor é fundamentalmente preguiçoso e em hipótese alguma se poderá esperar que ele faça o menor esforço para compreender o que lhe dizem. Raciocinar exige um grau elevado de disciplina e concentração; é mais fácil impressionar. O raciocínio repugna ao telespectador, ou então o agride, exige que ele concorde ou recuse; uma impressão, ao contrário, pode envolvê-lo, solicitá-lo sem o colocar diante de uma exigência intelectual”.

Os marqueteiros, esses construtores de imagens, sabem tudo isso. E os ególatras que alcançaram o poder praticam a sedução e a submissão das massas de modo espontâneo e masoquista. Seu egocentrismo desenfreado, seu hedonismo patológico os torna megalomaníacos. Entretanto, todos também sabem que paixões não são eternas. Tampouco existem deuses mortais.

Note-se que a paixão dos venezuelanos por Hugo Chávez, outro macho latino com características fascistas, começa chegar ao fim. Quanto ao presidente brasileiro é um homem de sorte incomensurável, mas sorte é algo aleatório e um dia pode acabar. Recentemente Lula da Silva provou para si mesmo que não é imortal. E começa a aprender o que ensinou Maquiavel: “Quem cria o poder de outrem se arruína”. Ele que se cuide com Dilma Rousseff.

Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Liberdade de acordo com Hugo Chávez e...Lula.




Se você quer mesmo saber como são tratados os manifestantes na vizinha Venezuela acesse o blog
http://libertadpreciadotesoro.blogspot.com/ e verá. (obrigado Félix F. pela dica).
O interessante é que nosso governo, tão pródigo há alguns uns meses em denunciar o que ocorreu em Honduras, está calado em relação ao que está acontecendo na Venezuela de Hugo Chávez, como se estivesse absolutamente de acordo. Seria um prenúncio do que poderia acontecer por aqui caso nós nos dispuséssemos a ir para as ruas protestar, por exemplo, contra a desenfreada corrupção que assola o país? Ou contra os impostos escorchantes que nos são tomados sem nenhum ou praticamente nenhum retorno, ou mesmo contra a iminente censura que estão querendo impor aos meios de comunicação?
Onde está o Itamaraty para falar algo sobre a sangrenta repressão de Chávez? Onde estão os falastrões ministros do Exterior e seguidores?
Vamos acabar assim também?

domingo, 31 de janeiro de 2010

Judeus abandonam cidade sueca.


A cidade de Malmoe, na Suécia, palco recente de violentos distúrbios motivados por questões ligadas aos muçulmanos insatisfeitos com a presença de atletas israelenses e mesmo de minorias na cidade, tem levado a população judaica a abandonar maciçamente seus lares e ir buscar outros países, como Israel, a Nova Zelandia e os Estados Unidos.
Nem mesmo os apelos cínicos do prefeito Ilmar Reepalu (foto ao lado) que pede que os judeus "se distanciem" publicamente da política israelense e mais particularmente das "violações dos direitos da população civil de Gaza" tem conseguido frear os tumultos na cidade sueca.
Esse mesmo prefeito, no entanto, defende como necessária a autodeterminação árabe-muçulmana, mas acha que o sionismo, que é a autodeterminação dos judeus em sua própria terra (Israel) racismo! Chegou a dizer em uma entrevista que o sionismo é extremismo...
Essa é, portanto, a Eurábia de hoje. Os muçulmanos dando as cartas, ditando a política junto com a esquerda, e as minorias abandonando os países em busca de liberdade.
A notícia veio do Le Monde e do Haaretz de Israel.


Holocausto.

Excesso de destilados fez pressão de Lula subir

MATÉRIA PUBLICADA PELO PASSIRA NEWS (obrigado Maria Lúcia V.B. pela excelente dica!!) que republico na íntegra.
RECIFE

Dilma Rousseff e Franklin Martins estão querendo transformar mais um porre presidencial, numa estafa por excesso de trabalho. A versão é de um cinismo espetaculoso. Todo mundo sabe que Luis Inácio Lula da Silva, jamais trabalhou

Foto: Ricardo Stuckert/PR

Lula na Sinagoga em Recife, acendendo velas para os judeus, com a mesma mão que acendera para Ahmadinejad

Fontes: Ultimo Segundo, Portal Terra, Blog do Jamildo, Blog do Jamildo, Blog do Noblat

Não é a primeira vez que Lula fica embriagado em Pernambuco. Nós do “Passiranews” já constatamos isso inúmeras vezes. As afinidades entre o governador de Pernambuco, Eduardo Campo e o presidente Lula vão muito além de convergências políticas. Cada encontro é uma celebração etílica-política como se aquelas fossem os últimos litros de Dimple 20 anos, do planeta.

Para Lula vir a Pernambuco é como dá uma passadinha no boteco preferido. Por isso vem ao estado tão amiúde, para praticar o seu esporte favorito ao lado de um jovem amigo com os mesmos hábitos de conversar sobre política esvaziando litros de maltes envelhecidos na escócia.

Durante à tarde, o presidente Lula, já esboçava alguns sintomas de sua “estafa”. Sob efeito alcoólico sua excelência participou da cerimônia em memória dos mortos no holocausto, na histórica sinagoga Kahal Zur Israel , na Rua do Bom Jesus, em Recife, a mais antiga das Américas, numa jogada para limpar a barra do nosso presidente diante de Israel, antes de sua próxima visita a região da Palestina.


Lula chegando ao Hospital Português em Recife, já quase refeito, por ter tomado soro glicosado no percurso. Captura de vídeo feito pelo telefone

O presidente saiu-se com uma afirmação surpreendente diante de uma platéia judaica com representantes de vários países que assistia o discurso com formal frieza.

"Mostrei ao presidente do Irã que é impossível negar o Holocausto, que 60 milhões de vidas foram perdidas na Segunda Guerra Mundial em combates, em enfrentamentos de parte a parte. Mas que os 6 milhões de judeus não foram mortos em combates, foram exterminados", disse Lula

Trata-se de uma traição ao aliado iraniano, pois tal citação nunca foi registrada em nenhum dos comunicados oficial conjuntos da visita do presidente Ahmadinejad, a Brasília. Lula ganhou aplausos fáceis dos judeus, mas vamos esperar até que o iraniano saiba disso.

Terminado o périplo demagógico de solenidades, o presidente foi para o Palácio do Campo das Princesas, onde ficou mais de quatro horas dialogando etilicamente com o governador do estado Eduardo Campos. Ainda no Palácio passou mal, e chegou a se convocar a equipe médica do hospital português, que sempre fica em alerta, quando o presidente vem ao Recife.

Os médicos, segundo o blog do Jamildo, acabaram sendo dispensados, para em seguida, serem chamados de novo, desta vez em caráter de urgência urgentíssima.

Dentro do aerolula, de portas fechadas, pronto para levantar vôo do Recife com destino a Davos na Suíça, o presidente teria passado mal novamente e o médico que o acompanha nas viagens, Dr. Cléber Ferreira, aferiu sua pressão e constatou que além das tonturas, ânsias de vômitos e dores no peito, o presidente estava com uma pressão 18/12.

Pelos sintomas, sua Excelência poderia estar à beira de um infarto, de um aborto ou de um coma alcoólico. Mais tarde foram afastadas as duas primeiras hipóteses.

Depois de tomar um tubo de soro glicosado o presidente ficou totalmente curado, lépido, fagueiro e risonho, pronto para outra. O resto foi encenação do marketing presidencial.

Foto: Agência Brasil

Dilma Rousseff, devido a sua ampla experiência, foi escalada para mentir inventando a história de excesso de trabalho e a vida atribulada de Lula, comparando ao rali Paris Dacar, deveria ter comparado a Oktoberfest.

Foto: Warner divulgação da série House

A equipe que atendeu Lula disse que está tudo bem, pelo menos por enquanto, recomendou que ele se afastasse da bebida e do PMDB

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Ela diz não, ele arranca os olhos dela.

"Vossas mulheres são, para vós, campo lavrado. Então, achegai-vos a vosso campo lavrado, como e quando quiserdes. E antecipai boas obras, para vós mesmos. E temei a Allah, e sabei que deparareis com Ele. E alvíssara, Muhammad, aos crentes o Paraíso!.(Corão,2,223).
Em razão de um comando desses, um sujeito de origem marroquina por coincidência de nome Mohamed (e a maioria não se chama assim?), no sul da França arrancou os olhos de sua esposa, Samira, que havia se negado ao "débito conjugal", ou seja, a manter relações conjugais com ele, ou melhor dizendo, a ter relações carnais ou sexuais com ele.
Eram casados há 6 anos e residiam em Nimes.
Tal tipo de crime é cada vez mais frequente na Eurábia e são chamados crimes de honra e podem tomar várias formas, como jogar ácido para deformar o rosto da mulher, queimar o rosto, arrancar a língua e uma constante é o ataque ao rosto para que, assim, a vítima não possa arranjar nenhum noivo ou pretendente.
O processo está em fase de recurso e ele poderá pegar até 30 anos de reclusão, informou o Bivouac-ID.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Parceria nazista - islâmica em Auschwitz-Birkenau.



Em meio às solenidades realizadas em Auschwitz nos últimos dias, foi apresentado ao público o projeto da construção do campo de extermínio, inclusive com a assinatura de Heinrich Himmler, mas não foi revelado onde o mesmo foi encontrado.
Sabe-se que foi encontrado em novembro de 2008, mas não se sabe (?) onde. A versão oficial seria "que quando foi feita uma reforma num apartamento as plantas foram encontradas por trás de uma parede", mas não se forneceu o endereço. Por que? Qual é o segredo? Qual é a razão do mistério? Todas as atenções estão voltadas para os desenhos, o projeto em si, mas não para o local onde foi encontrado, e este sim é importante, e torna-se mais importante na medida em que não está sendo mencionado.
Antes de elucidar o mistério para você, leitor, pergunto-lhe, você já ouviu falar do grande Mufti de Jerusalém, Hajj Muhammad Amin al Husseini, fundador após a II Guerra Mundial, do Congresso Islâmico Mundial, que é um antecessores da jihad global que nos assola hoje? Husseini foi um dos mentores do terrorista Yasser Arafat; foi hóspede privilegiado de Hitler; foi recebido com todas as honrarias pelo III Reich; planejou a construção de um campo de extermínio em Nablus, cidade que hoje está sendo chamada de "território ocupado" por Israel.
Maiores detalhes sobre a vida do cidadão você pode e deve ler no ótimo site http://www.hirhome.com/.

Pois bem. Ao que tudo indica o projeto de Auschwitz-Birkenau foi encontrado num apartamento da rua Albertstrasse 5, em Berlim, que o famigerado Grande Mufti usava como lugar para estudos! Daí o segredo!! O conluio nazista-islâmico está sendo mantido até nossos dias. A Europa livre de judeus, quase conseguida pelos nazistas, com a participação de praticamente todos os países (leiam Daniel Goldhagen), e com a valiosíssima colaboração dos muçulmanos, hoje está sendo reivindicada pelos muçulmanos com a sua jihad.
O próprio Mufti escreveu em seu diário que "nossa condição fundamental para cooperar com a Alemanha é carta branca para erradicar a Palestina e o mundo árabe dos judeus. Pedi a Hitler para explicitamente nos permitir a resolução do problema judaico de uma maneira que atenda nossas aspirações nacionais e raciais, e de acordo com os métodos científicos inovadores alemães no tratamentos dos judeus. A resposta que obtive foi: "os judeus são seus".
Husseini incitou os seguidores pro-nazistas com as palavras:" levantem-se ó filhos da Arábia. Lutem por seus direitos sagrados. Aniquilem judeus onde quer que os encontrem. O sangue derramado deles agrada Allah, nossa história e religião. Isso salvará nossa honra."
Em 1944 um comando árabe-alemão sob as ordens de Husseini foi lançado de paraquedas sobre Tel Aviv e envenenou poços.
Fantasia? Conspiração da internet? Delírio?
Tudo está documentado. A fonte é o fantástico site da Pamela Geller, Atlas Shrugs, inclusive com fotos e toda a história da descoberta do projeto, da compra do mesmo pelas revistas alemãs etc.






Governo pretende dar lucro de empresas aos trabalhadores.

E vejam mais essa do governo Lula, saída, é óbvio, do Fórum Social Mundial, aquela reunião comunista feita em oposição à cúpula de Davos(obrigado Maria Lúcia V.B.pela dica).



Projeto que dá 5% do lucro líquido a empregados divide governo

Segundo Tarso, são só ''estudos'', mas Lupi admite que estão adiantados e diz duvidar que haja oposição à iniciativa

Wilson Tosta e Vannildo Mendes

Uma proposta - noticiada ontem pelo Valor - de tornar obrigatório o pagamento, por empresas brasileiras, de participação nos lucros a seus empregados, lançada ontem no Fórum Social Mundial, desencadeou no governo um princípio de crise marcado por versões conflitantes. Depois que a proposição foi divulgada - em resumo escrito e em entrevistas do ministro do Trabalho, Carlos Lupi, e do secretário de Reforma do Judiciário, Rogerio Favreto, na capital gaúcha -, o ministro da Justiça, Tarso Genro, afirmou em Brasília que o que existe são só "estudos", divulgados prematuramente por assessores. Depois disso, Favreto, cuja secretaria é subordinada a Tarso, telefonou para o Estado e disse que a "minuta" agora será discutida pelo Ministério do Trabalho com empresários e trabalhadores. Só depois, em dois ou três meses, irá para o Congresso. O próprio Tarso, porém, foi apontado por Lupi como "quem coordena o projeto".

Assim como o PNDH 3, portanto, o governo lança agora mais uma bomba, justo no momento em que a economia mundial parece estar se recuperando da crise. Mas é ano de eleição e os fatos são atropelados pela propaganda e mesmo que essa ideia não prospere a mídia poderá começar a explorá-la. Se não vingar, a oposição será culpada. Se vingar, o governo será beneficiado. Assim funciona.
A economia é que paga no final das contas.
Ainda hoje no Globo economistas estrangeiros "avisaram" (como se tivessem o dom de prever qualquer coisa) que o Brasil precisa reduzir o tamanho do Estado, mas por aqui está se fazendo justamente o oposto. E vão continuar, é claro. E o povão aplaudindo, pois acha que dinheiro do governo nasce em árvore...


quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Dia do Holocausto

Hoje é dia do Holocausto.
Não gosto da palavra. Holocausto significa outra coisa, significa sacrifício (holokauston em grego), onde as vítimas eram inteiramente queimadas.
Os judeus não foram apenas queimados. Foram mortos de todas as maneiras. Foram ASSASSINADOS, CHACINADOS.Ninguém se sacrificou. Ninguém foi sacrificado. Não foi isso.
Mas não vou entrar no mérito.
Aos que ainda insistem em negar, e parece que andam ressurgindo da lama aos montes, costumo responder com uma pergunta: está bem. Não existiu. E onde estão meus avós maternos? E meus avós paternos? E tios? E tias? E primos? E primas? Meus pais escaparam. Vieram para o Brasil.
Eu mesmo nasci na antiga Europa (hoje Eurábia e pronta para outro massacre) e vim para cá menino ainda e me orgulho de ser brasileiro por adoção (dizem que assim se é mais brasileiro, pois se escolhe ser brasileiro) e me preocupo com o futuro deste continente chamado Brasil.
Um minuto de silêncio em respeito, por favor.

Wilders, Corão e Minha Luta.

O julgamento de Geert Wilders prosseguirá no dia 3 de fevereiro e embora nossa mídia esteja ignorando o fato, na Eurábia e nos EUA muita gente está comentando o assunto.
No prestigioso Wall Street Journal saiu um artigo de Leon de Winter mencionando a estratégia de defesa de Wilders. Eu trouxe ao leitor do blog um pequeno trecho para possa avaliar até que ponto poderá se chegar na corte holandesa.
O julgamento poderá levar a uma enorme crise entre a Holanda e o mundo islâmico, pois uma das coisas que Geert diz é que o Corão é igual ou pior do que o Mein Kampf de Adolf Hitler, no seu ódio aos judeus e no seu incitamento ao genocídio desse povo (a respeito recomendo o artigo
http://www.imil.org.br/artigos/o-corao-e-os-judeus/).
A defesa, então, vai convocar vários especialistas internacionais e alguns muçulmanos radicais, inclusive Mohammed Bouyeri o assassino de Theo van Gogh e o ayatollah Mesbah Yazdi, um notório antissemita e mentor religioso de Ahmadinejad, que irão depor sobre a mensagem do Corão, e que mostrarão se Wilders tem razão ao comparar os dois livros.
Se ficar provado o que ele disse então não poderá ser condenado por ter dito a verdade.
Assim, a equipe de defensores vai se concentrar nos parágrafos extremamente violentos do Corão e compará-los com o Mein Kampf (Minha Luta).
A promotoria não se opos ao chamamento das testemunhas para que fossem esclarecidos pontos do Corão e do Mein Kampf, mas reclamou do alto número das mesmas, embora os juízes devam admitir a maioria.
De acordo com muitos pesquisadores provavelmente há mais menções antijudaicas no Corão do que no livro de Hitler, e, portanto, os juízes deverão julgar que Geert Wilders estava certo ao comparar os dois livros.
Qualquer coisa é concebível neste julgamento absurdo.
Não custa lembrar que Wilders é o autor do filme Fitna (que você pode ver clicando na página principal do blog do lado direito), que mostra passagens do Corão ao lado de atos terroristas que mataram milhares de pessoas, o que desagradou profundamente os mulás praticantes da religião de paz e amor, e desde então vive sob forte proteção, mudando de casa, já que está ameaçado de morte.

domingo, 24 de janeiro de 2010

Tariq Ramadan e o visto concedido

Ontem eu mencionei o professor Tariq Ramadan e a decisão do governo americano de revogar a proibição de sua entrada nos EUA, mas não entrei em maiores detalhes sobre sua vida pregressa que, é claro, vão além de ser simplesmente neto do fundador da Irmandade Muçulmana.
O pai dele, Said Ramadan, fundou o Centro Islâmico de Genebra em 1961, que atualmente é dirigido por seu irmão, Hani. O centro é hoje considerado vital para a expansão da Irmandade e trabalha com o banco Al Taqwa que é considerado pelos EUA como fundamental como linha de crédito especial clandestina para Osama bin Laden.
Dentre suas "realizações" ele contribuiu para organizações ligadas ao Hamas e manteve ligações com grupos extremistas argelinos, tendo sido por algum tempo impedido de entrar na França.
Desde 2004 seu visto para os EUA havia sido revogado o que o impediu de dar aula na Universidade Notre Dame. Em 2006 tentou mais uma vez obter visto para os EUA sem sucesso e agora conseguiu.
Em 2003 Ramadan atraiu críticas num debate na tv com o atual presidente francês Nicolas Sarkozy quando defendeu o apedrejamento de mulheres adúlteras, como manda a lei islâmica!
Além disso tudo ele já defendeu o assassinato de israelenses num debate com Daniel Pipes.
E é um sujeito desses que é tido como intelectual, pensador e que agora irá para uma prestigiosa universidade americana ensinar à juventude...




sábado, 23 de janeiro de 2010

Passeata por Wilders no Canadá.

E antes que "certos setores" judaicos ou de esquerda do Brasil comecem a dizer bobagem sobre Geert Wilders, aqui coloco um poster sobre uma marcha de apoio a ele que aconteceu no dia 20 passado, em Toronto, Canadá, realizada pela Liga de Defesa Judaica (JDL).
A vida dele está ameaçada há muito tempo, desde que realizou o filme FITNA apontando a violência da "religião de paz, amor e tolerância" e o obriga a dormir a cada noite num lugar diferente, além de ter, obviamente, seguranças pessoais, apesar de ser deputado no Parlamento holandês e sério candidato a ser Primeiro Ministro da Holanda.
O que está em jogo não é a pessoa de Wilders, mas a liberdade de expressão, é a possibilidade de um ser humano ter opinião, de se poder expressar livremente sem as peias de uma religião, sem o controle de um mulá, de um aiatolá, sem o medo de ir parar numa masmorra ou na ponta de uma forca como, por exemplo, no Irã ou na Arábia Saudita onde a sharia impera.
O que Wilders quer impedir é a islamização de seu país e, mais tarde, de toda a Europa (hoje mais para Eurábia) com seus valores conseguidos através de séculos de luta.

Hussein Obama libera entrada de professor radical ligado à Irmandade Muçulmana.

Nos EUA que já parecem pré islâmicos o governo de Hussein Obama liberou a entrada de Tariq Ramadan como já noticiou a mídia. Mas, quem é Ramadan, além de ser o controvertido "intelectual", agitador e professor?
Ele é nada mais nada menos do que neto de Hassan al Banna, FUNDADOR DA IRMANDADE MUÇULMANA, organização que deu origem a tudo o que aí está: Al Qaeda, Hamas, Hezbollah e todas as demais seitas terroristas que estão diariamente na mídia!
A IM tem entre seus criadores o notório Ayman al Zawahiri, braço direito de Osama bin Laden (e que dizem ser o verdadeiro cérebro da Al Qaeda).
A Irmandade quer a longo prazo o restabelecimento do califado islâmico no mundo desafiando o Ocidente e é nisto que o professor Tariq Ramadan acredita.
Assim, após alguns anos, o veto que o Departamento de Estado norteamericano mantinha, foi levantado e finalmente tal pessoa poderá enfim fazer propaganda islâmica radical nos EUA, especialmente nas universidades, graças ao beneplácito de Hussein Obama.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Primeiro dia do julgamento de Geert Wilders


Primeiro dia do julgamento de Geert Wilders na Holanda, o julgamento da liberdade de expressão, o julgamento do futuro da Eurábia ou dos valores democráticos da antiga Europa que está se curvando à sharia, à lei islâmica.
O promotor lê a acusação de intolerância,de preconceito contra os imigrantes e o povo do lado de fora da corte protesta contra a farsa que representa o julgamento, num país que já foi um modelo de liberdade e de avanço nos chamados direitos e liberdades do indivíduo.
Um senhor de 64 anos diz que jamais foi a uma passeata e essa foi a primeira vez. Os cartazes comparam o julgamento a uma ditadura do islã.
Wilders é um deputado, fundador de um partido que cresce na Holanda e na Eurábia e cuja mensagem vem sendo ouvida por todo o continente. Ele vem sendo apontado, inclusive, como um possível futuro primeiro ministro holandês nas próximas eleições.